O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco americano também cortou a recomendação de “compra” para “neutro”. O preço-alvo também foi reduzido de R$ 10 para R$ 6
Na última sexta-feira (06), os investidores da Hapvida foram pegos por dois relatórios diferentes que fizeram as cotações dos papéis HAPV3 terem um desempenho negativo no pregão. Tanto o Bradesco quanto o JP Morgan rebaixaram as ações da companhia de saúde de “compra” para “neutro”. O novo golpe na empresa veio nesta segunda-feira (09) do Bank of America (BofA).
Agora, o banco americano também cortou a recomendação de “compra” para “neutro”. O preço-alvo também foi reduzido de R$ 10 para R$ 6.
No pregão desta segunda-feira (09), as ações caíram 11,02%, negociadas a R$ 4,20.
Em relação às cotações atuais, a alta potencial ainda é de 31%. Entretanto, a expectativa com o futuro da empresa é altamente cautelosa.
O BofA entende que a fusão da Hapvida com a NotreDame afetou significativamente o resultado da empresa. A deterioração do balanço desde então preocupa os analistas.
Mais do que isso, a necessidade de uma reestruturação com um verdadeiro xadrez no alto escalão de comando também é um fator de preocupação. Irlau Machado, executivo que esteve à frente do Grupo NotreDame Intermédica por oito anos, renunciou ao cargo de Co-CEO em novembro passado.
Leia Também
Veja como ficou a dança das cadeiras para 2023:
Como principais desafios, o BofA destaca a necessidade de expansão nacional, adaptação à novas estratégias de negócios — ainda que o relatório destaque o sucesso da atual — e melhor gestão de recursos humanos dentro da própria empresa, focando na atuação em regiões diversificadas do país.
O relatório ainda destaca que o MLR (sigla em inglês para Medical Loss Ratio, uma unidade de medida para avaliar as despesas médicas dos clientes) deve pressionar o resultado das empresas de saúde em 2023.
Isso porque os custos do setor não acompanharam os valores dos planos com a mesma velocidade entre 2020 e 2021. Esse período foi marcado pela pressão nos sistemas de saúde em virtude da pandemia de covid-19.
E a visão do banco americano é de que as empresas de saúde de modo geral devem manter a base de segurados e não provocar reajustes muito bruscos, como aconteceu em 2022.
“Vemos desafios importantes para a Hapvida no curto e médio prazo, como a integração da empresa ao grupo NotreDame, grande rotatividade gerencial, capacidade de repasse de preços e retorno das margens históricas”, destaca o relatório.
Entre os indicadores da companhia de saúde, dá-se destaque para o lucro por ação (EPS).
Em 2021 e 2022, o EPS caiu 55,6% e 41,7% respectivamente. Já para 2023 e 2024, é esperado uma alta de 128,6% e 87,5% para cada ano.
Ao mesmo tempo, o P/E — índice preço/lucro, usado para avaliar se uma ação está cara ou barata — deve cair de 67,4 vezes em 2022 para 29,5 vezes em 2023 e 15,7 vezes até o final de 2024.
Por fim, as receitas da Hapvida devem crescer 129,6% em 2023, após sentirem um recuo de 56,7% em 2021 e 40,8% em 2022. As vendas devem subir com menos intensidade, apenas 18%, no ano que se inicia.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos