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Investigado pela CVM, Sergio Rial diz que contrato com a Americanas (AMER3) era regular; ex-CEO foi responsável por descoberta de rombo contábil na varejista

A CVM analisa eventuais irregularidades a respeito do recebimento por Rial de remuneração paga pela varejista no período entre o anúncio de sua escolha como CEO e sua efetiva posse no cargo

Montagem com Sergio Rial, novo CEO da Americanas, com o logo da empresa
Montagem com Sergio Rial, então CEO da Americanas, com o logo da empresa - Imagem: Murillo Constantino/Quartetto - Montagem Brenda Silva

O ex-CEO da Americanas (AMER3) Sergio Rial reagiu neste sábado (18) à abertura de mais um processo pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ligado ao escândalo contábil na varejista.

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O processo administrativo vai analisar eventuais irregularidades a respeito do recebimento por Rial de remuneração paga pela varejista no período entre o anúncio de sua escolha como CEO, em agosto de 2022, e sua efetiva posse no cargo, em janeiro de 2023.

"Esclareço que estou à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos a todas as Autoridades com a mais absoluta tranquilidade, e afirmo categoricamente que o contrato em questão firmado com a Americanas foi 100% regular, assim como todo o trabalho que desenvolvi nos quatro meses de sua vigência que antecederam minha posse como CEO, em 2 de janeiro passado", disse Rial em nota.

O executivo afirmou, ainda, que eventuais informações devem ser verificadas com os responsáveis pelas relações com investidores na época da celebração do contrato de consultoria, que visava a transição de um CEO que conduziu as Americanas por 20 anos.

Miguel Gutiérrez, por sua vez, prestou, ontem (17), depoimento por quatro horas na CVM, na região central do Rio. O ex-CEO da companhia apresentou sua perspectiva sobre a sistemática de operações e os desdobramentos que levaram a varejista ao rombo contábil.

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Relembre o caso Americanas (AMER3)

Vale relembrar que a varejista entrou com um pedido de recuperação judicial no dia 19 de janeiro, após a revelação de uma "inconsistência contábil" da ordem de R$ 20 bilhões. A companhia montou um comitê independente para investigar o buraco e, nesse meio tempo, a ação da Americanas quase virou pó na bolsa.

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O imbróglio ganhou contornos de disputa judicial antes mesmo de a empresa protocolar a recuperação, quando a Americanas obteve uma decisão no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que suspendia qualquer vencimento antecipado de dívidas e bloqueio de bens da companhia.

No seu pedido à Justiça, a empresa citou credores que já a estavam notificando para declarar o vencimento antecipado das obrigações, citando especificamente uma dívida junto ao BTG Pactual no valor de R$ 1,2 bilhão. O documento trouxe, ainda, uma explicação na qual a dívida total da varejista chegava a R$ 40 bilhões.

O BTG decidiu entrar com mandado de segurança com pedido de liminar logo em seguida. A liminar foi concedida e, depois dela, outros bancos resolveram entrar na Justiça contra a tutela cautelar da Americanas.

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Assim, com apenas R$ 800 milhões em caixa e as instituições financeiras no seu cangote, a varejista se viu obrigada a protocolar o pedido de recuperação judicial.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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