🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

SD ENTREVISTA

Exclusivo: Mercado Livre ainda está no meio da curva de crescimento — e desta vez não vai abrir mão da rentabilidade, diz cofundador

Ao Seu Dinheiro, Stelleo Tolda revelou que quer manter o ritmo de crescimento na América Latina — e Mercado Pago e iniciativas em inteligência artificial são pontos centrais da estratégia

Camille LimaVinícius Pinheiro
30 de setembro de 2024
6:08 - atualizado às 18:31
Stelleo Tolda, cofundador do Mercado Livre (MELI34).
Stelleo Tolda, cofundador do Mercado Livre (MELI34). - Imagem: Divulgação

Quem segura o “trator argentino”? Aos 25 anos, mas com um ritmo de expansão que mais parece o de uma startup, o Mercado Livre (MELI) ainda tem muito espaço para avançar. Com planos de dobrar a operação logística no Brasil, a gigante do e-commerce encontra-se apenas no “meio da curva de crescimento”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A visão é de ninguém menos que Stelleo Tolda, o executivo que ajudou a empresa a nascer ainda nos primórdios da internet, há 25 anos.

Mais precisamente, a gigante do e-commerce encontra-se apenas no “meio da curva de crescimento”, e isso vale tanto para o negócio de varejo como para o banco digital do grupo, o Mercado Pago.

“Quando a gente olha para números de outros países onde esses negócios já estão há mais tempo, vemos penetrações mais altas desses serviços, e não há nenhum motivo pelo qual isso não possa acontecer por aqui”, afirmou Stelleo, em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro durante a Meli Experience, o megaevento anual para os vendedores da plataforma.

Stelleo Tolda, cofundador do Mercado Livre (MELI34).
Stelleo Tolda, cofundador do Mercado Livre (MELI34), em painel durante evento Meli Experience 2024

Empresa mais valiosa da AL

Em meio a seguidos balanços robustos e acima das expectativas, o Meli já puxa a fila de empresas mais valiosas da América Latina, à frente de nomes como Petrobras (PETR4), Itaú (ITUB4) e Nubank (ROXO34).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa tem ações listadas na bolsa norte-americana Nasdaq e BDRs negociados na B3, com o código MELI34. O grupo vale hoje pouco mais de US$ 100 bilhões (R$ 544 bilhões, no câmbio atual).

Leia Também

Ao contrário do que ocorreu no passado recente, desta vez o Mercado Livre não precisará sacrificar o retorno ao acionista para sustentar o crescimento, de acordo com o executivo, que assumiu recentemente uma cadeira no conselho de administração.

Desde a criação, o Mercado Livre precisou se conectar às tecnologias do momento — e não será diferente com a inteligência artificial, segundo Stelleo. A inovação traz oportunidades e ameaças para a companhia, mas ele vê esse saldo como positivo. Ou seja, o Meli tem mais a ganhar com os avanços que a IA vai permitir.

“Quando você tem uma ferramenta com a qual pode interagir mais, ela dá margem para um nível de personalização que você não tinha antes. Na prática, vai ser literalmente ‘ao gosto do freguês’”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No embalo do aniversário do Seu Dinheiro, perguntamos a Stelleo Tolda como ele enxerga o Mercado Livre daqui a seis anos. Leia a resposta e a íntegra da entrevista a seguir:

Aos 25 anos, o Mercado Livre ainda tem números “de startup” nas principais métricas de resultado. É possível manter esse ritmo de crescimento?

Eu gosto de brincar que o Mercado Livre é um “sucesso repentino de 25 anos”. É uma construção que começa lá atrás, em um momento bem inicial da internet. Apesar desse crescimento e de já termos um tamanho relevante — afinal, somos a maior empresa da América Latina —, ao mesmo tempo, estamos em um espaço onde o potencial é gigantesco. 

Essa é a combinação perfeita: uma empresa que já é grande, mas que ainda tem oportunidade de muito crescimento. Isso se aplica tanto para o negócio de e-commerce, do próprio Mercado Livre, quanto em serviços financeiros, no Mercado Pago.

Os dois ainda estão “no meio da curva”. Quando a gente olha para números de outros países onde esses negócios já estão há mais tempo, vemos penetrações mais altas desses serviços, e não há nenhum motivo pelo qual isso não possa acontecer por aqui — não só no Brasil, como na América Latina como um todo.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Temos uma marca muito conhecida e tecnologia e logística próprias que desenvolvemos ao longo desses 25 anos. São várias avenidas e é uma confluência de fatores que nos levam a vislumbrar esse crescimento no futuro. 

É possível entregar esse crescimento todo com rentabilidade?

Antes de falar do futuro, acho que vale lembrar um pouco do passado. O Mercado Livre foi uma empresa muito rentável durante muitos anos. Nós trabalhávamos no modelo de marketplace, por isso era mais fácil do que para quem estava trabalhando com estoque próprio e tinha toda uma infraestrutura também logística. Dez anos atrás, era uma empresa com margens de Ebitda de quase 40% naquele momento.

Já entre 2017 e 2018, a gente enxergou uma oportunidade muito grande de começar a investir mais fortemente no negócio, particularmente no frete grátis.

Acontece que o “frete grátis” só é gratuito para o consumidor, porque alguém precisa pagar essa conta — e quem majoritariamente o fez durante os primeiros anos de investimento forte foi o Mercado Livre, com a parceria dos seus vendedores. 

A partir desse momento, a gente começa a ver também uma curva de crescimento acelerada, então passamos a reinvestir no negócio e ainda montamos uma infraestrutura logística. Só que perdemos dinheiro. Nesse tempo todo, nós já éramos uma empresa pública e precisamos ser muito transparentes com o mercado sobre a nossa estratégia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nós estávamos em um ciclo de investimento, e hoje nos beneficiamos desse investimento que foi feito ao longo de vários anos, de uma tecnologia própria que foi desenvolvida, de uma infraestrutura logística que foi criada e uma escala muito maior. Agora até o volume maior faz com que tenhamos um custo de logística diluído.

Olhando para frente, já estamos numa escala muito importante e continuamos reinvestindo no nosso negócio, especialmente em áreas como bens de consumo e supermercado. Vemos muito potencial, é uma área que deve gerar recorrência de compra ainda maior dos nossos usuários, mas ainda demanda investimento.

Nós ainda temos um ciclo de investimento, mas já estamos falando de um negócio com escala muito maior em que a rentabilidade já existe e deve continuar para a frente, mesmo com investimentos e as iniciativas que temos impulsionado. 

O Meli tem planos de expandir para outros países fora da América Latina?

O nosso foco tem sido na América Latina e ele vai continuar no futuro. Vemos que o potencial não está só no Brasil, mas em todos os países. Toda essa visão de ecossistema que temos, com Mercado Livre, Mercado Pago, logística, programas de afiliados e de fidelidade, são coisas que queremos ter em todos os países. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil costuma se beneficiar de ser o maior e o primeiro país onde lançamos muitas dessas novas iniciativas, mas pretendemos fazer a mesma coisa nos outros países da região. Nós somos latino-americanos, entendemos o consumidor latino-americano e temos um grande potencial ainda na América Latina. 

O Mercado Pago vem expandindo cada vez mais a atuação. Uma eventual separação ou IPO estão no radar? 

O Mercado Pago tem essa vida dentro do Mercado Livre, mas também um potencial gigantesco fora. A nossa visão para a fintech é de um banco digital completo. Ele nasceu com pagamentos, evoluímos para a oferta de crédito, depois surgiram investimentos e seguros. 

Vemos o Mercado Pago como muito estratégico, com valor intrínseco por si só, mas também junto ao Mercado Livre, nessa ideia de ecossistema. Os consumidores do Mercado Livre se beneficiam de ter o Mercado Pago integrado e os vendedores do Mercado Pago têm a possibilidade também de usar o Meli como um grande canal de distribuição.

É por isso que, em relação à possibilidade de abrir o capital do Mercado Pago, essa não é a nossa ideia. A gente enxerga valor nessa integração entre as partes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Inovações como a IA são uma ameaça ou oportunidade para o Meli?

A tecnologia se movimenta de forma muito rápida, então dá margem para ter inovações que podem ser muito disruptivas. Mas nesses 25 anos de história, já vimos muito disso. Hoje, a inteligência artificial é uma oportunidade para a gente.

A gente vem usando essa tecnologia de forma mais ampla, atuando em segmentos diversos, como prevenção a fraudes e modelos preditivos com relação a crédito, mas também vislumbramos uma oportunidade para, no futuro, usar a IA no atendimento aos usuários. 

Com a inteligência artificial, teremos a realização de uma promessa antiga: a da hiperpersonalização. Quando você tem uma ferramenta com a qual pode interagir mais, ela dá margem para um nível de personalização que você não tinha antes. É quase que você abrir a fronteira, crescer em escala ao mesmo tempo em que faz ofertas mais personalizadas. Na prática, vai ser literalmente “ao gosto do freguês”. 

Durante a nossa história, a gente também soube dizer não para aquilo que acredita que era só o “sabor do momento”, como foi o metaverso. O tempo provou que o Mercado Livre estava certo em apostar que não era isso, a gente não mudou o nome da empresa e nem fez grandes investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse não é o caso da inteligência artificial. Estamos diante de uma grande transformação, de uma plataforma extremamente poderosa e existem oportunidades de captura de eficiência. No entanto, existem riscos possíveis pela novidade. 

Quem serão os concorrentes do Mercado Livre no futuro: as varejistas ou os bancos?

A gente já atua num mercado que é extremamente competitivo há muito tempo. A concorrência não é novidade. Só que a América Latina se tornou uma região relevante para players globais por possuir uma combinação muito especial de tamanho relevante e potencial de crescimento muito grande. 

Para qualquer empresa mundial que atua em comércio eletrônico ou serviços financeiros, hoje a América Latina é muito atraente. Digo que estamos jogando a Champions League, é o melhor torneio do mundo contra os melhores times do planeta. Não importa o segmento, se é comércio ou se é financeiro, a gente acredita que o ambiente vai se tornar ainda mais competitivo e concorrido no futuro.

De olho no futuro, como vê o Mercado Livre daqui a seis anos?

Muita coisa acontece em seis anos. Em 2018, o Mercado Livre estava só começando a investir fortemente em logística própria… veja o que aconteceu em seis anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma previsão é que a incerteza vai permanecer no mercado. Em seis anos, vamos conviver com o risco e a incerteza. Isso faz parte.

Mas do nosso ponto de vista, queremos ser ágeis, responder de forma rápida e assertiva para não nos perdermos em coisas que não são relevantes. Queremos efetivamente participar do crescimento daquilo que tem impacto na vida das pessoas. Em seis anos, eu acredito que esse impacto do Mercado Livre vai se intensificar.

"O que o Mercado Livre se tornou em 25 anos é realmente uma rede com um poder de distribuição inigualável. Isso vai gerar muita oportunidade nos próximos seis anos."


Stelleo Tolda, Mercado Livre

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ACORDO DE FECHAMENTO

Tchau, Americanas (AMER3): varejista fecha loja no Shopping Iguatemi, em São Paulo

20 de fevereiro de 2026 - 13:05

A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano

MEDO DA GUERRA

Combate em novos ares: Embraer (EMBJ3) fortalece divisão de defesa com parceria nos EUA para aprimorar o KC-390

20 de fevereiro de 2026 - 10:53

Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave

DINHEIRO NA CONTA

Cyrela (CYRE3) vende ações em leilão na B3 e garante R$ 1 milhão “extra” aos investidores. Quem tem direito?

20 de fevereiro de 2026 - 9:44

Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas

VAI DECOLAR DA BOLSA

De malas prontas: controladora da Gol (GOLL54) chega a 99,95% do capital da aérea após a OPA

20 de fevereiro de 2026 - 8:41

Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora

DINHEIRO NA CONTA DOS ACIONISTAS

Banco do Brasil (BBAS3) detalha pagamento de mais de R$ 400 milhões em JCP; confira prazos e condições

19 de fevereiro de 2026 - 19:48

Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco

RAIO-X DA DÍVIDA

CSN (CSNA3) em tratamento de choque: Moody’s corta rating e alerta para efeitos colaterais

19 de fevereiro de 2026 - 19:24

A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária

SINAL AMARELO

WEG (WEGE3) está cara demais? JP Morgan liga alerta para a ação antes dos resultados do 4T25, e papéis caem quase 4% na bolsa

19 de fevereiro de 2026 - 19:01

Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação

CRISE NO CARRINHO

GPA (PCAR3) cai forte na bolsa: o que afetou a dona da rede Pão de Açúcar, que vive trocas no comando e alto endividamento

19 de fevereiro de 2026 - 16:36

A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado

PLANOS APROVADOS?

Acionistas querem a Axia Energia (AXIA6) no Novo Mercado? Ações sobem após proposta da elétrica; veja se é hora de comprar

19 de fevereiro de 2026 - 14:59

À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda

METAIS BÁSICOS NO FOCO

Vai destravar valor? O que a joint venture da Vale (VALE3) no Canadá significa para quem tem ações da mineradora

19 de fevereiro de 2026 - 14:15

Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões

SOBREVIVENTE

O dia seguinte ao apocalipse de US$ 2 trilhões: Totvs (TOTS3) prova que há vida após o caos da IA e ações podem dar um salto de 22%

19 de fevereiro de 2026 - 13:34

Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software

TOP PICKS

Petróleo sobe, mas Petrobras (PETR3) não é a preferida do BTG para lucrar; veja as queridinhas de óleo e gás do banco

19 de fevereiro de 2026 - 12:17

Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos

NOVA PARCERIA NO RADAR

Unipar (UNIP6) e Casa dos Ventos fecham contrato para compra de energia e participação em usinas solares no Mato Grosso do Sul

19 de fevereiro de 2026 - 10:40

A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis

UMA AÇÃO, UM VOTO

Axia (AXIA3) quer subir ao Novo Mercado: o que está por trás da nova aposta da ex-Eletrobras e como ficam os acionistas?

19 de fevereiro de 2026 - 10:13

Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores

ÚLTIMO PASSO

Natura (NATU3) sai da Rússia por R$ 166,3 milhões; entenda o que vem pela frente agora

19 de fevereiro de 2026 - 9:53

A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina

DRAGÃO ADORMECIDO

China sequestra R$ 14 bilhões em valor de mercado da Vale (VALE3), com queda de 3,57% das ações

18 de fevereiro de 2026 - 19:28

O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%

AS FAVORITAS PARA INVESTIR

Construtoras de alta renda podem gerar retorno de até 44%, segundo a XP; analistas dizem qual é a ‘estrela’ do setor

18 de fevereiro de 2026 - 18:54

Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar

NA LUTA PELA AMÉRICA LATINA?

Amazon ‘mostra os dentes’ contra Mercado Livre (MELI34) em campo de batalha fora do Brasil — e Itaú BBA liga alerta

18 de fevereiro de 2026 - 18:41

Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina

SINAL VERMELHO

Citi rebaixa Braskem (BRKM5), vê geração de caixa fraca e considera improvável aporte da Petrobras (PETR4); ações caem no Ibovespa

18 de fevereiro de 2026 - 18:25

Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos

BEM-ESTAR NA BOLSA

JBS (JBSS32), Ambev (ABEV3), Camil (CAML3): que ações emagrecem e quais se fortalecem com o uso de canetas emagrecedoras, segundo a XP

18 de fevereiro de 2026 - 18:00

Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar