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Os problemas com a China não afetaram o mais recente balanço da Nvidia, mas as projeções indicam que o futuro pode não ser tão bom
A Nvidia (BDR: NVDC34 / Nasdaq: NVDA) virou o tema central do debate de tecnologia neste ano, especialmente com a expansão de atividades relacionadas à Inteligência Artificial (IA).
Isso se reflete nos papéis da da fabricante de chips e componentes de computadores, que têm a maior alta do índice Nasdaq 100 em Wall Street em 2023, com um avanço acumulado de cerca de 245% no ano.
E o otimismo é justificado, ao menos de acordo com o balanço do terceiro trimestre do ano fiscal de 2024 da empresa, encerrado em outubro deste ano.
Um dos principais destaques foi a receita recorde do período, que apresentou aumento de 206% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 18,1 bilhões, superando as estimativas de Wall Street de US$ 16,2 bilhões na média.
O lucro operacional da Nvidia no trimestre chegou a US$ 11,557 bilhões, comparado com US$ 1,536 bilhão no mesmo trimestre de 2023 — o que representa um aumento de 652%.
Já o lucro líquido alcançou US$ 9,24 bilhões, um resultado 13,5 vezes maior do que o obtido no mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro por ação (EPS, em inglês) chegou a US$ 4,02, quase sete vezes maior do que o reportado no mesmo período do ano anterior (US$1,456 bilhão e US$ 0,58 por ação).
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As projeções da Bloomberg apontavam para uma lucro de US$ 16,1 bilhão e EPS de US$ 3,36.
Mesmo com os números acima das mais otimistas projeções, os papéis caíram cerca de 1% no after market em Nova York. As ações operavam em queda no pre-market e abriram o pregão de hoje em queda de 0,23%, negociadas a US$ 498,15
Entre outros destaques da empresa, o ramo que garantiu o crescimento vertiginoso ainda é o Data Center, que reportou vendas de US$ 14,514 bilhões — um aumento de 279% contra o mesmo trimestre do ano anterior.
A linha de Gaming, segundo maior mercado para a Nvidia, também apresentou forte expansão da receita, totalizando US$ 2,856 bilhões, crescimento de 81%.
Vale ressaltar, portanto, que a culpa da queda dos papéis no after market não é exatamente da empresa, que projeta um futuro promissor dos negócios.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, destacou que a transição para um modelo de negócios de crescimento rápido, como é o caso de startups e outras empresas do segmento de tecnologia, é um dos fatores para os bons números.
Entretanto, o mercado está de olho em um dos principais parceiros da Nvidia: a China.
Para entender essa história é preciso voltar um pouco no tempo. Os Estados Unidos passaram a restringir as importações e exportações de semicondutores — chamados genericamente de “chips” — de Inteligência Artificial, um segmento cuja produção é dominada pela China.
Os norte-americanos alegam que se trata de uma questão de segurança nacional, tendo em vista que chips de IA podem ser usados para fins bélicos. Do outro lado, Pequim diz se tratar de apenas mais um capítulo da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.
O embate entre Pequim e Washington ocorre em um momento particularmente positivo para a Nvidia: recentemente, o valor de mercado da empresa atingiu os US$ 1 trilhão, colocando-a ao lado das companhias mais valiosas do planeta, como Apple, Microsoft, Saudi Aramco, Alphabet e Amazon.
Dessa forma, ainda que o mais recente balanço não tenha sido afetado pelos problemas comerciais dos EUA com a China, as projeções são de que o crescimento da Nvidia seja afetado no futuro.
Atualmente, a Nvidia tem um valor de mercado de US$ 1,2 trilhão e é o principal nome da Inteligência Artificial, como explica o analista de tecnologia da Empiricus, Enzo Pacheco.
“Caso haja uma retração no papel, obviamente a empresa estará no nosso radar de oportunidades, mas por ora seguimos apenas como um espectador da performance da Nvidia no mercado atual”, destaca.
Em meados de 2023, o boom da procura de investidores por IA gerou algumas apostas de nomes do mercado que poderiam competir no segmento.Entretanto, o que se mostrou nos balanços das grandes empresas de tecnologia dos EUA (big techs) no terceiro trimestre foi um crescimento da computação em nuvem — e os projetos de IA ficaram relativamente estagnados.
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
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