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A revisão de WEGE3 vem na esteira da atualização de estimativas dos analistas para o universo de bens de capital; entenda o que está por trás do rebaixamento
A fábrica de bilionários da B3 parece estar prestes a desacelerar o ritmo em 2024. Depois de um balanço acima das expectativas do mercado no quarto trimestre de 2023, o BTG Pactual agora prevê um passo mais lento de crescimento para a Weg (WEGE3).
Com uma maior cautela no horizonte, o banco rebaixou a recomendação para as ações, de “compra” para “neutro”, mas manteve o preço-alvo de R$ 50 — implicando em um potencial de valorização de 32%.
A revisão para baixo dos papéis vem na esteira da atualização de estimativas dos analistas para o universo de bens de capital e para a indústria de automóveis.
Para os analistas, a perspectiva é mais positiva para o segmento de veículos pesados no Brasil, como a Iochpe-Maxion (MYPK3).
Enquanto isso, na indústria da aviação, espera-se que a contínua escassez de motores persista e impacte os prazos de entrega, mantendo os preços elevados.
Já do lado mais negativo, a indústria de motores elétricos — que é onde se encontra a Weg — deve passar com um crescimento mais lento devido ao “ambiente enfraquecido do Brasil para energias renováveis”, na visão do BTG Pactual.
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Na análise do banco, a Weg deve passar por uma compressão de lucros em 2024, com os números mais apertados sendo resultado de um crescimento mais lento da receita, normalização da margem e uma taxa efetiva de imposto mais alta.
As ações da Weg (WEGE3) operam em leve queda de 0,58% no pregão desta quinta-feira (14), negociadas a R$ 37,80 por volta das 13h30. Confira a cobertura de mercados em tempo real do Seu Dinheiro.
Para os analistas, o movimento de compressão dos resultados da Weg trata-se apenas de um ciclo de curto prazo.
Isso significa que, como muitos investidores possuem uma visão mais de longo prazo para os papéis WEGE3, a perspectiva mais negativa para 2024 não deve levantar muitas preocupações, segundo o BTG.
“Temos plena consciência do forte apelo de investimentos de longo prazo da WEG, especialmente para investidores estrangeiros. Mas como limitamos nossa recomendação a um horizonte de 1 ano, vemos 2024 como um ano de ajuste pós-pandemia e de integração da Regal, o que explica a nossa recomendação neutra.”
Na visão do banco, ainda há projeções positivas para a Weg, especialmente nos caminhos de crescimento da companhia em armazenamento de energia, mobilidade elétrica e transformadores.
Além disso, a expectativa é que a integração da Regal Rexnord deva reforçar a receita da empresa neste ano.
Vale lembrar que a Weg anunciou a aquisição das linhas de motores elétricos industriais e geradores da Regal em setembro do ano passado por US$ 400 milhões.
“O negócio está alinhado à estratégia da WEG de crescimento contínuo, expansão internacional e diversificação das operações industriais”, escreveram os analistas.
“A localização das operações adquiridas é adequada e aumentará a sua escala, ao mesmo tempo que gera sinergias de custos à medida que o processo de integração se desenrola.”
A Weg (WEGE3) não foi a única ação a ser rebaixada pelos analistas do BTG Pactual.
A Tupy (TUPY3) também teve a recomendação revisada para “neutra” devido à alta exposição da companhia aos Estados Unidos e às tendências de margem.
Para os analistas, a desaceleração prevista nas vendas de caminhões nos EUA, que é um mercado significativo para a empresa, responsável por quase 50% do faturamento da Tupy, é um dos principais fatores do rebaixamento.
O banco também acredita que a empresa atualmente é negociada em um valuation acima da média, a um múltiplo de 4,5 vezes a relação valor de firma sobre o Ebitda (EV/Ebitda), contra a média de 4,1 vezes dos pares locais da companhia.
“Embora recebamos com satisfação as iniciativas da Tupy em novas linhas de negócios, como energia, descarbonização e peças de reposição, esses esforços levarão tempo para atingir o resultado”, destaca o BTG.
Além de rebaixar a Weg (WEGE3) e a Tupy (TUPY3), os analistas do BTG Pactual atualizaram as estimativas para outra ação e elevaram a recomendação de Iochpe-Maxion (MYPK3) para “compra”.
A visão mais positiva para a empresa acompanha as perspectivas mais otimistas dos analistas para o Brasil, especialmente para veículos pesados.
Além disso, o banco destaca um melhor mix de produtos da empresa, além da tendência de desalavancagem e um valuation mais barato que a média, de 3,5 vezes o múltiplo valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) para 2024.
“Rebaixamos a MYPK3 para ‘neutro’ em 2020 devido a preocupações com alavancagem, mas reconhecemos que a empresa melhorou significativamente sua gestão de passivos desde então e agora está em melhor forma”, escreveram os analistas.
Do lado negativo, reconhecemos o impulso mais fraco para veículos pesados nos EUA e na Europa, mas acreditamos que o Brasil deveria mais do que compensar este impacto.
Já as principais apostas do BTG Pactual no setor de bens de capital são a Marcopolo (POMO4) e a Embraer (EMBR3).
Para os analistas, existem ventos macroeconômicos favoráveis para a indústria de ônibus, além de uma migração contínua do transporte aéreo para o rodoviário e programas apoiados pelo governo, como o Caminho da Escola e o PAC 3.
Além disso, do lado mais microeconômico, os analistas acreditam que a base de ativos está no “tamanho certo” da empresa, resultando em uma melhoria significativa no desempenho operacional desde 2022.
Já do lado da Embraer, os analistas preveem um impulso com preços resilientes em meio à forte demanda e com a alavancagem operacional.
O BTG Pactual ainda recomenda a compra das ações da Randon (RAPT3) e Fras-le (FRAS3).
A expectativa é que a Randon continue se beneficiando de um cenário melhor para a indústria de caminhões e de uma demanda resiliente por reboques.
Enquanto isso, as projeções para a Fras-le são de que a companhia seja ajudada pela posição de liderança em uma “indústria resiliente de reposição”.
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