O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo Marcelo Flora, a expansão no exterior é “inevitável”, mas ainda há obstáculos no caminho de uma verdadeira internacionalização da carteira dos brasileiros
Uma das empresas mais valiosas do planeta, a titã da inteligência artificial Nvidia arranha a marca dos US$ 3 trilhões em valor de mercado — isto é, já vale quase quatro ‘Ibovespas’, considerando o atual market cap do índice de ações da bolsa brasileira, de cerca de US$ 727,6 milhões. No entanto, segundo Marcelo Flora, sócio diretor do BTG Pactual, ainda há investidores de olhos fechados para o exterior.
“Nós não podemos fechar os olhos para as oportunidades. Em função dos últimos movimentos de taxas de juros nos Estados Unidos e nos países desenvolvidos, que começaram a anunciar reduções novamente, a liquidez da bolsa brasileira vem sendo dragada para esses mercados internacionais”, disse Flora, em painel durante o evento Anbima Global Insights.
“Portanto, não faz nenhum sentido o investidor brasileiro deixar de aproveitar essas oportunidades”, acrescentou.
Para o sócio do BTG, o Brasil possui um caminho extenso a percorrer em direção à internacionalização dos investimentos. Porém, a expansão no exterior é “inevitável”.
“Lá atrás, por razões históricas, tínhamos a sensação de que investimentos offshore eram coisa de doleiro e de quem fazia coisa errada, e existia uma série de restrições regulatórias que contribuíram para esse cenário. Esse mercado era muito circunscrito ao público ‘ultra high net worth’ [altíssimo poder aquisitivo]. Mas o regulador teve um mérito gigante, a CVM acompanhou o movimento do mercado e entendeu que era importante flexibilizar”, afirmou.
Segundo o economista, ainda há um esforço a ser feito, mas a “disseminação da informação da educação financeira relacionada aos investimentos internacionais foi uma oportunidade que se abriu”.
Leia Também
Apesar do tom otimista, Flora ainda vê obstáculos no caminho de uma verdadeira internacionalização da carteira de investimentos dos brasileiros.
Na avaliação do sócio do BTG, o Brasil já evoluiu do ponto de vista regulatório, mas é preciso ampliar o conhecimento sobre investimentos no exterior — não só para o investidor, como também para gestores e assessores de investimentos.
“Não adianta simplesmente proibir, há algum tempo tinha discussão sobre RLP [um serviço que proporciona maior liquidez para as operações na bolsa], e a mídia especializada falando de clientes perdendo dinheiro com isso. Acontece que os investidores começaram a ir para plataformas de forex, que não são reguladas”, disse.
“Não adianta querer impedir o movimento. O cliente vai fazer, não interessa, eu preferia quando ele estava perdendo dinheiro com RLP, porque pelo menos estava preso... agora o cliente aposta em bets e acha que é investimento. Não dá para simplesmente fechar os olhos, proibir e achar que resolveu o problema.”
Para o sócio do BTG Pactual, ainda que a educação financeira tenha entrado nos holofotes, ainda trata-se de um dos maiores desafios para a expansão internacional dos investimentos.
“Quando vai para o offshore, é um cenário ainda mais árido do ponto de vista do investidor, mesmo aquele que já é mais acostumado a investir. Mesmo em famílias de altíssima renda, que já investem lá fora faz tempo, é possível perceber uma concentração razoável em bonds [títulos de dívida] de empresas brasileiras”, afirmou.
“Isso é uma forma de ver o tamanho do desafio: se mesmo quando o cliente private quando investe no exterior tem esse tipo de comportamento, sem dúvida leva algum tempo para que a gente consiga fazer com que as informações sejam disseminadas e adequadamente compreendidas.”
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica