O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acordo vinha sendo alvo de investigação por órgão regulatório do Reino Unido, que autorizou a combinação dos negócios sob uma série de condições, incluindo construção de rede 5G no país
Um novo gigante chega no ringue do Reino Unido e pode trazer uma disputa difícil para as operadoras britânicas – e pesar no bolso dos consumidores. A fusão entre a terceira e quarta maiores empresas de telecomunicação do país, a Vodafone e a Three, foi aprovada nesta quinta-feira (5).
A autorização cria a mais nova campeã do setor em termos de receita. Já em relação ao número de clientes, o novo titã do mercado fica em segundo lugar, com o total de 27 milhões de consumidores.
A aprovação vem em meio a preocupações de que o acordo gere uma alta nos preços nas contas de telefonia ou uma redução nos serviços disponibilizados no país.
Contudo, após estipular uma série de condições, que inclui um investimento bilionário na expansão da rede 5G no Reino Unido, a Autoridade da Concorrência e dos Mercados (CMA) concedeu a autorização.
A operação é avaliada em 15 bilhões de euros e já havia sido anunciada no ano passado.
O acordo dá à Vodafone uma participação controladora de 51%, enquanto a CK Hutchison, proprietária da rede Three UK, ficará com a participação minoritária de 49%. A conclusão do negócio está prevista para a primeira metade de 2025.
Leia Também
LEIA MAIS: Ogro de Wall Street está de volta à Empiricus – e sua meta é mostrar como qualquer pessoa pode ganhar média de R$ 2 mil por dia na bolsa
Uma das principais condições da CMA para autorizar a fusão foi a exigência de que a empresa assine “compromissos vinculativos para investir bilhões” para lançar uma rede 5G combinada em todo o Reino Unido.
A condição vem enquanto o país se vê ficando para trás em relação a distribuição da rede móvel. De acordo com o regulador de mídia do Reino Unido, Ofcom, o 5G está disponível apenas em 50% do território britânico.
Já segundo uma pesquisa publicada pela Opensignal em fevereiro, o Reino Unido ocupa a 22ª posição entre os 25 países europeus em termos de disponibilidade de 5G e velocidades de download.
Atualmente, o governo possui a meta de atingir acesso nacional ao 5G até 2030.
As empresas Vodafone e Three utilizaram justamente os objetivos como argumento para a fusão e se comprometeram a gastar 11 bilhões de euros nos próximos 10 anos para construir uma única rede 5G no Reino Unido.
Porém, críticos afirmam que os números são enganosos e que os investimentos se referem ao gasto total – e não apenas à implementação da rede.
Além das exigências operacionais sobre o 5G, o CMA definiu que a empresa deverá limitar certas tarifas e planos de dados móveis durante três anos.
A nova companhia também será obrigada a realizar oferta de preços e termos contratuais predefinidos às operadoras de rede móvel virtual (MVNOs) — operadoras de telefonia móvel que compram o direito de utilizar parte da rede de outras empresas.
Isso porque, desde o anúncio em 2023, o acordo vinha sendo alvo de investigação pela CMA, além de sofrer críticas do sindicato do setor no país, o Unite.
As organizações afirmavam que a fusão poderia gerar um aumento significativo nos preços das contas de telefonia móvel. Segundo o sindicato, a aprovação acarretaria em um adicional de 300 euros por ano às faturas dos consumidores.
Em janeiro, a CMA abriu uma investigação antitruste sobre o acordo. O órgão chegou a afirmar que o negócio poderia resultar em uma “redução substancial da concorrência dentro de um mercado ou mercados no Reino Unido”.
No final de março, a autoridade britânica deu cinco dias úteis para que as empresas apresentassem “soluções significativas” para as preocupações do regulador. Caso perdessem o prazo, a Vodafone e Three enfrentariam uma investigação aprofundada.
Já em abril, a CMA anunciou que faria a análise criteriosa sobre a fusão das duas empresas.
Após definir as exigências para a aprovação da operação, o órgão passou a realizar uma avaliação diferente da criação da nova gigante de telecomunicações.
“Tendo considerado cuidadosamente as evidências, bem como o amplo feedback que recebemos, acreditamos que a fusão provavelmente aumentará a concorrência no setor de telefonia móvel do Reino Unido”, afirmou Stuart McIntosh, presidente do grupo que lidera a investigação na CMA em comunicado à imprensa local.
Enquanto o governo britânico enxerga uma possibilidade para alavancar a rede 5G no país, a Vodafone e Three possuem outros motivos para avançar na fusão.
Segundo as duas companhias, elas vêm enfrentando dificuldades para competir com as outras grandes concorrentes – e a combinação dos negócios seria a solução para os problemas das duas empresas.
A Vodafone viu o seu valor de mercado cair mais de 70% na última década. Atualmente, ela está realizando a maior rodada de cortes de empregos da história do grupo.
Já a Three UK afirmou que não consegue sustentar o nível de investimento necessário em sua rede móvel, uma vez que os custos dobraram nos últimos cinco anos.
Com o anúncio da aprovação do acordo, a Vodafone comemorou a fusão por meio de comunicado.
“A decisão de hoje cria uma nova força no mercado de telecomunicações do Reino Unido e desbloqueia investimento necessário para construir a infraestrutura de rede que o país merece”, afirmou a CEO da operadora, Margherita Della Valle.
*Com informações da CNBC e The Guardian
Companhia entrega balanço robusto em meio a cenário global mais apertado para o aço; veja os principais destaques do resultado e o que dizem os analistas
Mesmo com queda trimestral esperada, projeções indicam Ebitda acima de US$ 4 bilhões, impulsionado por metais básicos
A Metalúrgica Gerdau também anunciou nesta segunda-feira (27) o repasse de R$ 105,9 milhões (R$ 0,08 por ação) aos acionistas, com pagamento agendado para o dia 10 de junho
A empresa de saneamento de São Paulo vota nesta terça-feira (28) o desdobramento de seus papéis, e o Seu Dinheiro conta como funciona o ajuste de preço, as datas de corte e o impacto para quem já tem SBSP3 na carteira
Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras
Para analistas do UBS BB, tarifas antidumping contra a China e preços mais altos podem destravar valor para USIM5; Morgan Stanley está menos otimista
Com novo programa de recompensas e benefícios, banco quer fisgar cliente que fica no meio do caminho entre varejo e private, afirmou Thiago Mendonça ao Seu Dinheiro; veja a estratégia
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%