O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Huawei vê movimentação das grandes empresas de telecomunicações para lançar o 5.5G em breve no Brasil
O 5G nem bem terminou de ser implantado no Brasil e uma nova geração de internet móvel já está a uma atualização de distância do público. Esta é a percepção da Huawei para o mercado de telecomunicações no Brasil.
O 5.5G tem atraído crescente interesse das grandes empresas brasileiras de telecomunicações brasileiras e o lançamento para o público deve ocorrer em breve.
"As operadoras com certeza estão se movimentando para isso", afirmou o presidente da Huawei para América Latina, Daniel Zhou, em entrevista para o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
O Brasil é um dos mercados onde a Huawei está presente, como fornecedora das três grandes teles (Vivo, TIM e Claro).
Zhou explicou que o 5.5G no Brasil requer apenas uma atualização dos equipamentos de redes, sem testes operacionais feitos a partir do zero.
O 5.5G promete uma velocidade em torno de 30 vezes superior. No 5G, a velocidade de download está em cerca de 300 megabits por segundo (Mbps), podendo alcançar picos de 1 gigabit por segundo Gbps. Já no 5.5G, a estimativa é de atingir até 10 Gbps.
Leia Também
"Dez gbps é uma velocidade de download enorme, e nós precisamos muito disso", afirmou Zhou, citando a possibilidade de mais dispositivos conectados ao mesmo tempo com ainda mais qualidade de tráfego de dados.
Isso vai gerar um ganho para o cidadão comum, grandes eventos, mas, principalmente para uso em indústrias, agricultura e logística.
"No carnaval, por exemplo, você pode ver o por que de ter esse nível de download. São milhares de pessoas na rua ao mesmo tempo, compartilhando vídeos e fotos", citou, exemplificando um dos casos de uso.
A chinesa Huawei apresentou nesta semana o seu portfólio de antenas e outros equipamentos de redes que vão permitir às operadoras de celular ativar o sinal de internet móvel 5.5G, em mais uma etapa da corrida tecnológica para turbinar o tráfego de dados.
A apresentação foi feita no estande da multinacional, no Mobile World Congress (MWC), maior feira de telecomunicações do mundo, que acontece entre 26 e 29 de fevereiro em Barcelona.
A Huawei vem trabalhando com operadoras, em cerca de 20 cidades, para testes com a nova tecnologia que confirmaram essa velocidade de navegação.
As três principais operadoras da China iniciaram a implantação da rede 5.5G nas principais cidades para explorar serviços digitais para pessoas, coisas, veículos, setores e residências conectadas.
Em Hong Kong, as operadoras também concluíram testes e verificação da taxa de 10 Gbps no 5.5 G e começaram a fornecer serviços de banda larga móvel (tecnologia FWA) com o novo sinal.
Na Europa, teles da Finlândia e da Alemanha também já fizeram estes. E no Oriente Médio, já há experiências envolvendo o uso de internet das coisas com 5.5G.
Na visão da Huawei, a implantação do 5G progrediu rapidamente ao redor do mundo nos últimos quatro anos e já tem gerado ganhos de produtividade significativos.
Hoje, existem cerca de 300 redes comerciais 5G lançadas em todo o mundo, servindo mais de 1,6 bilhão de usuários.
O desenvolvimento do 5G está agora bem encaminhado, com taxas de crescimento sete vezes maiores do que as do 4G no mesmo período, segundo a multinacional chinesa.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou