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O Touros Ursos convidou Rogério Benevente, sócio da GWM Investments, para falar sobre o futuro do ciclo de cortes dos juros e o efeito da decisão do Copom nos seus investimentos
Após uma semana turbulenta no mercado, com o Ibovespa nas mínimas do ano e o dólar acima dos R$ 5,40, os investidores se preparam para mais uma reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) e calibram suas apostas para os rumos da taxa básica de juros brasileira, a Selic.
Vale relembrar que o último encontro do Copom, em maio, terminou com Roberto Campos Neto, o presidente do BC, e seus diretores, abandonando a própria sinalização e promovendo um corte de apenas 0,25 ponto percentual (pp) na taxa.
Além do fim do forward guidance, a reunião também ficou marcada pela divergência entre os membros do comitê.
Enquanto Campos Neto votou pela redução de 0,25 pp, junto com outros quatro diretores, os outros quatro votos foram para um corte de 0,50 pp, entre eles os de Gabriel Galípolo e Paulo Picchetti, cotados como possíveis sucessores de RCN.
Com o Copom dividido e a deterioração do cenário fiscal — incluindo a devolução de uma medida provisória que visava reequilibrar a arrecadação —, a principal aposta para a próxima quarta-feira (19) é que a Selic seja mantida nos atuais 10,50%.
A grande dúvida do mercado é se essa possível manutenção indicará que o ciclo de cortes, iniciado em junho do ano passado, chegou ao fim ou se essa é apenas uma interrupção temporária no afrouxamento monetário.
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Para responder a essa e outras perguntas dos investidores, o Touros Ursos convidou, nesta semana, Rogério Benevente, sócio da GWM Investments, para conversar com Vinícius Pinheiro, diretor de redação do Seu Dinheiro e comigo, que cobrirei a reunião do Copom na próxima semana.
Na conversa, Benevente diz ainda como a decisão de Campos Neto e dos demais diretores do BC deve influenciar os investimentos, incluindo o dólar, renda fixa e bolsa.
Confira o bate-papo na íntegra neste link ou no tocador abaixo:
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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