O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Comentário de Jensen Huang, cofundador e CEO da Nvidia, foi feito durante palestra a estudantes da Universidade Stanford
"Amplas doses de dor e sofrimento." Este é o desejo sincero de Jensen Huang, cofundador e CEO da Nvidia, a alunos da Universidade Stanford, na Califórnia.
Os comentários de Huang foram feitos durante uma palestra na instituição.
Segundo o empresário americano, nascido em Taiwan e que passou parte da infância na Tailândia, uma das vantagens de sua trajetória foi ter "expectativas muito baixas".
Ao contrário dele, a maioria dos alunos de Stanford, tradicional universidade próxima de São Francisco e grande formadora de trabalhadores do Vale do Silício, possui "expectativas muito altas", por estar em uma das principais instituições de ensino do mundo e ter dinheiro para pagar pelos estudos.
"Pessoas com expectativas muito altas têm muito pouca resiliência. E, infelizmente, resiliência importa para o sucesso", afirmou, durante o seminário realizado em 8 de março. "Espero que o sofrimento aconteça com vocês."
"Até hoje, eu uso a frase: dor e sofrimento dentro da nossa empresa com grande alegria", disse.
Leia Também
"Porque você quer refinar o caráter da sua empresa. Você quer grandeza deles (seus funcionários). E grandeza não é inteligência. Grandeza vem do caráter", disse.
O empresário completou, então, o raciocínio dizendo que a grandeza "é formada por pessoas que sofreram".
"Para todos vocês, alunos de Stanford, eu desejo amplas doses de dor e sofrimento", finalizou.
A fabricante de chips Nvidia tem sido uma das maiores vencedoras do boom da IA.
Ela se tornou, no início de março, uma empresa com mais de US$ 2 trilhões de valor de mercado.
Com isso, a Nvidia ultrapassou a Alphabet, dona do Google, tornando-se a terceira maior empresa em valor de mercado dos Estados Unidos, atrás apenas de Microsoft e Apple.
A avaliação da empresa, naquele momento, foi de US$ 1,8 trilhão.
Huang foi um dos fundadores da Nvidia em 1993 e atua desde então como presidente, diretor executivo e membro do conselho de administração.
Ele possui diploma em engenharia elétrica da Universidade Estadual de Oregon e fez mestrado em engenharia elétrica exatamente na Universidade Stanford.
Para qualquer inteligência artificial funcionar, é necessária uma quantidade enorme de dados. Estes, por sua vez, exigem uma infraestrutura de computadores de ponta para processar informações.
A Nvidia passou a desenvolver em 1999 chips de processamento de vídeo (ou GPUs) para computadores e videogames.
Os GPUs, criados para acelerar o processamento gráfico de forma paralela às CPUs (unidades de processamento central, que executam tarefas sequencialmente e com mais consumo de energia), evoluíram para abastecer as máquinas por onde rodam as redes neurais que turbinam a IA.
Atualmente, a Nvidia vende a GPU H100, que além de prometer uma experiência visual excepcional para jogadores, foi otimizada para lidar com volumes massivos de dados, o que a transformou em uma opção mais eficiente para treinar modelos de IA.
Cada uma delas custa a partir de US$ 20 mil e empresas precisam de milhares de unidades.
No começo deste ano, Mark Zuckerberg anunciou a compra de 350 mil GPUs H100 para desenvolver os modelos de IA da Meta.
A H100 é quatro vezes mais rápida que sua antecessora, A100, no treinamento de grandes modelos de linguagem (LLMs) e na resposta a comandos de usuários.
Por conta desse pioneirismo, o hardware fornecido pela companhia tornou-se o padrão do mercado, e diversos pesquisadores, startups e gigantes da tecnologia criam inovações com os semicondutores de IA da firma.
Como resultado, a Nvidia tornou-se a líder incontestável no setor de semicondutores para inteligência artificial.
Segundo dados da consultoria especializada Omdia, a marca é responsável por 70% da participação de mercado de chips para IA.
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência