O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o petista, a decisão de taxar as compras internacionais de até US$ 50 com um imposto de 20% é “equivocada”; entenda a situação
O impasse sobre a polêmica taxação das “blusinhas” parece estar próximo do fim. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou nesta terça-feira (18) que pretende sancionar a tarifa de compras feitas em varejistas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress.
Para Lula, a decisão de taxar as compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 270, no câmbio atual) com um imposto de 20% é “equivocada”.
Porém, o chefe do Executivo afirmou que aprovará a medida para garantir a "unidade" entre o governo e o Congresso Nacional.
Vale lembrar que a Câmara aprovou na última terça-feira (11) o projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) — que inclui, entre outras medidas, o dispositivo da taxa das blusinhas.
Após o sinal verde das duas Casas, faltaria apenas o aval de Lula para que os pedidos de bens importados efetivamente passassem a ser taxados com o novo imposto.
Atualmente incide sobre as compras do exterior, abaixo de US$ 50, apenas o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual, com alíquota de 17%.
Leia Também
Em entrevista à Rádio CBN, Lula disse achar que a discussão sobre a taxação das blusinhas internacionais "é uma briga muito esquisita".
"Por que taxar US$ 50? Por que taxar o pobre e não taxar o cara que vai ao free shop e gasta mil dólares?", questionou. "É uma questão de consideração com o povo mais humilde", citando que essa foi sua divergência em relação à proposta.
O presidente apontou que, após seu veto, houve uma tentativa de fazer acordo com o Congresso.
"Assumi o compromisso com Haddad de que aceitaria colocar PIS/Cofins para a gente cobrar, que daria 20%", disse. "Isso está garantido", destacou.
Apesar de sinalizar a sanção do projeto de taxação de comprinhas de até US$ 50, Lula não deixou de mostrar que ainda tem divergências quanto à medida.
"Estou fazendo isso pela unidade do Congresso e do governo, das pessoas que queriam. Mas eu, pessoalmente, acho equivocado a gente taxar as pessoas humildes que gastam US$ 50", comentou.
Lula rebateu as críticas em relação aos empresários sobre o tema e disse que, muitas vezes, eles não discutem com o governo, mas vão debater já com os congressistas.
O presidente ainda afirmou ter ficado irritado sobre como o tema foi parar em votação.
"Essa emenda entrou no programa Mover, que não tinha nada a ver com isso. Foi um jabuti colocado no Congresso Nacional, aí tem que transformar esse jabuti em realidade", reclamou. "É preciso que se leve mais a sério queixa de alguns setores empresariais", acrescentou.
Afinal, a emenda da taxação foi inserida na Câmara dos Deputados com um “jabuti” — um tema estranho à matéria principal de um projeto de lei — escondido dentro do projeto de lei (PL) 914/24, que cria o Mover.
Em uma das decisões — que veio a cair posteriormente —, o relator do projeto, o senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), avisou que iria retirar o trecho relativo à “taxação das blusinhas” do PL.
Mas após idas e vindas, o Senado aprovou no início do mês a aplicação da taxação de 20% sobre bens importados de até US$ 50. Com a apreciação, o dispositivo voltou a ser incluído no projeto.
O projeto voltou à Câmara, que só teve que deliberar novamente sobre pontos alterados pelo Senado — o que não foi o caso da taxação.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.
Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar
A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte
“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia
A sobretaxa comercial será aplicada contra os países que “têm explorado os EUA por décadas”, escreveu Trump
Preços mundiais do cacau despencaram na última semana; veja como ficam os preços dos ovos de Páscoa
O sorteio de hoje (21) paga mais; entenda o adicional de final cinco e como concorrer a essa bolada
O India AI Impact Summit 2026 conta com a presença de CEOs de big techs e grandes figuras políticas de todo mundo
A Oi entrou na Justiça contra as gestoras estrangeiras, sob a alegação de abuso de poder de controle e direito
Lotofácil foi a única loteria da Caixa a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (19), mas os sortudos terão direito a valores diferentes.
O destaque entre os imóveis do leilão do Santander é um apartamento no bairro Paraíso, bairro nobre de São Paulo
Processo do time vencedor do Super Bowl de 2026 tem o potencial de se transformar na maior venda da história da NFL
Todas as joias furtadas eram de ouro com diamantes; joalheria não possui seguro das peças
Os ganhadores do concurso 3615 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.
Até o momento, apenas 15 dos 50 estados dos Estados Unidos podem receber o módulo que ficou conhecido como a “casa da Tesla”