O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As apostas no afrouxamento da política monetária em setembro saíram da casa dos 70% para 96% nesta sexta-feira (12), depois de uma semana cheia de sinais sobre o futuro da política monetária da maior economia do mundo, mas esse jogo ainda não está ganho
O relatório mais fraco de emprego de junho e o último índice de preços ao consumidor mensal (CPI, na sigla em inglês) em território deflacionário podem não ser suficientes para convencer o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), mas pavimentaram o caminho que os investidores estão ansiosos para trilhar: juros mais baixos.
As apostas no afrouxamento da política monetária em setembro saíram da casa dos 70% para 96% nesta sexta-feira (12) — depois de uma semana cheia de sinais sobre o futuro da política monetária da maior economia do mundo.
Além dos indicadores econômicos, o presidente do Fed, Jerome Powell, esteve dois dias no Congresso para os depoimentos semestrais — uma espécie de prestação de contas que o chefe do BC norte-americano precisa fazer duas vezes ao ano.
Nessas aparições, Powell disse que as métricas de emprego e preços avaliadas pelo Fed estão se movendo na direção certa. Mas ele também manteve a janela aberta para os juros continuarem altos por mais tempo.
O mercado está precificando hoje três cortes de juros nos EUA: setembro (96%), novembro (98,4%) e dezembro (99,8%) — contratando mais reduções do que a previsão do comitê de política monetária do Fed (Fomc, na sigla em inglês), que projeta apenas uma diminuição da taxa em 2024.
Apesar do otimismo, especialistas alertam para os riscos da flexibilização da política monetária que lançam uma nuvem sobre as perspectivas de juros.
Leia Também
Carl Weinberg, economista-chefe da High Frequency Economics, disse ao “Squawk Box Europe” da CNBC que há ruído e agitação nos mercados por conta dos indicadores da semana, que apoiam cortes em setembro.
Mas, segundo ele, nada está garantido diante da força da economia norte-americana, que segue se expandindo com os juros no maior nível em mais de duas décadas, a 5,25% e 5,50% ao ano.
“[Powell] deu a entender que nada pode mudar na política monetária já que a economia está em pleno emprego, com a inflação onde o Fed quer que esteja e crescendo bem. Por que você iria querer cortar as taxas nessas circunstâncias?”, questionou Weinberg.
Embora um corte de juros pareça mais provável agora, muita coisa pode mudar até a reunião do Fed de 17 e 18 de setembro, incluindo mais dois relatórios do CPI.
O próximo encontro do Fomc está marcado para 30 e 31 de julho, quando os mercados preveem uma probabilidade de apenas 6,7% de redução da taxa referencial.
Embora a inflação nos EUA tenha atingido um pico inferior ao de muitas outras grandes economias nos últimos três anos, também é a que desacelera no ritmo mais lento, deixando o BC dos EUA para trás no caminho da flexibilização monetária — os bancos centrais da zona euro, da Suíça, da Suécia e do Canadá já cortaram os juros este ano.
*Com informações da CNBC
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília