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Alguns dos combates mais ferozes ocorrem em Bakhmut, na região ucraniana de Donetsk — parte da qual está sob o controle da Rússia e de suas forças por procuração
Há quatro meses, o presidente Vladimir Putin se via encurralado em uma guerra que, para ele, já deveria ter terminado — com a celebração dos ucranianos pela libertação russa. Na ocasião, o chefe do Kremlin estava perdendo terreno na Ucrânia e sofrendo seguidos reveses no conflito.
Agora, tudo indica que o jogo virou — para o lado de Putin. O presidente russo colocou sua máquina de destruição para rodar e está prestes a conquistar Bakhmut, uma cidade mineira sitiada em Donetsk, no leste da Ucrânia.
Na noite de segunda-feira (27), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu que a situação na região de Bakhmut "está ficando cada vez mais difícil".
"O inimigo está constantemente destruindo tudo o que pode ser usado para proteger nossas posições, para ganhar uma posição e garantir a defesa", afirmou Zelensky.
Alguns dos combates mais ferozes desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, há pouco mais de um ano, ocorreram em Bakhmut, na região ucraniana de Donetsk — parte que está sob o controle da Rússia e de suas forças por procuração.
Recentemente, os esforços russos para capturar a cidade industrial se intensificaram, com suas tropas ganhando terreno.
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E o esforço russo não é à toa: além de consolidar o domínio de Moscou no leste ucraniano, a cidade abriria caminho para que Putin conquistasse outras áreas do país — o próprio Zelensky classificou a cidade de Bakhmut como a fortaleza da Ucrânia.

A vice-ministra da Defesa da Ucrânia, Hanna Maliar, disse que “o exército inimigo está aumentando a intensidade de seus ataques. A situação mais difícil permanece na direção de Bakhmut.”
Segundo Maliar, a Rússia estaria empregando táticas de "exaustão e destruição total", ainda que as forças russas estejam sofrendo perdas significativas, perdendo entre 600 e 1.000 pessoas diariamente.
A Rússia também afirma estar matando centenas de soldados ucranianos em Donetsk todos os dias, mas, dada a natureza caótica da guerra e o interesse de ambos os lados em acentuar as perdas de seu oponente, é difícil considerar o número real de fatalidades na região.
Diante da intensidade dos conflitos, Bakhmut foi rotulada como um "moedor de carne" até mesmo pelo chefe do grupo de mercenários Wagner, Yevgeny Prigozhin, cujas forças têm avançado lentamente na região.
A marcha lenta, mas constante, da Rússia em Bakhmut levanta questões sobre se a Ucrânia terá que retirar suas tropas da cidade para salvar seu pessoal. Mas não há sinais de que Kiev esteja pronta para desistir ainda.
Procurando manter o moral entre os combatentes, o comandante das forças terrestres da Ucrânia, o coronel-general Oleksandr Syrskyi, visitou a cidade no fim de semana para tentar elevar espíritos nas unidades de combate, mas relatos indicam que até ele reconheceu que a situação era "extremamente tensa".
Especialistas em guerra acreditam que os ucranianos vão resistir por algum tempo em Bakhmut, mas à medida que a primavera se aproxima no hemisfério Norte, Kiev pode fazer uma retirada tática e redistribuir suas forças para a contra-ofensiva e depois atacar a cidade novamente.
*Com informações da BBC e da CNN
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