O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a Movida (MOVI3), decisão de revisar projeções de lucro líquido e frota tem relação com uma melhor alocação de recursos
Como um motorista que percebe que poderia ter feito um caminho melhor e decide rever a rota, a Movida (MOVI3) informou ter alterado suas projeções para os próximos anos.
Assim, a locadora de veículos desistiu de buscar um lucro líquido entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,6 bilhão e uma frota entre 260 mil e 340 mil veículos até 2025, sem revelar quais as novas projeções para o período.
Em comunicado arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Movida afirma que a decisão foi tomada com base na estratégia de geração de valor e também de olho na alocação de recursos mais adequada. A prioridade será a otimização da estrutura de capital e da eficiência da frota de veículos.
A Movida teve uma queda de 93,6% no lucro líquido do quarto trimestre de 2022, totalizando R$ 17,8 milhões.
É importante destacar que a revisão dos números da locadora acompanham um movimento de todo o Grupo Simpar (SIMH3), ao qual ela pertence.
A companhia decidiu rever as projeções de todas as empresas que integram a holding, incluindo a própria Simpar, que previa uma receita bruta consolidada de R$ 35 bilhões em 2024. Segundo documento disponível na CVM, 94% deste guidance foi cumprido.
Leia Também
Já a JSL (JSLG3) também não irá perseguir as metas estabelecidas previamente para 2025. Em ambos os casos, as empresas não revelam quais as novas expectativas.
A Vamos (VAMO3), que também pertence ao mesmo grupo, já havia revisto seus números em setembro passado.
As novas diretrizes adotadas pela Movida (MOVI3) estão de acordo com o histórico recente da companhia. Apesar de ocupar uma fatia importante do mercado de locação de veículos, sua distância em relação à Localiza (RENT3) veio aumentando recentemente.
Ainda que analistas e gestores estejam otimistas com o setor como um todo, eles acham importante destacar que a discrepância no desempenho das ações de ambas na B3 é explicada, basicamente, pelas estratégias bem diferentes adotadas pelas duas empresas.
De maneira geral, a Movida escolheu colocar a mão no bolso ao longo dos últimos anos, com foco em crescimento e renovação de frota.
O grande problema é que, com uma taxa de juros alta, a alavancagem da companhia também cresceu e acendeu um alerta nos analistas, que só enxergam uma saúde financeira melhor no médio prazo.
No ano, MOVI3 sobe 47,51%, enquanto em 12 meses o tombo é de 33,31%.

De acordo com a plataforma TradeMap, das 11 recomendações existentes para o papel, nove são de compra e duas são de manutenção.
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição
A varejista espera que o cancelamento de registro na SEC se concretize em 90 dias
O processo para se tornar microempreendedor individual é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela internet
Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia
Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano
A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI
Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações
Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026
A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo
Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças
A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração
Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h
O laudo será a referência para a OPA das ações preferenciais e não representa, necessariamente, o preço final da oferta
Controlada de educação básica do grupo vai deixar a bolsa americana após encolhimento da base acionária e baixa liquidez das ações
Conselho recebeu proposta de distribuição bilionária em JCP; decisão final depende da aprovação em assembleia até abril de 2027
Para o banco, Mercado Livre e o Grupo SBF são as mais bem posicionadas para brilhar durante o evento; varejistas de fast-fashion podem enfrentar dificultades
Banco reforça confiança seletiva em grandes players, mas alerta para riscos regulatórios e competição intensa na saúde neste ano; confira as recomendações do Santander para o setor