O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A partir desta segunda-feira, João Nogueira Batista deixará o cargo de atual CEO para ser substituído por Andrea Menezes
A semana se inicia com mais uma novidade no universo do varejo de moda. A Lojas Marisa (AMAR3) anunciou uma de suas últimas etapas de reestruturação operacional: a mudança de comando.
Em uma leve adaptação do lema “de mulher para mulher”, a nova gestão da varejista passará a contar com dois nomes femininos de peso.
A partir desta segunda-feira (05), João Nogueira Batista deixará o cargo de atual CEO para ser substituído por Andrea Maria Meirelles de Menezes, que atualmente ocupa a posição de membro independente do conselho de administração da companhia.
Menezes já atuou em outras empresas do setor financeiro como executiva e conselheira, com passagens pelos bancos JP Morgan, Banco Cargill, Merrill Lynch e Lehman Brothers Brasil.
Pelos últimos quatro anos, a nova presidente da Marisa ainda ocupou a vaga de conselheira de administração do Banco Fibra e já chegou a trabalhar no Banco Standard de Investimentos como CEO por seis anos.
Segundo o fato relevante enviado à CVM, a troca na gestão da Marisa segue o plano de reestruturação traçado pela diretoria e pelo conselho da empresa, que entra em nova fase para incluir o “reposicionamento comercial da companhia”.
Leia Também
Além da troca de chefia, a varejista de moda ainda anuncia uma rotação no cargo de diretor de relações com investidores (DRI), que passará a ser exercido pela atual diretora financeira (CFO), Roberta Ribeiro.
Vale lembrar que a reestruturação da Marisa (AMAR3) já se arrasta há algum tempo — e inclui o fechamento de lojas e foco em produtos de melhor performance e menor risco.
No terceiro trimestre de 2023, a varejista registrou um prejuízo líquido de R$ 196,4 milhões, equivalente a uma piora de 92,45% em relação ao apurado em igual intervalo do ano anterior.
Já o prejuízo líquido ajustado recorrente foi de R$ 171,6 milhões, um aumento de 69,9% na comparação anual.
A empresa afirma que o resultado foi impactado, principalmente, pela redução de receitas com vendas de mercadorias devido ao menor nível de estoques.
A companhia pretende divulgar os últimos números financeiros referentes a 2023 em meados do mês que vem, com a publicação do balanço do quarto trimestre marcada para o dia 14 de março. Confira o calendário de resultados completo aqui.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio