🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Danielle Fonseca

O PESO DA DÍVIDA

O pior já passou? O que diz a Fitch sobre as empresas brasileiras um mês após ter elevado a nota de crédito do Brasil 

As empresas sob o guarda-chuva da agência de classificação de risco têm R$ 425 bilhões em dívidas com vencimento até 2024; o número assusta, mas pode não ser tão ruim assim; entenda por quê

Danielle Fonseca
29 de agosto de 2023
19:24 - atualizado às 16:20
Prédio espelhado com logo da agência de classificação de riscos Fitch Ratings
Prédio da agência de classificação de riscos Fitch Ratings - Imagem: Shutterstock

Muitas foram as notícias de empresas brasileiras com diferentes problemas de saúde financeira e até de recuperações judiciais nos últimos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O movimento ocorreu após um longo período de taxa básica de juros (Selic) acima de dois dígitos e da redução da oferta de crédito no país, agravada pelo calote da Americanas (AMER3).

Os juros altos elevam os custos das dívidas das companhias e, junto com uma inflação elevada e essa dificuldade de obter mais crédito, corroeram a capacidade das empresas brasileiras de gerarem caixa e pagarem dívidas em dia.

Um sinal evidente da piora do perfil de crédito das empresas foi que a agência de classificação de risco Fitch Ratings fez mais cortes de notas de crédito na primeira metade de 2023 do que no ano anterior. Porém, esse cenário já dá sinais de mudanças.

“Esperamos que as ações de rating negativas diminuam no segundo semestre, após 25 rebaixamentos corporativos no acumulado do ano, em comparação com 18 rebaixamentos totais em 2021-2022. Os downgrades ocorreram em vários setores, mas o varejo e a saúde representaram 32% do total”, disseram os analistas da agência em relatório publicado hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perspectiva da agência é de retomada gradual do mercado de dívida no Brasil e nos países vizinhos, além do impacto positivo da melhora da inflação e do início do corte da taxa de juros. Mais um fator que pode indicar que o pior já passou é o progresso da reforma fiscal feito pelo governo.

Leia Também

“Esses fatores tendem a beneficiar a demanda e podem permitir uma recuperação gradual de margens e alavancagens, especialmente em 2024”, destacaram ainda os analistas.

Queda de juros vai determinar recuperação

A velocidade e a magnitude da recuperação da economia e dos cortes da Selic são vistos como cruciais para que a recuperação das métricas de crédito das empresas também avance.

“O ritmo e magnitude dos cortes da taxa de juros são elementos-chave para aumentar o fluxo de caixa, já que o fluxo de caixa dos emissores alavancados permanecerá pressionado até que a principal taxa de juros do Brasil diminua de forma mais significativa”, avaliam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Fitch estima uma Selic de 12,25% ao ano até o final de 2023 e 9,00% até o final de 2024, apoiada pela inflação mais baixa. O Banco Central do Brasil iniciou a redução da Selic em agosto de 2023. A taxa caiu para 13,25% após ter se mantido na casa dos dois dígitos desde fevereiro de 2022.

Um alerta da agência é que há uma demanda ainda instável em vários setores, incluindo o de siderurgia, cimento, varejo e indústria automobilística. Mas, mesmo esses setores podem se beneficiar de melhores condições de negócios nos próximos trimestres. 

No dia 26 de julho, a Fitch elevou o rating soberano do Brasil para “BB” devido ao desempenho macroeconômico e fiscal melhor do que o esperado.

SEU DINHEIRO EXPLICA — Dá para pagar uma faculdade de medicina com o Tesouro Educa+? Fizemos as contas para você!

Dívidas vencendo em 2024 chegam a R$ 425 bilhões

A Fitch estima que as empresas brasileiras que avalia tenham R$ 425 bilhões em dívidas com vencimento até o final de 2024 e R$ 190 bilhões em 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de o montante assustar, a agência afirma que o volume de títulos com vencimento até o final do ano que vem, na verdade, é baixo, e a dívida do mercado de capitais local está concentrada em créditos das categorias “AAA(bra)” ou “AA(bra)”.

Em relação a dívidas no exterior, apenas US$ 2,8 bilhões (R$ 13,6 bilhões) em títulos vencem até o final de 2024, a maioria dos quais emitidos por empresas com fortes fluxos de caixa em dólares e acesso amplo a múltiplas fontes de financiamento.

As emissões corporativas de países que fazem fronteira com o Brasil na América Latina também iniciaram uma recuperação moderada, o que poderia beneficiar as empresas brasileiras. 

“Positivamente, o risco de refinanciamento é moderado para a maioria das entidades classificadas pela Fitch”, disseram os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SINAL DE ALERTA

Espaçolaser (ESPA3) entra na mira da B3: empresa recebe enquadro para escapar do rótulo de penny stock; descubra os detalhes

8 de janeiro de 2026 - 16:25

Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices

MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

SEM PREOCUPAÇÕES?

Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar

7 de janeiro de 2026 - 13:33

O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano

PATINHO FEIO

Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)

7 de janeiro de 2026 - 12:31

O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale

FIQUE ATENTO

MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio

7 de janeiro de 2026 - 11:00

Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos

REESTRUTURAÇÃO

Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital

7 de janeiro de 2026 - 10:15

Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026

6 de janeiro de 2026 - 19:12

Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano

HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar