O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Foram celebrados dois acordos com credores e debenturistas envolvendo as subsidiárias Light Sesa e Light Energia; entenda o que vem pela frente
A Light (LIGT3) deu mais um passo em direção ao fim da reestruturação de dívidas e assinou na noite de quinta-feira (11) um acordo com credores de suas subsidiárias.
Em recuperação judicial desde maio de 2023, a companhia fechou um term sheet que reflete um acordo preliminar com gestores representantes de fundos titulares de debêntures emitidas pela Light Sesa.
De acordo com o fato relevante enviado à CVM, os créditos das debêntures da empresa de energia — das 9ª, 15ª, 16ª, 17ª, 21ª, 22ª, 23ª, e 24ª emissões — somam aproximadamente R$ 4,96 bilhões.
“O acordo representa mais uma etapa significativa no processo de equacionamento do endividamento financeiro das companhias. A administração da Light e os assessores financeiros e jurídicos por ela contratados seguem empenhados nas tratativas e interações com seus demais credores”, escreveu a empresa.
Mas a primeira reação do mercado ao acordo não é positiva, pelo contrário. As ações da Light (LIGT3) operavam em queda nas primeiras horas do pregão.
Por volta das 11h45, os papéis caíam 2,08%, negociados a R$ 5,19. No acumulado do ano, a desvalorização dos ativos da empresa de energia chega a 33%.
Leia Também
Ainda na noite de ontem, outra subsidiária da empresa, a Light Energia, celebrou com determinados credores instrumentos de repactuação de créditos.
A companhia e os credores acordaram os mecanismos para repactuação dos respectivos créditos na Light Energia e a extinção da coobrigação da Light em relação a esses créditos.
Com o acordo, a subsidiária também não está mais “blindada” contra os credores de instrumentos de dívida repactuados, uma vez que revogou os efeitos de proteção do “stay period” — período em que as ações e execuções de dívida ficam suspensas durante o processo de reestruturação.
De acordo com a Light, os acordos “refletem os principais termos e condições econômicas para a repactuação da dívida por ele abrangida” e se encontram sujeitos à negociação e celebração dos documentos definitivos, incluindo aditamento ao plano de recuperação judicial da empresa.
Vale lembrar que a Light (LIGT3) convocou para 25 de abril uma Assembleia Geral de Credores para votação do novo plano de recuperação judicial da companhia. Caso não haja quórum, a segunda convocação já está prevista para 3 de maio de 2024.
O novo plano de recuperação judicial foi apresentado em 23 de fevereiro, com a previsão de pagamento integral, em até 90 dias, de créditos no valor de até R$ 30 mil reais.
Com isso, serão contemplados cerca de 28 mil credores, ou 60% dos detentores de dívidas da empresa de energia.
A nova proposta prevê ainda o aporte de novos recursos na empresa, no valor de até R$ 1,5 bilhão, sendo que os acionistas de referência (Nelson Tanure, Beto Sicupira e Ronaldo Cezar Coelho) têm a intenção de garantir a injeção de R$ 1 bilhão.
O preço de conversão dessa capitalização tomará como base a média de 60 dias das cotações anteriores à apresentação do plano, com warrant (garantia) de duas ações para cada papel.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio