O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os lançamentos saltaram 83,8% ante o primeiro trimestre do ano e alcançaram os R$ 637 milhões, enquanto as vendas líquidas se aproximaram dos R$ 500 milhões
Com a virada no cenário macroeconômico e a queda no apetite ao risco dos investidores, as ações da Moura Dubeux (MDNE3) praticamente zeraram a alta que era registrada em 2024 até agora, assim como outros nomes da construção civil.
Mas, se no mercado acionário os avanços desaceleraram, no front operacional a companhia que é líder de mercado no Nordeste segue performando bem e acaba de divulgar a melhor prévia operacional de sua história.
Os lançamentos saltaram 83,8% ante o primeiro trimestre do ano e alcançaram os R$ 637 milhões. Já as vendas líquidas cresceram 32,1% na mesma base de comparação e se aproximaram dos R$ 500 milhões.
“Não temos como administrar tanto o preço da ação, mas o resultado da companhia só melhorou. O lucro acumulado dos últimos 12 meses é crescente e os dados operacionais também”, diz Diego Villar, CEO da companhia.
Villar conversou com o Seu Dinheiro a respeito do desempenho do segundo trimestre, diz o que esperar do balanço e revela também que a previsão para a primeira distribuição de dividendos da Moura Dubeux será antecipada.
Confira abaixo os destaques da entrevista.
Leia Também
Não temos como administrar tanto o preço da ação, mas o resultado da companhia só melhorou. O lucro acumulado dos últimos 12 meses é crescente, e os dados operacionais também.
O que aconteceu conosco foi basicamente o que aconteceu com todas as outras incorporadoras: houve uma queda geral de valuation muito em função da expectativa que praticamente desapareceu da queda da taxa de juros, a Selic.
A discussão sobre o equilíbrio fiscal no país também acaba afetando todos nós. Mas isso não reflete, na minha visão, o nosso resultado médio e nem das demais empresas. É basicamente uma questão da análise de risco e retorno que o mercado acaba aplicando sobre as incorporadoras em geral.
O mercado imobiliário do Nordeste tem uma característica um tanto singular em relação às outras regiões brasileiras, especialmente o Sudeste, onde vocês têm mais dados e mais acompanhamento.
As companhias, como um todo, performam com um baixo estoque de prateleira. Temos hoje algo em torno de um ano de produtos em estoque, contra cerca de 18 a 19 meses no Sudeste.
Além disso, a baixa concorrência faz com que consigamos manter o VSO alto da companhia, mesmo em momentos adversos como o atual, que é mais especulativo do que afeta a vida real.
Se olharmos, caiu a expectativa da redução da taxa de juros. Mas, nos últimos 12 meses, o que houve de fato foi uma queda da taxa de juros, o que acabou trazendo, para o Brasil, um baixo índice de desemprego e, mais recentemente, uma melhoria de renda.
E uma região que não tem tanta oferta de produto imobiliário naturalmente tem o seu próprio dinamismo econômico que traz o desejo da compra do imóvel. A prévia operacional reflete isso, a Moura Dubeux teve crescimento nos últimos 12 meses, seis meses e no próprio trimestre. Esse foi o melhor trimestre da história da empresa em vendas líquidas.
É um efeito sazonal da data de lançamento. Somos obrigados a apresentar resultados trimestrais, mas, se olharmos a fotografia do nosso plano de lançamentos, observamos que, do Valor Geral de Vendas (VGV) lançado no trimestre, um volume significativo aconteceu em junho. Agora em julho a gente segue lançando produtos, em agosto e setembro também.
Então tivemos um início de ano um pouco mais tímido porque sempre procuramos tatear o mercado e entender para onde ele está indo, e, conforme ele vai reagindo positivamente, apresentamos os produtos.
Não só a VSO, mas todos os indicadores financeiros da Moura Dubeux têm uma característica de disciplina. Não queremos crescer por crescer. Poderíamos, inclusive, operar em um tamanho maior se não fosse a nossa disciplina com relação à gestão do caixa.
Mas somos bastante cautelosos em manter as margens dos projetos. Não queremos ter uma quantidade de canteiros em que seja necessário abrir mão da qualidade para o nosso cliente e do resultado para o nosso acionista. E, ao mesmo tempo, como o nosso modelo de negócio é de capital intensivo, também temos cautela no mix de condomínio e incorporação para manter a consistência na qualidade de venda, o VSO reflete isso.
Sim, ela será acelerada, vamos pagar dividendos já neste ano. Como eu disse, somos otimistas em relação ao nosso posicionamento no Nordeste, mas somos muito cautelosos com relação à gestão do caixa. E, como temos bastante cautela, o trimestre se mostrou mais favorável do que o planejado. Houve geração de caixa e a nossa expectativa agora é pagamento de dividendos já no quarto trimestre.
Ele vai refletir muito o que tem sido a evolução trimestre a trimestre. Teremos novamente crescimento de todos os indicadores financeiros, assim como já ocorreu no primeiro trimestre e considerando o direcionamento da companhia para o ano de 2024, que é de superar o lucro líquido de R$ 200 milhões.
Então o que se pode esperar é algo muito em linha com o que foi a prévia operacional: melhorias e resultados. Volto a destacar que essa é a melhor prévia que já tivemos para um trimestre isoladamente na história da companhia e já começamos o terceiro trimestre muito forte.
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história