Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BRIGA DE VALOR

Nubank (ROXO34) está perto de superar o Itaú (ITUB4) na bolsa — mas qual é o melhor para ter na carteira? O BTG Pactual responde 

Atualmente, o banco digital é avaliado em US$ 58,3 bilhões, apenas 2% abaixo do valor de mercado do Itaú Unibanco

Camille Lima
Camille Lima
8 de abril de 2024
14:26 - atualizado às 12:25
Logo Nubank e Itaú
Imagem: Montagem Seu Dinheiro com imagens de divulgação

Depois de ultrapassar o Itaú Unibanco (ITUB4) como instituição financeira “queridinha” dos brasileiros no ano passado, o Nubank (ROXO34) agora quer vencer a briga pela coroa de banco mais valioso da América Latina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, a fintech e o maior banco privado do país encontram-se em um “empate técnico”, segundo o BTG Pactual. 

Hoje, o Nubank é avaliado em US$ 58,3 bilhões, apenas 2% (ou US$ 1 bilhão) abaixo do Itaú, cujo valor de mercado chega a aproximadamente US$ 59,3 bilhões.

Para fins de comparação, o valor de mercado combinado do Bradesco e do Banorte, o segundo banco mais valioso do México, é de US$ 60,4 bilhões — ou seja, só 4% acima do Nubank. 

A atual avaliação do banco digital é resultado da disparada das ações da fintech em Wall Street. Os papéis acumulam valorização de mais de 44% em 2024, o melhor desempenho entre os bancos brasileiros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações do Itaú, por sua vez, acumulam alta de 2% no ano, enquanto o Bradesco (BBDC4) e o Santander (SANB11) registram uma desvalorização da ordem de 12% desde janeiro.

Leia Também

Lembrando que o Nubank possui ações listadas na Bolsa de Nova York (Nyse) e recibos (BDRs) na B3, com o código ROXO34. Por aqui, os papéis do banco digital acumulam alta de 46% no ano.

O Nubank vai ultrapassar o Itaú?

Na avaliação do BTG Pactual, o Nubank poderia em breve se tornar o banco mais valioso da América Latina, superando o Itaú Unibanco.

“Com uma avaliação tão elevada e o ciclo positivo no Brasil, se o Nubank acelerar o seu crescimento e/ou fizer uma aquisição ou fusão (M&A), não é difícil acreditar que em breve se tornará o banco mais valioso da América Latina”, afirmam os analistas, em relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis do banco digital foram impulsionados em Wall Street por um conjunto de fatores, na visão do BTG. 

Entre eles, estão o forte resultado do Nubank no quarto trimestre, a percepção de melhora no ciclo de crédito local, a potencial inclusão dos papéis no índice MSCI no segundo semestre deste ano e as projeções de crescimento do banco digital no México.

É importante destacar que essa não seria a primeira vez em que o Nubank conquistaria o título de banco mais valioso da América Latina.

Na verdade, na primeira semana após a abertura de capital (IPO) em Wall Street, a fintech chegou a desbancar o Itaú Unibanco em valor de mercado — isto é, antes da derrocada das ações em Nova York. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com todo o barulho sobre o limite das taxas de cartão de crédito rotativo, a capitalização de mercado do Nubank quase atingiu o mínimo de US$ 15,4 bilhões em 16 de junho de 2022. Em retrospectiva, essa foi uma clara oportunidade de compra que perdemos”, reconheceram os analistas do BTG Pactual.

Ainda de acordo com o banco, o progresso tecnológico, as mudanças regulatórias (como o PIX, limites de cheque especial e taxas de intercâmbio) e a chegada de novos competidores no setor financeiro “realmente abalaram o banco de varejo brasileiro”, principalmente entre a população de baixa renda. 

“O sucesso do NU, a sustentabilidade de seus resultados impressionantes e o número significativo de relacionamentos bancários primários ajudam a explicar as perdas de capitalização de mercado do Bradesco”, disse o BTG Pactual.

Mas e na carteira, é melhor ter ações do Nubank ou do Itaú?

Segundo os analistas, a operação bancária de varejo menos lucrativa e as ameaças competitivas do Nubank e de outros concorrentes podem ter “limitado” os múltiplos de valuation do Itaú.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas é justamente a potencial vitória do banco digital em valor de mercado que impede uma visão mais otimista do BTG Pactual para as ações do Nubank. Os analistas mantiveram recomendação “neutra” para os papéis NU devido ao patamar atual de valuation da fintech

Por sua vez, o desempenho inferior do Itaú é um dos motivos para a avaliação positiva dos analistas para as ações ITUB4 — que atualmente possuem recomendação de “compra” pelo BTG.

“Por enquanto, o ITUB4 continua sendo nossa principal opção bancária na América Latina (juntamente com o Banorte)”, destacam os analistas.

A aposta da fintech no México

Para o BTG Pactual, parte do otimismo em relação ao Nubank deve-se às previsões otimistas para a operação do banco digital no México, avaliada como “a principal oportunidade para a Nu criar valor para os acionistas”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dos clientes do banco, 45% disseram que o México representará de 5 % a 15% dos resultados financeiros do Nubank em cinco anos, enquanto 44% estimam esse percentual entre 15% e 30%.

Para os analistas, a oportunidade do México é grande, mas há riscos e desafios no radar. “O Nu precisa estar lá e tomar as medidas certas”, disse o banco. 

Na visão do BTG Pactual, a solidez dos resultados financeiros na operação mexicana pode demorar um pouco — e os analistas citam quatro motivos para isso.

Para os analistas, além da regulamentação no Brasil ser mais “pró-concorrência” do que no México, o sucesso do Pix “mudou o jogo” em termos de uso bancário no Brasil, enquanto o CoDi (a versão mexicana do Pix) ainda não decolou por lá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o banco avalia que a penetração dos cartões de crédito no México é “baixa e pode levar algum tempo para melhorar”.

Outro ponto levantado pelos analistas é o próprio negócio de cartão de crédito: enquanto no Brasil o mercado é autofinanciado, no México, é preciso primeiro construir uma franquia de depósito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia