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QUEM QUER DINHEIRO?

De camelô a banqueiro: como Silvio Santos tornou-se um dos homens mais ricos do Brasil

Depois de trabalhar como vendedor de rua na adolescência, Silvio Santos chegou a figurar na lista de bilionários da Forbes

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17 de agosto de 2024
13:16 - atualizado às 16:26
Silvio Santos sorrindo no auditório
Silvio Santos morreu neste sábado aos 93 anos. -

Silvio Santos fez história na televisão, mas atravessou décadas ocupando o imaginário dos brasileiros como um exemplo de empresário de sucesso.

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Em palestras, Silvio Santos, morto neste sábado aos 93 anos, falava com orgulho da trajetória que o levou "de camelô a banqueiro".

Também se orgulhava de dizer que a maior parte de sua fortuna foi construída por meio de trabalho duro.

Nascido Senor Abravanel, ele começou a trabalhar ainda na adolescência como vendedor de rua no Rio de Janeiro.

Chegou a ser detido pela polícia local por causa do trabalho. Teria sido na conversa com o delegado que ele conseguiu seus primeiros bicos como locutor.

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Mas Silvio Santos ainda atendia por Senor Abravanel e ganhava mais como camelô do que como locutor.

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O que mudou essa situação foi um primeiro contrato com a Rádio Nacional.

Dali em diante, o carisma pessoal juntou-se ao tino para os negócios para fazer de Silvio Santos um dos homens mais ricos do Brasil.

O Baú da Felicidade

Ao longo das décadas, Silvio Santos construiu um império empresarial marcado pela diversificação de investimentos.

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Fundado em 1965, o Grupo Silvio Santos atuou em uma série de segmentos da economia.

O impulso para sua fortuna veio dos carnês do Baú da Felicidade.

Fundado pelo empresário e apresentador Manuel da Nóbrega em 1958, o Baú da Felicidade estava à beira da falência quando Silvio Santos o recebeu praticamente de graça do amigo.

O motivo do perrengue financeiro do Baú da Felicidade foi um golpe aplicado por um sócio em Manuel da Nóbrega.

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Poderia ter sido um "presente de grego", mas o empresário reergueu o Baú da Felicidade e o transformou no esteio de sua ascensão no mundo dos negócios.

Simultaneamente, Silvio Santos surfou a modernização tecnológica da época e trocou o rádio pela televisão.

A nova mídia deu novo impulso a sua fama como apresentador.

O empresário de mídia

Em 1976, Silvio Santos tornou-se empresário de comunicação e mídia depois de obter a concessão do canal 11 da televisão no Rio de Janeiro.

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Fundou então a TVS, que serviu de embrião para o atual SBT, lançado em 1981.

Paralelamente, o empresário chegou a deter por intermédio de terceiro uma fatia da TV Record, mas vendeu a participação ao bispo Edir Macedo em 1989.

Tele-Sena e Jequiti

Outro negócio que rendeu muito dinheiro a Silvio Santos ao longo das décadas foi a Tele-Sena.

A loteria eletrônica foi bastante popular entre os anos 1990 e 2000.

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Em 2006, o empresário ingressou no segmento de cosméticos.

Os produtos de beleza de sua Jequiti tornaram-se populares na venda porta-a-porta, desafiando marcas consolidadas como Avon e Natura.

Silvio Santos também entrou nos ramos da incorporação imobiliária e da hotelaria.

O principal exemplo neste caso é o hotel Jequitimar, erguido por sua própria construtora, a Sisan.

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O banqueiro Silvio Santos

A ascensão social de Silvio Santos não transcorreu sem polêmicas.

A obtenção de concessões de canais de televisão entre o fim da década de 1970 e o início dos anos 1980 e o quadro chapa-branca "A Semana do Presidente" eram apontados como evidências de sua proximidade com a ditadura cívico-militar.

Em 1987, ele precisou se defender de acusações de uso de trabalho escravo em uma fazenda comprada por ele no Mato Grosso ainda nos anos 1970 com incentivos do regime militar.

A incursão de Silvio Santos como banqueiro também foi marcada por polêmicas.

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Ele fundou o Banco PanAmericano em 1990.

Em 2009, a Caixa Econômica Federal tornou-se sócia do PanAmericano por meio da Caixa Participações.

No ano seguinte, o empresário precisou colocar seu patrimônio pessoal à disposição depois da descoberta de um rombo bilionário na instituição financeira.

As 44 empresas do Grupo Silvio Santos entraram como garantia de um empréstimo de R$ 2,5 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Em 2011, depois da descoberta de um rombo adicional de R$ 1,5 bilhão, Silvio repassou o PanAmericano ao banco BTG Pactual.

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Uma década mais tarde, o BTG comprou a fatia da Caixa por R$ 2,7 bilhões e o PanAmericano atende atualmente pelo nome de Banco Pan.

Silvio Santos na Forbes

Silvio Santos já foi o homem mais rico do Brasil.

Por muitos anos, quando a Receita Federal ainda divulgava os nomes dos maiores contribuintes do Brasil, o empresário liderou por anos a lista dos principais pagadores de impostos do país.

Ele chegou a integrar, em 2013, a lista de bilionários da Forbes.

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A mais recente estimativa disponível, de 2022, situava a fortuna pessoal de Silvio Santos em cerca de R$ 1,6 bilhão.

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