O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Parcerias com os países europeus são voltadas para a revitalização de instituições culturais e históricas, em uma tentativa do reino árabe de se afirmar como potência cultural e turística
A Arábia Saudita têm feito esforços robustos para se desvincular da imagem de um país que apenas exporta petróleo. Em busca de se tornar um destino turístico e uma referência cultural para o mundo, o reino árabe fechou acordos bilaterais com duas potências europeias: o Reino Unido e a França.
Os tratados estão relacionados à preservação da herança histórica e arqueológica do país, assim como à criação e manutenção de museus tanto sauditas quanto franceses.
Lembrando que, na última semana, a Arábia Saudita também foi escolhida para sediar a Copa do Mundo de 2034.
Todas essas mudanças ocorrem em um contexto em que o reino tenta fazer uma espécie de rebranding e se distanciar do histórico de violações de direitos humanos.
Com políticas bem restritivas e uma série de regras de “moral e bons costumes” associadas à lei islâmica, o governo do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman decretou a pena de morte para 303 pessoas neste ano, segundo apurações de agências internacionais francesas.
Um relatório da ONG britânica Reprieve mostra que, desde que bin Salman assumiu o poder, mais de mil pessoas já foram executadas no país.
Leia Também
Os acordos com o Reino Unido e com a França se juntam às outras iniciativas do projeto “Visão 2030”, que contempla 46 iniciativas diferentes em energia verde, arte e cultura, turismo, tecnologia e até mapeamento genético.
Visando a tornar a economia menos dependente do petróleo, o fundo soberano da Arábia Saudita já investiu bilhões de dólares em programas de revitalização.
Um deles é a criação de uma mega cidade futurista chamada Neom. O Seu Dinheiro falou mais sobre esse assunto aqui.
O acordo bilateral com o Reino Unido foi celebrado após visita do primeiro-ministro Keir Starmer ao país árabe.
O órgão de patrimônio Historic England vai se unir à Comissão de Patrimônio da Arábia Saudita para iniciativas de conversão do patrimônio cultural e histórico.
Segundo comunicado oficial, "o programa de cooperação terá especialistas em patrimônio do Reino Unido e da Arábia Saudita compartilhando seus conhecimentos e habilidades para apoiar a preservação de marcos culturais no reino árabe”.
Além disso, a nação europeia também fechou uma parceria de cinco anos com a administração da cidade de AlUla, que abriga o Al-Hijr, sítio histórico que é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) desde 2008.
O papel das instituições britânicas será o de ajudar a transformar a cidade histórica a se tornar um centro cultural de classe mundial e um ponto turístico de destaque. O objetivo é atrair dois milhões de turistas por ano para AlUla até 2035, gerando US$ 32 bilhões (R$ 192,8 bilhões) para a economia local.
Já com o governo de Emmanuel Macron, o acordo inclui um pacote de medidas que vai beneficiar tanto as instituições culturais francesas quanto as sauditas.
Também na cidade de AlUla, o objetivo é criar uma rede de museus e sítios arqueológicos voltados para a história da civilização árabe.
Uma parceria com o Centre Pompidou, importante instituição cultural de Paris, resultará na criação de um museu de arte contemporânea na cidade saudita, com algumas obras de arte emprestadas diretamente do centro parisiense.
Em contrapartida, o governo da Arábia Saudita anunciou recentemente um investimento de 50 milhões de euros (R$ 316,2 milhões) para as reformas do Centre Pompidou, que será fechado no ano que vem e reaberto em 2030. No total, a renovação está estimada em 262 milhões de euros.
Já a capital Riad terá um novo museu de fotografia, idealizado em conjunto com a francesa Escola Nacional de Fotografia de Arles.
Outros projetos incluem a restauração de palácios no reino árabe e digitalização e conservação de documentos importantes, em parceria com a Biblioteca Nacional da França.
* Com informações do The Art Newspaper e RFI.
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro