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O mundo acompanhou a insurreição do grupo paramilitar, que vinha sendo um importante aliado das tropas russas contra a Ucrânia
Desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, as últimas 36 horas foram as mais "agonizantes" para o presidente russo Vladimir Putin — e que não foi causada pelas tropas de Volodymyr Zelensky.
Neste sábado (24), as atenções do mundo se voltaram para os desdobramentos da insurreição do grupo paramilitar Wagner, que vinha sendo um dos aliados do governo russo contra os ucranianos.
Embora a rebelião tenha pegado o mundo de 'surpresa', as divergências entre o grupo Wagner e o governo de Vladimir Putin já vinham acontecendo nos últimos meses.
Recentemente, as disputas entre a tropa paramilitar e o Ministério de Defesa da Rússia se tornaram públicas: de um lado, o líder do Wagner acusa as forças russas de não fornecer munição suficiente; do outro, o governo acusa o grupo de "propagando da informação".
Confira a seguir o conflito e seus desdobramentos em cinco pontos:
O início da tensão interna aconteceu na noite de sexta-feira (23), quando o líder do grupo mercenário, Yevgeny Priogozhin, acusou a liderança militar russa de ataque a um dos acampamentos do grupo com uma "grande quantidade" de morte.
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“Eles nos enganaram sorrateiramente, tentando nos privar da oportunidade de defender nossas casas e, em vez disso, caçar Wagner. Estávamos prontos para chegar a um acordo com o Ministério da Defesa para entregar nossas armas e encontrar uma solução para continuarmos a defender país. Mas esses canalhas não se acalmaram”, disse Prigozhin em uma nota de voz postada no Telegram.
Sendo assim, o ataque foi o estopim para a insurreição do grupo paramilitar, com a escalada da tensão interna no sábado (24).
O líder também prometeu "responder a essas atrocidades" e anunciou uma "marcha da justiça" até a capital russa, Moscou. Durante o caminho, Wagner assumiu o controle da cidade de Rostov.
Wagner postou vídeos com uma rendição de 180 militares russos na fronteira de Bugaevka, na Rússia. E, ainda de acordo com as tropas mercenárias, cerca de 25 mil combatentes do Wagner já estavam armados.
Em meio a escalada do conflito interno, o presidente russo Vladimir Putin fez um pronunciamento à nação de cinco minutos na TV estatal.
Sem nomear o grupo, antes aliado, Putin afirmou que a situação tratava-se de uma traição, "um punhalada pelas costas".
“O que estamos enfrentando é precisamente a traição. A ambição excessiva e os interesses investidos levaram à traição. A traição de seu país, de seu povo e da causa pela qual os soldados e comandantes do Grupo Wagner lutaram e morreram, lado a lado com nossas outras unidades”, disse Putin.
"Qualquer revolta interna é uma ameaça mortal ao nosso estado. Nossas ações para defender a Pátria dessa ameaça serão duras."
O Ministério de Defesa da Rússia negou as acusações do Wagner e afirmou que os comentários de Prigozhin são uma "propaganda informativa".
Em meio ao conflito, surgiram rumores de que Vladimir Putin, havia "escapado" de Moscou em um avião que teria decolado do aeroporto da capital russa em direção à região de Tver — onde o presidente possui uma de suas residências.
Contudo, o porta-voz do governo russo afirmou que Putin estava trabalhando em seu escritório, no Kremlin.
Importante aliado da Rússia, Belarus assumiu o papel de intermediador entre o governo russo e o líder do Wagner, Yevgeny Priogozhin.
E, ao final do dia, por volta das 15h (horário de Brasília), um acordo foi anunciado, com a ordem de Priogozhin aos mercenários para interrupção da marcha a Moscou, a fim de evitar "derramamento de sangue". O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, foi o intermediador.
O acordo firmado entre o Wagner e Putin, intermediado pelo presidente de Belarus, garantiu a "paz temporária" no território russo.
O Kremlin anunciou que não processará o líder do Wagner e nem punir os demais membros que participaram da rebelião. Além disso, os mercenários que não aderiram a revolta do grupo serão integrados ao Ministério de Defesa russo.
Em linhas gerais, o acordo prevê o exílio de Prigozhin em Belarus, bem como a sua saída do front na Ucrânia e São Petersburgo.
Contudo, até o momento, não há relator de que o líder do Wagner tenha chegado à Belarus. Muitas outras perguntas seguem sem resposta, em meio ao alívio da tensão interna, já que Prigozhin permanece em silêncio desde o anúncio do acordo com o Kremlin.
Com o caos instalada durante 24 horas, não há dúvidas de que poder de Vladimir Putin ficou abalado. E, segundo especialistas consultados pela BBC, a revolta deve impactar negativamente a Rússia e beneficiar a Ucrânia.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenshy, se manifestou durante a insurreição na Rússia e afirmou que "a fraqueza da Rússia é óbvia". Confira:
Em resposta e após o recuo do grupo Wagner, o governo russo afirmou que a rebelião não afetará a ofensiva militar do país na Ucrânia e que os impactos na guerra travada desde fevereiro do ano passado estão "fora de questão", segundo o secretário de imprensa de Putin, Dmitry Peskov.
*Com informações de CNBC, BBC, CNN, The Wall Street Journal, Estadão e Reuters
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