Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BALANÇO DOS BALANÇOS

Com lucro em alta, dividendos mais do que triplicam no 3T24. Confira quem foram as vencedoras e perdedoras da safra de resultados na B3

Os proventos consolidados de empresas da bolsa brasileira chegaram a R$ 148,5 bilhões em setembro, um salto de 228% comparado ao 3T23, de acordo a Elos Ayta Consultoria

Camille Lima
Camille Lima
25 de novembro de 2024
6:14 - atualizado às 9:56
ações ação dividendos balanços empresas temporada de resultados
Imagem: Shutterstock

Quem investe em ações vivenciou uma verdadeira avalanche de notícias nas últimas semanas, com a safra de resultados corporativos do terceiro trimestre de 2024 (3T24) interrompendo o marasmo da bolsa brasileira. Com a temporada de balanços oficialmente finalizada, chegou a hora de entender em que pé estão as finanças das empresas da B3. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em linhas gerais, o saldo dos resultados do 3T24 foi positivo, com crescimento expressivo na lucratividade e geração de caixa entre as companhias locais.

Mas a melhoria dos indicadores financeiros nem foi a verdadeira estrela deste fim de temporada de resultados. Na verdade, o real destaque esteve do lado da remuneração aos acionistas.

Com lucratividade em alta, os dividendos das empresas brasileiras mais do que triplicaram no terceiro trimestre de 2024.

Os proventos consolidados passaram de R$ 43,5 bilhões entre julho e setembro do ano passado para os atuais R$ 148,5 bilhões — um salto de 228% comparado a 2023, de acordo com dados compilados pela Elos Ayta Consultoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É importante destacar que o levantamento considera apenas 297 companhias não financeiras listadas na B3 — ou seja, os bancos ficaram de fora — e também exclui a Americanas (AMER3) para evitar distorções provocadas por eventos extraordinários. 

Leia Também

A chuva de proventos das empresas da B3 no terceiro trimestre foi impulsionada pelas remunerações polpudas da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4). Combinadas, as duas gigantes das commodities chegaram a depositar R$ 56,2 bilhões adicionais no período. 

Na avaliação do sócio fundador da consultoria, Einar Rivero, essa política de dividendos elevados reforça o compromisso das empresas em retornar valor aos acionistas — mas também levanta questões sobre a priorização entre distribuição de lucros e reinvestimentos para expansão.

Um raio-X nas finanças das empresas listadas na B3

O desafio máximo das empresas brasileiras continuou o mesmo ao longo do último trimestre: equilibrar eficiência operacional, aumento de receita e retorno aos acionistas em meio a um cenário macroeconômico ainda apertado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Numa análise geral das empresas listadas na B3, o lucro líquido cresceu 53% entre julho e setembro em comparação com o mesmo intervalo de 2023, a R$ 103,5 bilhões.

Confira aqui os destaques do balanço dos balanços:

“Este aumento reflete a combinação de maior eficiência operacional e redução de despesas financeiras, além de ganhos em setores-chave, como commodities”, disse Einar Rivero, sócio fundador da Elos Ayta.

O balanço das empresas da B3 também trouxe avanços do lado do faturamento. A receita líquida consolidada subiu 12% na base anual, a R$ 1,08 trilhão no terceiro trimestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, o custo de produtos vendidos (CPV) também avançou em torno 12,8%, totalizando R$ 796,9 bilhões, o que resultou em um leve recuo de 0,54 pontos percentuais na margem bruta.

“A estabilidade da relação entre receitas e CPV sugere um controle eficaz sobre a produtividade, com destaque para a manutenção da margem bruta em níveis competitivos, apesar de uma leve queda”, disse o sócio fundador da Elos Ayta.

Na avaliação de Rivero, o desempenho pode ser explicado pela boa gestão das linhas de produção, que evitou pressões inflacionárias excessivas. É por isso que as empresas com maior eficiência de custos foram capazes de preservar a margem de contribuição ao longo do trimestre e suportar a volatilidade do mercado.

“A capacidade das empresas de manter margens saudáveis e aproveitar oportunidades de crescimento determinará o ritmo de seus resultados nos próximos trimestres”, acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o endividamento continuou em expansão no terceiro trimestre. A dívida líquida avançou 8,39%, a R$ 1,53 trilhão. 

Apesar do patamar elevado de endividamento, o caixa das empresas cresceu 14,63% entre julho e setembro em relação a igual intervalo do ano passado e chegou a R$ 736,5 bilhões.

“Esse aumento na liquidez é um dado positivo, pois indica que as empresas estão reforçando suas reservas, possivelmente para enfrentar incertezas econômicas ou aproveitar oportunidades de crescimento futuro”, afirmou a consultoria, no levantamento.

  • VEJA TAMBÉM - Investir na natureza dá retorno? Como as mudanças climáticas afetam a economia global e por que o investidor deve ficar de olho nisso?

Quem brilhou no 3T24?

Diante da melhora geral dos balanços corporativos do terceiro trimestre, a XP Investimentos elegeu quem foram as vencedoras de cada setor na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor financeiro foi um dos destaques da temporada de balanços do terceiro trimestre, com melhorias na lucratividade e crescimentos saudáveis das carteiras de crédito. Se você quiser saber qual bancão brilhou no 3T24, é só clicar aqui. 

Setor imobiliário

As construtoras de baixa renda também ocuparam o centro das atenções entre os investidores no 3T24, com forte crescimento da receita líquida em meio ao desempenho positivo de lançamentos e vendas.

A Cyrela (CYRE3) foi o destaque do setor, acompanhada pelos bons balanços da Cury (CURY3), Direcional (DIRR3) e Tenda (TEND3)

Apesar de ter dado continuidade na missão de recuperar a rentabilidade, a MRV (MRVE3) continuou a sentir pressão do lado do lucro líquido e a geração de caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no segmento de “income properties” (imóveis para aluguel), os shoppings reportaram sólidos números operacionais no terceiro trimestre, segundo a XP.

Os players de commodities de destaque no 3T24 

Na avaliação da XP, do lado da mineração e siderurgia, cinco empresas se destacaram positivamente no terceiro trimestre.

São elas a Vale (VALE3), a Gerdau (GGBR4), a Usiminas (USIM5), a Aura Minerals (AURA33) e a CBA (CBAV3).

Já no segmento de óleo e gás, os balanços das petroleiras foram pressionados pela queda no preço médio do petróleo do tipo Brent — referência para o mercado internacional —, além de questões operacionais que afetaram o desempenho de empresas como a Brava Energia (BRAV3) e a Prio (PRIO3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro destaque entre as commodities veio do segmento de papel e celulose. Mesmo com a queda nos preços da celulose durante o trimestre, as empresas do segmento tiveram um desempenho sólido, apoiadas pela valorização do dólar e por volumes de vendas robustos.

Setor de saúde

A XP também escolheu os players do setor de saúde que mais chamaram as atenções dos investidores no terceiro trimestre de 2024 — por bem ou por mal. 

Por um lado, a Hapvida (HAPV3) apresentou desempenhos positivos, com aumentos de preços e melhoria na sinistralidade.

Apesar da pressão sobre os prestadores hospitalares, os analistas avaliam que a Rede D’Or (RDOR3) é um dos “principais provedores hospitalares em meio ao processo de recuperação do setor”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Fleury (FLRY3) também apresentou resultados positivos, especialmente na geração de caixa, acompanhado pela Odontoprev (ODPV3), que expandiu o portfólio de planos corporativos para pequenas e médias empresas (PMEs), enquanto reduziu a sinistralidade.

Por sua vez, o setor farmacêutico teve um saldo misto de resultados no terceiro trimestre. 

A Hypera (HYPE3) e a Viveo (VVEO3) foram os destaques negativos, com queda na receita e compressão de margens, enquanto a Blau Farmacêutica (BLAU3) brigou com o faturamento maior, expansão de margens e melhorias no ciclo de caixa.

O resultado positivo do setor de transportes

Já no setor de transportes, a XP destacou a performance de três empresas que se destacaram no terceiro trimestre: a Localiza (RENT3), a Movida (MOVI3) e a Azul (AZUL4).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas também avaliaram como positivos os resultados da Rumo (RAIL3) e da Priner (PRIN3).

Por outro lado, a Hidrovias do Brasil (HBSA3) teve um desempenho mais fraco no 3T24, com menor capacidade de volume e custos mais elevados.

Agronegócio

Para os analistas, o trimestre para as empresas de agronegócios foi fraco de maneira geral — mas a 3tentos (TTEN3) foi a exceção, com “resultados espetaculares significativamente acima das expectativas do mercado”. 

Setor alimentício

O setor de alimentos e bebidas teve uma safra mista no 3T24, segundo os analistas da XP. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os frigoríficos brilharam com o desempenho da JBS (JBSS3) e da BRF (BRFS3) diante do bom momento do ciclo em termos de oferta e demanda.

Já a Ambev (ABEV3) e a M. Dias Branco (MDIA3) reportaram números mais fracos que o esperado no trimestre.

O 3T24 do setor de varejo

Nas palavras da XP, a safra de resultados do 3T24 foi um “trimestre de histórias diferentes” no setor de varejo. No entanto, o saldo final dos números das varejistas veio melhor que o esperado.

Os destaques foram a Vivara (VIVA3), Azzas 2154 (AZZA3, resultado da fusão entre Arezzo e Soma), Grupo Mateus (GMAT3) e o Carrefour Brasil (CRFB3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho na indústria

As empresas de bens de capital também tiveram uma temporada mista. A Marcopolo (POMO4), a Fras-le (FRAS3), a Kepler Weber (KEPL3) e a Iochpe-Maxion (MYPK3) mantiveram a trajetória operacional positiva.

Enquanto isso, a Weg (WEGE3) e a Embraer (EMBR3) reportaram números em linha com as expectativas do mercado. Já a Tupy (TUPY3) teve resultados mornos com volumes mais fracos e menor alavancagem operacional.

Utilities, tecnologia e telecom

Com resultados fortes no terceiro trimestre, a Equatorial foi uma das vencedoras da temporada de balanços, o que manteve as ações EQTL3 como as favoritas da XP para o setor de energia.

Entre as empresas de telecomunicações, mídia e tecnologia, a Vivo (VIVT3) e a Tim (TIMS3) se destacaram com o crescimento de receita e repasse de preços. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a Brisanet (BRIT3) foi na contramão e ocupou os holofotes negativos da safra de resultados depois da derrocada na margem Ebitda.

Apesar do balanço misto no 3T24, a Intelbras (INTB3) se tornou a ação favorita de tecnologia da XP após a queda das ações depois da divulgação dos resultados trimestrais criar “um bom ponto de entrada”.

Segundo os analistas, entre os destaques positivos do setor, estiveram os balanços da Totvs (TOTS3), Bemobi (BMOB3) e Eletromidia (ELMD3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia