🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

ENGRENAGENS GIRANDO

Pista cheia de oportunidades? JP Morgan prevê alta de 53% para ações da Marcopolo (POMO4) — já a Metal Leve sai do radar

Os analistas do JP Morgan escolheram a Marcopolo (POMO4) como a ação favorita do setor, com preço-alvo de R$ 6 por papel até o fim deste ano

Camille Lima
Camille Lima
7 de junho de 2023
14:30 - atualizado às 14:16
Marcopolo (POMO4)
Ônibus da Marcopolo (POMO4) - Imagem: Divulgação

A regra é clara: para que carros, ônibus ou quaisquer parafernalhas mecânicas funcionem bem, todas as peças precisam estar no lugar. E, na visão do JP Morgan, as engrenagens estão começando se acertar para o setor de autopeças, permitindo que empresas como Marcopolo (POMO4) e Randon (RAPT4) consigam ter um desempenho agradável aos olhos dos passageiros — ou, no caso da estrada da B3, dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, apesar de um início de ano difícil, o banco prevê “uma melhora gradual no restante de 2023”. Segundo os analistas, a visão mais otimista para o setor é baseada em três pontos principais.

Entre eles, estão a melhoria da visão sobre os players nacionais, como reflexo da revisão para cima do PIB do Brasil, além da ajuda do setor de agronegócio no mercado de veículos pesados e o apoio do governo ao segmento, especialmente para ônibus. 

“Estamos cada vez mais otimistas com o setor devido à melhora gradual das perspectivas macro do Brasil em função da redução das taxas de juros futuras, da desaceleração da inflação e da redução do risco-país”, afirma o banco, em relatório.

Já na análise dos principais players desse mercado, os analistas do JP Morgan escolheram as ações da Marcopolo (POMO4), que já tinham recomendação de compra, como as favoritas do setor para rodar nos pavimentos da bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em paralelo ao gosto por POMO4, o banco norte-americano elencou a Tupy (TUPY3) como a segunda escolha preferida do setor — ela também já tinha classificação de compra

Leia Também

Enquanto isso, a instituição se mostrou mais otimista com o futuro da Randon (RAPT4) e elevou a recomendação dos papéis para compra. Já em relação à MAHLE Metal Leve (LEVE3), o banco optou pelo acostamento: rebaixou a recomendação, de “neutro” para “venda”.

A Marcopolo (POMO4) como favorita

Os analistas mantiveram a Marcopolo (POMO4) como ação favorita do setor e fixaram o preço-alvo de R$ 6 por papel até o fim deste ano, equivalente a um potencial de alta de aproximadamente 54% em relação ao último fechamento.

Na análise do JP Morgan, as ações POMO4 estão baratas e com um valuation extremamente descontado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque a empresa está sendo negociada a um múltiplo de seis vezes o valor de empresa/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português), “representando um desconto de 41% em relação à média histórica”. 

Além disso, segundo os analistas, a preferência por POMO4 tem como base a exposição da companhia ao mercado de ônibus, que deve superar o segmento de caminhões neste ano e no próximo.

Além disso, o banco prevê um salto nos ganhos da companhia devido à recuperação das vendas e a implementação do programa do governo Caminhos da Escola, que estabelece a compra de ônibus para levar crianças aos colégios.

Porém, assim como todas as teses de investimento, a visão de compra para os papéis da Marcopolo possuem seus riscos. Entre eles:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Margens ou volumes mais fracos do que o esperado de exportações e de subsidiárias estrangeiras
  • Dependência de programas e subsídios do governo
  • Desafios do cenário de ônibus urbanos, uma vez que, se as cidades não aumentarem as tarifas no curto prazo, podem limitar a capacidade de investimentos em novos ônibus 

Tupy (TUPY3) na esteira da Marcopolo

A Tupy (TUPY3) ocupa o segundo lugar na lista de favoritas do JP Morgan para o setor. O banco possui recomendação de compra para as ações, com preço-alvo em R$ 36 por ativo.

A avaliação implica em um potencial de alta de 41% para os papéis TUPY3 em relação à cotação do último fechamento, de R$ 25,53.

Uma das questões que constroem a visão positiva dos analistas para as ações são as oportunidades de crescimento de fusões e aquisições recentes.

Além disso, a exposição da companhia a mercados externos, que já correspondem a cerca de 70% das receitas, pode ajudar a Tupy, que “deve se beneficiar do plano de infraestrutura dos EUA e do crescimento do PIB ainda esperado para este ano”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já em relação aos riscos à tese de investimento de compra de TUPY3 incluem: 

  • Valorização imprevista do real
  • Desaceleração maior do que o esperado no PIB dos EUA e Europa
  • Substituição de componentes de motores de aço por alumínio, reduzindo a demanda por componentes Tupy
  • Desinvestimentos do BNDES e da Previ, que possuem participações de 28% e 26% das ações da Tupy

Randon (RAPT4)

Além da Marcopolo e da Tupy, o JP Morgan melhorou as previsões para as ações da Randon (RAPT4), elevando a recomendação, de “neutro” para “compra”.

Além disso, os analistas fixaram um preço-alvo de R$ 14 por papel, o que corresponde a um potencial de valorização de 24,4% em relação ao último fechamento.

Segundo o relatório, a visão mais otimista é reflexo também do valuation atrativo, com desconto de 30% em relação à média histórica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas também destacam a internacionalização e diversificação dos negócios da empresa de Caxias do Sul, reduzindo a volatilidade dos resultados. 

Outro ponto positivo para a companhia é que, na visão do JP Morgan, “o mercado de caminhões está próximo do pior momento, e deve começar a se recuperar nos próximos trimestres”. 

A empresa também mantém uma JV com a Gerdau referente ao negócio de aluguel de equipamentos, em um investimento total de R$ 250 milhões.

Já em relação aos riscos da tese, o JP Morgan cita o crescimento da economia brasileira. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, como a Randon possui grande exposição aos mercados locais caso a expansão do PIB brasileiro fosse revisada para baixo, as expectativas de resultados da empresa também seriam afetadas.

O banco também ressalta o crescimento da concorrência, que pode afetar as margens e a participação da Randon no mercado. 

Tchau, MAHLE Metal Leve (LEVE3)?

Enquanto isso, a MAHLE Metal Leve não caiu no agrado dos analistas. O JP Morgan cortou as estimativas para as ações LEVE3, com recomendação de “venda”.

Já em relação ao preço-alvo, o banco estipulou o valor de R$ 42 até dezembro de 2023, equivalente a uma leve desvalorização potencial de 0,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos motivos que fez a MAHLE sair da lista de “queridinhas” do JP Morgan é justamente o seu preço. 

A instituição norte-americana enxerga a companhia com um valuation “relativamente caro”, especialmente devido ao forte desempenho das ações LEVE3 nos últimos 30 dias, que subiram 33% no período, contra um avanço de apenas 9% do Ibovespa.

Entretanto, o pagamento de dividendos polpudos pode colocar a tese de venda dos papéis em risco, assim como a possibilidade de um crescimento maior do que o esperado nos volumes no mercado doméstico e uma concorrência abaixo do esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MAIS UM PRA CONTA

Investiu no will bank? Veja como ser ressarcido pelo FGC — e o alerta para quem também tem CDB do Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 11:47

Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento

NOVOS DESDOBRAMENTOS

Azul (AZUL53): saída da recuperação nos EUA ganha forma com nova emissão, aporte e plano para o pós-Chapter 11

21 de janeiro de 2026 - 11:46

A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado

PLOT TWIST AMARGO

Netflix (NFLX) supera expectativas no 4T25, mas desaponta em guidance, e ações despencam no pré-mercado

21 de janeiro de 2026 - 10:29

A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%

A ÚLTIMA PEÇA

Will bank: quem é o banco digital que foi parar nas mãos de Daniel Vorcaro e sucumbiu com o Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 10:11

A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central

CONTA NÃO FOI PAGA

Ligação com Tanure e Banco Master: Mastercard executa garantias e ‘toma’ ações da Westwing (WEST3) e do BRB (BSLI3)

21 de janeiro de 2026 - 9:51

Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida

CRISE

Banco Central decreta liquidação do will bank, que pertence ao grupo do Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 8:02

O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição

MERCADO DE CAPITAIS

O gringo puxou a bolsa — mas vai ignorar as PMEs? CEO da BEE4 diz por que os IPOs menores ainda não estão no radar estrangeiro

20 de janeiro de 2026 - 18:33

A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar

ALUGUEL PELO CELULAR

Localiza (RENT3) já economizou R$ 23 milhões ao reduzir as filas com serviço 100% digital, acelerando à frente da rival Movida (MOVI3), diz BTG

20 de janeiro de 2026 - 16:41

Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza

QUEM DÁ MAIS?

Netflix em disputa com a Paramount: gigante do streaming sobe o sarrafo com proposta de US$ 82,7 bilhões em dinheiro pela Warner Bros.

20 de janeiro de 2026 - 15:41

Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações

AQUISIÇÃO

Mais uma derrota para Tanure: compra da Emae pela Sabesp (SBSP3) é aprovada no Cade e Aneel

20 de janeiro de 2026 - 14:57

O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.

ENTENDA OS IMPACTOS

JP Morgan liga alerta para Yduqs (YDUQ3) e outras empresas do setor após notas do Enamed; BTG pede calma

20 de janeiro de 2026 - 13:12

Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo

ENTRE AS MAIORES

Itaú se torna a única empresa brasileira entre as 500 marcas mais valiosas do mundo — e um concorrente se desvaloriza e perde o posto

20 de janeiro de 2026 - 12:31

Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista

GENEROSIDADE CALIBRADA?

BB vai segurar os dividendos em 2026? Banco do Brasil (BBAS3) define payout e revela quando proventos vão pingar na conta dos acionistas

20 de janeiro de 2026 - 10:44

O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar

RATING MELHOR

Fitch eleva rating da Guararapes; por que agência acredita que dona da Riachuelo virou a página?

20 de janeiro de 2026 - 10:18

Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab

DANÇA DAS CADEIRAS (DE NOVO)

Ambipar (AMBP3) troca CFO após menos de quatro meses e reorganiza alto escalão em meio à crise financeira

20 de janeiro de 2026 - 9:28

Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora

O NOVO CAPÍTULO DA BATALHA DO E-COMMERCE

A guerra escalou: Mercado Livre (MELI34) e Shopee encaram inimigo antigo — e a culpa pode ser de Trump

20 de janeiro de 2026 - 6:01

O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil

EM BUSCA DE SALVAÇÃO?

BRB vai precisar de dinheiro para continuar de pé após crise no Banco Master? Saiba o que diz o Banco de Brasília

19 de janeiro de 2026 - 17:42

Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira

ACABOU A COLHEITA?

Boa Safra (SOJA3) na berlinda? Itaú BBA rebaixa ação e corta preço-alvo. Descubra o que fazer com a ação agora

19 de janeiro de 2026 - 17:25

Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente

VISÃO DOS EXECUTIVOS

Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Renner (LRNE3), Smart Fit (SMFT3) e mais: no que os CEOs das grandes varejistas estão apostando para 2026?

19 de janeiro de 2026 - 16:40

Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026

DEJÁ-VU

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): depois de um “não”, acionista aliado de Rafael Ferri insiste e pede uma nova Assembleia

19 de janeiro de 2026 - 15:10

O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar