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No artigo “Goal Setting and Saving in the FinTech Era”, autores estudam o real impacto da opção de definir objetivos de poupança e os achados são animadores
“Se o marinheiro não sabe para qual porto está navegando, nenhum vento lhe será favorável”
- Sêneca
Depois do avanço brutal no desenvolvimento de apps financeiros para investidores de varejo ao longo da última década, estamos conseguindo capturar os primeiros resultados significativos.
Nesse sentido, merece atenção a pesquisa recém-publicada no Journal of Finance pelos professores Antonio Gargano e Alberto Rossi.
No artigo "Goal Setting and Saving in the FinTech Era", os autores estudam o real impacto da opção de definir objetivos de poupança, tal como oferecida por alguns dos principais apps financeiros modernos.
Os achados são animadores.
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Por meio de uma distribuição randomizada entre usuários que podem definir objetivos e outros que não podem, descobrimos que a opção de definir objetivos está relacionada a um aumento direto sobre a taxa de poupança, na proporção de até 2,4x para o usuário mediano.
Em paralelo, Gargano & Rossi fazem questão de frisar que esse aumento da poupança dentro do app não ocorre em detrimento da poupança complementar (fora do app) do indivíduo. Ou seja, trata-se efetivamente de um ganho real, e não de um jogo de soma zero.
Para além dos resultados gerais, vale a pena evidenciar também os detalhes do design de objetivos, já que isso pode ajudar todos nós a construirmos metas funcionais.
Para a maioria dos apps, ao criar uma meta de poupança, o usuário deve escolher o montante, o horizonte temporal, o propósito e o veículo de investimento associado.
Tomando por base esses quatro parâmetros, quase sempre podemos concluir que os objetivos bem-sucedidos derivam de ambições modestas e factíveis; por exemplo: horizontes de até um ano e metas de até R$ 15 mil.
Outro fator fundamental está na capacidade da ferramenta de monitorar o nível de progresso em relação à meta, e de reengajar o usuário em caso de distrações no meio do caminho.
No contexto analisado pelos professores, 4 em cada 10 usuários criaram ao menos um objetivo, e quase todos continuaram usando esse artifício depois de experimentarem pela primeira vez.
Cerca de 45% de todos os objetivos são ligados a categorias universais de poupança, sem vinculação a narrativas específicas; esses são os que funcionam melhor.
Já quanto aos objetivos específicos, aparecem liderados por "Viagens" (20%), seguidos por "Carro", "Hobby" e "Moradia".

Por fim, cabe também avaliar quais motivos levam as pessoas a desistir das metas pré-estabelecidas.
Frequentemente, elas se deparam com despesas inesperadas, que impedem o acúmulo de poupança no período analisado, independentemente de aspectos comportamentais.
Tirando esse fator material, a maior causa de evasão especificada é a da fixação de objetivos exageradamente ambiciosos.
Aqui, o estoicismo de Sêneca também pode ajudar: ao controlarmos nossas expectativas, melhoramos os níveis de satisfação pessoal, bem como a sensação de completude.

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