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Vale divulga balanço do 1T24 e elétricas sofrem com performance negativa; veja os destaques da semana na ‘De repente no mercado’
Você piscou e já estamos em uma nova temporada de resultados trimestrais e, em breve, teremos Copom de novo. Sem contar que o prazo final do Imposto de Renda 2024 está se aproximando.
Após dias de turbulência com a alta do dólar e o inesperado embate entre Elon Musk e Alexandre de Moraes, podemos dizer que esta semana foi até mais tranquila.
Os primeiros balanços do 1T24 já começaram a sair no exterior e também aqui no Brasil, com destaque para a Vale.
No mundo da renda fixa, as mudanças nas regulações de LCIs e LCAs abriram janelas de oportunidade para outros tipos de ativos.
Também vamos falar sobre por que as elétricas, empresas queridinhas pelos seus dividendos, estão enfrentando dias difíceis no mercado.
Vamos lá.
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Se antes você podia investir em Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) visando objetivos de curtíssimo prazo, agora vai ter que recorrer a outros investimentos.
Isso porque os prazos de carências dos ativos agora são de 9 meses (LCIs) e 12 meses (LCAs). Ou seja, durante esse período, você não poderá resgatá-los.
Nesta reportagem, a Julia Wiltgen explica quais foram os impactos dessa mudança no mercado e no bolso dos investidores. Além disso, ela apresentou alternativas para quem contava com as letras de crédito para metas de curto prazo.
Como você já deve saber, o balanço da Vale é um dos mais esperados em todas as temporadas de resultados. A mineradora representa mais de 12% do Ibovespa e é uma das ações mais negociadas da bolsa.
Por isso, todos os olhos se voltam para ela.
Só que analisar os números do relatório de resultados não é uma tarefa fácil para investidores não profissionais.
Por isso, a jornalista Paula Comassetto recebeu os analistas Matheus Soares, do Market Makers, e Henrique Cavalcante, da Empiricus Research, para “decifrar” os números de VALE3.
Veja a transmissão completa do Giro do Mercado:
Se você já viu os filmes dos Vingadores (em especial os últimos da saga), deve se lembrar que, para saber se eles poderiam derrotar o vilão Thanos, o Doutor Estranho fez uma análise combinatória com probabilidades quase infinitas.
E em apenas um cenário seria possível a vitória dos heróis.
O que eu quis dizer com essa analogia nerd? É que, para nossa bolsa de fato “deslanchar”, precisamos “derrotar” muitos fatores que jogam contra. Sim, estou falando de taxas de juros nos EUA e inflação.
Aproveitando, no dia 9 de maio, um dia após a decisão do Copom, teremos uma edição especial do Giro do Mercado, programa diário de investimentos do Money Times.
A jornalista Paula Comassetto vai receber a analista Maria Clara Patti, da Safira Investimentos, para falar sobre o novo patamar da Selic e os impactos em seus investimentos.
Inscreva-se aqui para participar da transmissão gratuitamente.
A má performance do Ibovespa este ano já virou “notícia velha”, mas os investidores que se “refugiam” nas elétricas também não estão escapando do pessimismo.
O índice de energia elétrica (IEEX), historicamente tido como “defensivo”, também engatou uma trajetória de queda este ano.
“Já notamos que o período tem sido desafiador para as elétricas de maneira geral, e não apenas para a Eletrobras”, diz o analista Ruy Hungria.
Por essa semana, é isto.
Até a próxima!
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