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De acordo com documentos publicados pela empresa, os credores receberão cerca de 64% do valor devido em forma de criptomoedas

A plataforma Genesis, do segmento de investimentos do Digital Currency Group (DCG), acaba de concluir seu processo de reestruturação empresarial, conhecido como chapter 11. No total, serão distribuídos o equivalente a US$ 4 bilhões em criptomoedas aos clientes da plataforma.
Com isso, a empresa encerra o processo iniciado em janeiro de 2023 — ainda que as investigações continuem na procuradoria de Nova York.
Recapitulando, tanto a Genesis quanto a Gemini — uma corretora de criptomoedas (exchange) — estão debaixo do grupo DCG, que vinha passando por maus momentos após problemas envolvendo o fundo de investimentos Three Arrows Capital (3AC) e a Alameda Research, do grupo FTX — que levaram ambas as empresas para o fundo do poço.
De acordo com documentos publicados pela empresa, os credores receberão cerca de 64% do valor devido em forma de criptomoedas. O restante será transferido em dólares.
Além disso, será criado um fundo de litígio de US$ 70 milhões para cobrir eventuais ações judiciais contra o DCG. As reservas serão em dólar (US$ 31 milhões), bitcoin (R$ 26 milhões) e ethereum (US$ 13 milhões).
Em janeiro de 2023, quando houve a formalização dos pedidos de reestruturação empresarial, a Genesis sozinha devia para mais de 100 mil credores, que somavam mais de US$ 10 bilhões em litígios.
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Um dos maiores montantes, à época, era a própria exchange Gemini, para quem a Genesis devia US$ 765 milhões. A corretora também era o principal ponto de litígio no processo contra a plataforma.
Isso porque a Gemini encerrou o programa Gemini Earn, de contas de rendimento — conhecidas como lending e staking de criptomoedas — e a Genesis tinha um contrato de empréstimo com a exchange. Com a ausência de pagamentos, começaram as acusações entre os controladores das respectivas empresas.
Seja como for, tanto o DCG quanto a Genesis continuam com seus processos legais correndo na corte de falências de Nova York. A procuradora Letitia James, que cuida do caso, quer investigar se houve fraude contra os investidores sobre a solvência dos negócios das companhias.
Vale destacar também que o pagamento em criptomoedas é mais vantajoso para os investidores lesados durante o Inverno Cripto do que em dinheiro.
Isso porque, se as transferências acontecessem em dólares, os investidores seriam ressarcidos no montante que possuíam à época da falência das plataformas. Nesse intervalo de pouco mais de um ano, só o bitcoin mais que dobrou de preço.
Ou seja, os investidores podem se beneficiar desse hold involuntário, recebendo, assim, criptomoedas com um valor maior.
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