O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre as personalidades na mira da CVM, estão José Berenguer, atual CEO do Banco XP, e Pedro Guimarães, que foi CEO da Caixa no governo Bolsonaro
Os investidores brasileiros foram pegos de surpresa na última quarta-feira (22) com o “banimento” — ao menos temporário — de alguns dos maiores figurões do mercado pela CVM, a xerife do mercado de capitais doméstico.
A Superintendência de Supervisão de Investidores Institucionais (SIN) da Comissão de Valores Mobiliários suspendeu a autorização de 875 nomes para prestar o serviço de administração de carteiras.
A longa lista de “banimentos” conta com participantes de todos os tipos, desde gestores até banqueiros, executivos e family offices.
Entre as personalidades, está José Berenguer, atual CEO do Banco XP e com passagens por instituições como Santander e JP Morgan. O diretor de investimentos (CIO) da XP Inc, Artur Wichmann, também entrou na mira da CVM.
Outro banqueiro na lista é Pedro Guimarães. Ele foi CEO da Caixa no governo de Jair Bolsonaro.
O motivo da suspensão parece ser uma questão burocrática: esses economistas, gestores e banqueiros estariam com documentos atrasados junto à CVM.
Leia Também
Segundo nota à imprensa, não foi identificada a entrega do Formulário de Referência dos exercícios de 2022 e 2023. O prazo para envio desses documentos era até 31 de março de cada ano.
Ainda do lado dos banqueiros, outro nome caiu na mira da CVM por pendências regulatórias: Eduardo Centola, diretor do Banco Master.
Por sua vez, outra figura conhecida do mercado que recebeu suspensão da atividade de administrador de carteiras foi Tiago Guitián dos Reis, fundador da Suno Research.
Luiz Fernando Figueiredo, atual presidente do conselho da Jive Investments, também entrou para a lista obscura da CVM.
Vale lembrar que Figueiredo recentemente atuou como diretor da Anbima e, antes disso, chegou a participar da diretoria do Banco Central entre 1999 e 2003. Outro ex-BC que recebeu a suspensão da autarquia foi Daniel Gleizer.
Conhecido como o “Monstro do Leblon” entre os investidores, o gestor Flávio Calp Gondim também foi suspenso da atuação de administrador de carteira.
A lista ainda inclui nomes como Aline Sun (co-fundadora da Boost e da Guide Investimentos), Caio Ibrahim David (sócio-fundador do Grupo GHT4 e ex-CEO do Itaú BBA), Daniel Spilberg (sócio do BTG Pactual) e Fernando Beyruti (CEO do Itaú Private Banking).
Após a publicação da matéria, o BTG entrou em contato para esclarecer que Daniel Spilberg não exerce mais a atividade de administrador de carteiras. Também depois da publicação, a CVM retirou da lista o nome de Eduardo Ventura, que foi previamente citado no texto.
Além disso, vale ressaltar que a decisão da CVM não impede os executivos de exercerem outras funções nas instituições (leia mais abaixo).
Você confere aqui a lista na íntegra.
Mas nem tudo está perdido para esses investidores. Há ainda a possibilidade de reversão da suspensão pela CVM.
Para isso, os executivos devem encaminhar um recurso por meio do Protocolo Digital da CVM, com pedido de reversão e com a comprovação do envio das obrigações em atraso.
No entanto, não há um prazo fixo para a revogação da suspensão e liberação para retomada das atividades desses executivos.
Isso porque a CVM tem 15 dias úteis para a análise do pedido de reversão da suspensão — considerando que o envio de todos os documentos necessários. Caso a autarquia solicite informações adicionais, um novo prazo passa a correr.
Se a suspensão da autorização não for revertida no período de 12 meses, a xerife do mercado deve cancelar a autorização do administrador de carteiras — que não poderá mais atuar na função até que um novo registro seja concedido.
Além disso, não há nada que indique que a suspensão para administrar carteiras de investimentos impacte os figurões de exercer outras atividades durante o “banimento” pela CVM.
Afinal, a Resolução CVM nº 21 não especifica restrições a outras atividades fora da administração de carteiras, já que a suspensão se refere especificamente à administração de carteiras.
Portanto, a menos que existam restrições adicionais ou outras regulamentações aplicáveis, o executivo teoricamente poderia ocupar outras posições que não estivessem diretamente ligadas à administração de carteiras, como atuar em outras instituições como CEO ou diretor estatutário, por exemplo.
*Matéria atualizada para incluir a posição do BTG e dos nomes da lista da CVM
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC
Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano
Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.
Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição
Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado
Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque
Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026
Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS
O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida
O prazo para solicitar o enquadramento termina em 30 de janeiro, último dia útil do mês