Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
O JOGO NÃO ESTÁ GANHO

Não tem nada garantido: o “vilão” que pode impedir o BC dos EUA de cortar os juros em setembro

As apostas no afrouxamento da política monetária em setembro saíram da casa dos 70% para 96% nesta sexta-feira (12), depois de uma semana cheia de sinais sobre o futuro da política monetária da maior economia do mundo, mas esse jogo ainda não está ganho

Montagem de homem de cabelos brancos, camiseta branca e uma camisa marrom segurando um balde azul com água e um fundo gráfico do mercado de ações
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed) - Imagem: Montagem Andrei Morais / Adobe Firefly / Federal Reserve

O relatório mais fraco de emprego de junho e o último índice de preços ao consumidor mensal (CPI, na sigla em inglês) em território deflacionário podem não ser suficientes para convencer o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), mas pavimentaram o caminho que os investidores estão ansiosos para trilhar: juros mais baixos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As apostas no afrouxamento da política monetária em setembro saíram da casa dos 70% para 96% nesta sexta-feira (12) — depois de uma semana cheia de sinais sobre o futuro da política monetária da maior economia do mundo. 

Além dos indicadores econômicos, o presidente do Fed, Jerome Powell, esteve dois dias no Congresso para os depoimentos semestrais — uma espécie de prestação de contas que o chefe do BC norte-americano precisa fazer duas vezes ao ano. 

Nessas aparições, Powell disse que as métricas de emprego e preços avaliadas pelo Fed estão se movendo na direção certa. Mas ele também manteve a janela aberta para os juros continuarem altos por mais tempo

O obstáculo ao corte de juros em setembro

O mercado está precificando hoje três cortes de juros nos EUA: setembro (96%), novembro (98,4%) e dezembro (99,8%) — contratando mais reduções do que a previsão do comitê de política monetária do Fed (Fomc, na sigla em inglês), que projeta apenas uma diminuição da taxa em 2024. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do otimismo, especialistas alertam para os riscos da flexibilização da política monetária que lançam uma nuvem sobre as perspectivas de juros

Leia Também

A BOLA ESTÁ ROLANDO

O craque da sua carteira: como escalar uma seleção de ETFs globais e lucrar com a Copa sem sair de casa 

USO CONTÍNUO

Por que a pecuária recorre a antibióticos para engordar animais — e o que isso tem a ver com o veto da UE à carne brasileira

Carl Weinberg, economista-chefe da High Frequency Economics, disse ao “Squawk Box Europe” da CNBC que há ruído e agitação nos mercados por conta dos indicadores da semana, que apoiam cortes em setembro. 

Mas, segundo ele, nada está garantido diante da força da economia norte-americana, que segue se expandindo com os juros no maior nível em mais de duas décadas, a 5,25% e 5,50% ao ano.

“[Powell] deu a entender que nada pode mudar na política monetária já que a economia está em pleno emprego, com a inflação onde o Fed quer que esteja e crescendo bem. Por que você iria querer cortar as taxas nessas circunstâncias?”, questionou Weinberg.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PARA O MERCADO, GALÍPOLO É O MELHOR ENTRE OS PIORES PARA ASSUMIR O BC

  • VOCÊ JÁ DOLARIZOU SEU PATRIMÔNIO? A Empiricus Research está liberando uma carteira gratuita com 10 ações americanas pra comprar agora. Clique aqui e acesse.

As nuvens sobre a flexibilização monetária

Embora um corte de juros pareça mais provável agora, muita coisa pode mudar até a reunião do Fed de 17 e 18 de setembro, incluindo mais dois relatórios do CPI.

O próximo encontro do Fomc está marcado para 30 e 31 de julho, quando os mercados preveem uma probabilidade de apenas 6,7% de redução da taxa referencial.

Embora a inflação nos EUA tenha atingido um pico inferior ao de muitas outras grandes economias nos últimos três anos, também é a que desacelera no ritmo mais lento, deixando o BC dos EUA para trás no caminho da flexibilização monetária — os bancos centrais da zona euro, da Suíça, da Suécia e do Canadá já cortaram os juros este ano. 

*Com informações da CNBC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
14 de julho de 2026 - 15:19
Imagem de um mapa da região do Estreito de Ormuz com barris de petróleo representando como a guerra do Oriente Médio está afetando os preços do petróleo 12 de julho de 2026 - 17:59
Gráfico do mercado de ações e nota de yuan da China 11 de julho de 2026 - 16:08
jogador da seleção da inglaterra 11 de julho de 2026 - 6:47
Fonte de montes de dólares, formando montanhas, e um homem no topo, com uma bandeira fincada 10 de julho de 2026 - 18:40
foto da vila na Espanha 10 de julho de 2026 - 16:21
Cobras nadando na cidade de Hengzhou, na China. 10 de julho de 2026 - 14:19
jogadores da espanha comemorando 10 de julho de 2026 - 6:49
Logo do Federal Reserve (Fed) em uma nota de dólar 9 de julho de 2026 - 17:30
9 de julho de 2026 - 9:05

CRISE NA COSTA OESTE

Como esse paraíso americano entrou em decadência

9 de julho de 2026 - 9:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar