O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O valor da operação é da ordem de US$ 325 milhões, um desinvestimento bastante significativo, de aproximadamente 4,5% do valor de mercado da siderúrgica
A Gerdau (GGBR4) surpreendeu o mercado ontem (17) com o anúncio da venda total da participação em duas joint ventures com atuação na Colômbia, República Dominicana, Panamá e Costa Rica. Com isso, o Grupo Inicia, sócio da siderúrgica brasileira em ambos os negócios, ficará com os 49,85% da Diaco e os 50% da Gerdau Metaldom Corp.
O valor da operação é da ordem de US$ 325 milhões (cerca de R$ 1,592 bilhão), um desinvestimento bastante significativo, equivalente a aproximadamente 4,5% do valor de mercado da mineradora. Mas o BTG Pactual enxerga a venda dos ativos com bons olhos: “inesperado, mas positivo”, descreve o banco.
Isso porque a mineradora vem de anos de um processo de desalavancagem e desinvestimentos. Em outras palavras, o mercado não esperava novas vendas. O lado positivo, na visão do BTG, é que isso abre espaço para o pagamento de dividendos mais agressivos em 2023.
Em novembro do ano passado, a Gerdau já havia anunciado dividendos de R$ 822,2 milhões — o equivalente a R$ 0,47 por ação ordinária (GGBR3) e preferencial (GGBR4).
De acordo com o comunicado enviado ao mercado, o Ebitda (isto é, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) médio combinado das duas operações foi de US$ 134 milhões (R$ 656,6 milhões), sendo que a participação da Gerdau correspondia a aproximadamente 50% dessa geração.
O BTG considerou a venda positiva para a Gerdau porque a avaliação das duas joint ventures no negócio foi superior à da própria siderúrgica brasileira.
Leia Também
Traduzindo isso em números, o negócio saiu a um múltiplo de 4,8 vezes o Ebitda, enquanto que a Gerdau é negociada hoje a 4x o Ebitda.
Por fim, o banco destaca que esse movimento ajuda na simplificação da estrutura corporativa da Gerdau. Por outro lado, a venda das unidades não deve ser suficiente para reverter o sentimento negativo em relação à empresa no curto prazo.
Quem faz coro com o BTG é o Itaú BBA, que rebaixou os papéis para uma recomendação neutra no final de 2023. Como se não bastasse, houve uma revisão do preço-alvo de R$ 30 para R$ 26.
Vale lembrar que as siderúrgicas brasileiras vêm sofrendo com a concorrência dos produtos importados, notadamente da China. Nesta quinta-feira, as ações GGBR3 e GGBR4 operavam em alta de 0,21% e 0,97%, cotadas a R$ 19,39 e R$ 20,76, respectivamente.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo