O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pela segunda sessão seguida, o ouro terminou em queda, se afastando das máximas; petróleo também recua, embora as perdas tenham sido limitadas por um dado positivo do setor de serviços norte-americano
Parecia um vale a pena ver de novo — que ninguém queria assistir. A liquidação de sexta-feira (2) em Wall Street se estendeu aos mercados globais nesta segunda-feira (5) e o estrago foi ainda maior do que antes: bolsas no vermelho ao redor do mundo, dólar em alta por aqui e uma fuga para ativos considerados mais seguros.
Os temores de uma recessão nos EUA foram os principais culpados pelo colapso dos mercados ao redor do mundo após o decepcionante relatório de empregos de julho divulgado na semana passada.
O Dow Jones chegou a cair 1.200 pontos na mínima do dia e encerrou o pregão com queda de 2,7%. O Nasdaq Composto perdeu 3,7% e o S&P 500 recuou 3,2%. Tanto o Dow como o S&P 500 tiveram as maiores perdas desde setembro de 2022.
Por aqui, o Ibovespa recuou 0,46%, mas conseguiu manter os 125 mil pontos, encerrando a 125.269,54 pontos. No mercado de câmbio, o dólar subiu 0,56%, encerrando o dia a R$ 5,7414, depois de alcançar os R$ 5,8656.
A aversão a risco também levou o petróleo a acelerar as perdas. O Brent — usado como referência no mercado internacional — para novembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), fechou em queda de 0,66%, a US$ 76,30 o barril. Já o WTI — a referência do mercado norte-americano — para setembro o fechou em queda de 0,79%, a US$ 72,94 o barril.
A desvalorização do petróleo, no entanto, foi limitada pelo dado que sugeriu que o setor de serviços ainda segue resiliente nos EUA, enquanto investidores monitoram as tensões no Oriente Médio.
Leia Também
O ouro também foi arrastado pelas perdas de hoje e fechou em queda, em sessão marcada pela busca por segurança diante da forte valorização do iene e da demanda por Treasurys. Com isso, o contrato do metal para dezembro caiu 1,02%, a US$ 2.444,40 por onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Essa foi a segunda sessão seguida de perdas do ouro, que acabou se afastando da máxima histórica alcançada na semana passada apesar do clima de aversão a risco global.
O estrago do dia nos outros mercados:
Temores em relação à possível recessão da economia norte-americana derrubaram mercados acionários da Ásia, Europa, nos EUA e no Brasil, depois de leitura fraca do payroll na última sexta-feira.
A abertura de vagas no mês passado desacelerou mais do que o esperado nos EUA, enquanto a taxa de emprego subiu para o maior nível desde outubro de 2021.
A economia norte-americana criou em julho 114 mil postos de trabalho, segundo o Departamento do Trabalho, uma desaceleração em relação aos 179 mil de junho e abaixo dos 185 mil esperados pelos economistas consultados pela Dow Jones. A taxa de desemprego, por sua vez, aumentou para 4,3%.
Os dados fracos de emprego levaram muitos investidores a acreditar que talvez o Federal Reserve devesse ter agido nesta quarta-feira (31), quando manteve os juros no maior patamar em 23 anos.
O temor é de que, com os juros tão altos — entre 5,25% e 5,50% ano — a economia dos EUA entre em recessão.
Na sexta-feira (2), quando Wall Street passou por uma forte liquidação, o presidente da unidade do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, veio à público tentar acalmar os investidores — mas não adiantou.
Na ocasião, ele reconheceu que o payroll de julho apontou para um esfriamento que pode ligar o alerta do comitê de política monetária, mas destacou que não se pode reagir excessivamente a dados econômicos de um único mês.
Hoje, em meio à liquidação nos mercados de ações, a chance de o Federal Reserve cortar juros em 50 pontos-base em setembro caiu, de acordo com dados compilados pelo CME Group.
Durante a sessão de hoje, havia 83,5% de probabilidade de os juros caírem do intervalo atual de 5,25% a 5,50% para a faixa de 4,75% a 5,00% no próximo encontro do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês). Mais cedo, essa hipótese chegou a superar a casa dos 90%. Na contramão, o risco de um corte menor, de 25 pontos-base, subiu para 16,5%.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC