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O presidente participou nesta segunda-feira (13) da 52ª Assembleia Geral dos Povos Indígenas, que acontece até amanhã (14), na Terra Indígena Raposa Serra do Sol
A reserva Raposa Serra do Sol foi palco de um dos mais violentos conflitos entre indígenas e não-indígenas da história brasileira. Nesta segunda-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou à terra que foi banhada por sangue há mais de uma década para tratar de uma questão que não avança: a proteção dos povos originários.
"Os indígenas não estão ocupando terra de ninguém, estão apenas brigando para ficar com aquilo que era todo seu e que os invasores, desde 1500, vêm tirando pedaço de terra", disse.
O presidente participou da 52ª Assembleia Geral dos Povos Indígenas, que acontece até amanhã (14), na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O encontro tem como tema 'Proteção Territorial, Meio Ambiente e Sustentabilidade'.
Quando chegou ao local, Lula caminhou pela feira agrícola que estava sendo realizada no local, onde foi recebido por produtores que o apresentaram à produção da região.
"Fiquei triste porque descobri que vocês não têm ajuda do governo para financiar a produção de vocês", afirmou.
"Se nós temos dinheiro para financiar empresários, agricultura familiar, grandes proprietários de terra, por que não existe dinheiro para financiar povos indígenas em sua produção?", questionou Lula.
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A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que também acompanhou Lula na viagem, afirmou que o governo quer reconstruir políticas indígenas, ambientalistas e de direitos humanos que, segundo ela, foram perdidas nos últimos anos.
De acordo com a ministra, é preciso construir novas políticas indigenistas a partir de parlamentares indígenas no Congresso Nacional.
Guajajara anunciou que há um esforço de retomar, neste mês, o Conselho Nacional de Política Indigenista e, no mês de abril, a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).
A retomada do Conselho dos Povos Indígenas também foi reiterada por Lula durante a visita.
O final de semana do presidente foi marcado por articulações de bastidores. O governo pretende, por exemplo, concluir ainda neste mês o processo de exoneração do ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque do conselho da Itaipu Binacional.
O almirante de esquadra está diretamente envolvido na tentativa de entrada ilegal de joias no País para presentear o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle. Bento recebe R$ 34 mil por mês para integrar o conselho.
O Ministério de Minas e Energia (MME) afirmou que o processo de substituição de Bento “já está em andamento desde o início do ano e deve ser concretizado ainda este mês, seguindo o devido trâmite e as questões de segurança das empresas”.
Outros bolsonaristas remanescentes no conselho, como o ex-ministro Adolfo Sachsida e o ex-assessor especial Célio Faria Júnior, também devem ser trocados em breve. Lula já deu aval aos nomes que devem substituí-los no conselho de Itaipu.
Também veio à tona no final de semana a indicação de Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente vem sendo pressionado a escolher uma mulher para a vaga, mas sinaliza que não pretende levar em consideração a questão de gênero na escolha.
Lula tem recebido inúmeros apelos, sobretudo de movimentos sociais, para que uma mulher assuma uma cadeira na Corte — o ministro Ricardo Lewandowski vai se aposentar compulsoriamente em maio, quando completará 75 anos.
Nos bastidores, aliados de Lula avaliam que há chances de o nome do advogado Cristiano Zanin prosperar na sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e na votação no plenário, caso seja indicado para a primeira vaga a que o governo terá direito.
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