O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agora, a Nvidia tem como alvo um mercado fragmentado de centenas de milhares de fabricantes de robôs, em contraste com o mercado concentrado de smartphones dominado por grandes players
Os Jetsons é uma série dos anos 60 produzida pela Hanna-Barbera que introduziu no imaginário das pessoas o que seria o futuro da humanidade: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs — uma realidade que está ainda mais próxima no que depender da Nvidia (NVDC34).
A gigante dos chips se prepara para lançar uma nova tecnologia para ajudar na fabricação de robôs humanoides no primeiro semestre de 2025, com o objetivo de reforçar sua posição no setor de robótica.
Apresentados pela primeira vez no início deste ano, essa linha faz parte da abordagem da Nvidia para o desenvolvimento de robôs semelhantes aos humanos.
Batizado de Jetson Thor, essa é a mais recente adição à plataforma Jetson da Nvidia, uma linha de computadores compactos projetados para aplicações de inteligência artificial (IA), com o novo modelo agora focado em robótica.
De competidora e fornecedora: a nova estratégia da Nvidia
Em vez de competir diretamente na fabricação de robôs – um setor em que empresas como a Tesla se aproveitaram dos avanços na eletrônica e nas baterias –, a Nvidia se posiciona como um fornecedor de tecnologia, semelhante à forma como o Google fornece a plataforma Android aos fabricantes de telefones.
Leia Também
A Nvidia tem como alvo um mercado fragmentado de "centenas de milhares" de fabricantes de robôs, em contraste com o mercado concentrado de smartphones dominado por alguns grandes players, segundo o vice-presidente de robótica e computação de ponta da Nvidia, Deepu Talla.
"Estamos fornecendo uma plataforma para robôs; não estamos construindo um robô", disse Talla, apontando parcerias com fabricantes de robôs como Siemens e Universal Robots.
O robô humanoide da Tesla, Optimus, deve entrar em produção limitada até o final de 2025 para uso nas fábricas de Elon Musk, com a produção provavelmente se expandindo para clientes externos até 2026, disse o próprio bilionário em julho.
A nova fronteira dos robôs humanoides
A Nvidia reconhece que pesquisadores e desenvolvedores em todo o mundo estão em uma corrida para criar essa nova geração de robôs – inclusive por se tratar de um mercado bilionário.
Segundo projeções do Goldman Sachs, o mercado global de robôs humanoides deve atingir US$ 38 bilhões (R$ 220 bilhões, no câmbio atual) em 2035.
Robôs humanoides são considerados ideais para aplicações gerais, pois conseguem operar de forma eficiente em ambientes projetados para humanos, exigindo poucas adaptações para serem implementados e utilizados.

Fonte: Nvidia
Para criar robôs humanoides, três sistemas computacionais acelerados são necessários para gerenciar a IA física e o treinamento, simulação e execução dos robôs.
Avanços na IA generativa estão trazendo habilidades de percepção 3D, controle, planejamento de habilidades e inteligência para os robôs. Simulações em larga escala permitem que os desenvolvedores aperfeiçoem e testem as habilidades dos robôs em um mundo virtual, reduzindo os custos de aquisição de dados reais e garantindo segurança em ambientes controlados.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor