🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DESTAQUES DA BOLSA

Magazine Luiza (MGLU3) ganha fôlego e Natura (NATU3) fica na lanterna: veja os altos e baixos do Ibovespa na semana

A política monetária, a corrida eleitoral e o discurso de Lula na ONU agitaram a bolsa brasileira nos últimos cinco pregões

Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos
Bolsa Brasil ações mercado - Imagem: Montagem Seu Dinheiro/ Canva/ istock/ cabral_augusto83

Os investidores locais viveram fortes emoções nos últimos cinco pregões, e quem sentiu a pressão foi o Ibovespa. O principal índice da B3 registrou perdas pela segunda semana consecutiva, acumulando queda de 0,95% e fechando aos 183.476,86 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A queda foi puxada pela redução do apetite local em meio à proximidade das eleições. O exterior também ajudou a azedar o humor dos mercados, com as incertezas geopolíticas ainda no radar e a pressão da curva de juros norte-americana sobre a renda variável.

Já o dólar à vista terminou a R$ 5,1817, com valorização de 0,73% no acumulado da semana.

O que movimentou o Ibovespa?

Por aqui, a política monetária continuou sob os holofotes por conta da divulgação, na terça-feira (22) da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

O documento reforçou a avaliação de que a Selic elevada está conseguindo desacelerar a economia brasileira, mas sinalizou que uma uma flexibilização mais rápida da política monetária é improvável. A autarquia indicou que a inflação, as expectativas desancoradas e os riscos no cenário macroeconômico ainda pesam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que, na semana passada, o Copom cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, a quinta queda dos juros. A decisão foi unânime e veio em linha com o esperado pelo mercado.

Leia Também

TOUROS E URSOS

Seu próximo carro será chinês? BYD, GWM e a nova guerra do mercado automotivo

DE OLHO NAS DÍVIDAS

Desenrola 3.0: governo Lula quer renegociar até R$ 150 bilhões em dívidas — mas como vai bancar essa conta?

Os investidores também estiveram de olho no discurso do presidente Luiz Inácio Lula Silva (PT) na Assembleia Geral da ONU e nas pesquisas eleitorais, que continuaram indicando um empate técnico no primeiro e segundo turnos entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

O peso do exterior no mercado interno

Nos Estados Unidos, os rendimentos dos títulos do Tesouro, os Treasuries, mantiveram a trajetória de alta e renovaram máximas históricas.

Os investidores colocam na conta novas altas altas nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) após novos dados e novas declarações de dirigentes do BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os indicadores divulgados, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) do país, que acompanha os setores de manufatura e serviços, subiu para 58,4 neste mês, segundo a S&P Global. Esse foi o nível mais alto desde julho de 2021, após um resultado de 56,0 em agosto.

A leitura acima de 50 indica expansão no setor privado, o que foi lido pelo mercado como um sinal de pressão inflacionária.

Já o diretor do Fed, Michael Barr, afirmou que o BC deu um passo importante na semana passada ao elevar os juros para “recalibrar” as taxas de curto prazo a fim de reduzir a inflação. O dirigente ainda afirmou que será preciso realizar novos aumentos nas taxas.

Com isso, o mercado passou a precificar cerca de 70% de chance de o Fed elevar os juros em 25 pontos-base na próxima decisão, em outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sobe e desce do Ibovespa

As ações do Magazine Luiza (MGLU3) lideraram os ganhos da semana com alta de mais de 15%. O resultado da varejista foi impulsionado pela notícia de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou uma medida que proibia a comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos pela varejista.

Além disso, a agência classificadora de riscos S&P National Ratings reafirmou a nota de crédito ‘brAA-’ da empresa, tendo em vista uma expectativa de melhora operacional na companhia. A perspectiva é estável.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta semana:

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL 
MGLU3 Magazine Luiza ON 15,56% 
AZZA3 Azzas 2154 14,55% 
VAMO3 Vamos ON 12,17% 
RAIL3 Rumo ON 7,48% 
RENT3 Localiza ON 5,94% 

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada pela Natura (NATU3), com forte pressão vendedora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da queda da companhia, a semana foi marcada pela queda em bloco das farmacêuticas. As ações da RD Saúde (RADL3) acumularam mais de 10% de perdas após o Mercado Livre (MELI34) anunciar a expansão no mercado de venda de medicamentos.

“Para as grandes redes de farmácia como RD Saúde, Pague Menos, Panvel e DSPS, apesar do Mercado Livre abrir seu marketplace para outros players, esse movimento é negativo, pois pressiona a competição com um player bem posicionado e reconhecido no mercado de varejo”, avaliou a equipe de analistas da Ativa Investimentos.

Veja as quedas da semana:

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL 
NATU3 Natura ON -10,33% 
RADL3 RD Saúde ON -10,23% 
CMIN3 CSN Mineração ON -9,34% 
BBAS3 Banco do Brasil ON -6,94% 
TEND3 Tenda ON -6,84% 
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar