O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O JP Morgan estabeleceu preço-alvo de R$ 12 para os papéis da empresa, o que representa um potencial de valorização de 17% em relação ao fechamento desta sexta-feira (4)
A BRF (BRFS3) liderou os ganhos desta sexta-feira (4) no Ibovespa boa parte do dia, com alta superior a 6%, e não foi sem motivo: o JP Morgan melhorou a recomendação da empresa de olho nos efeitos positivos do recente aumento de capital e de possíveis desinvestimentos.
O banco norte-americano passou a recomendar a compra dos papéis BRFS3 e elevou o preço-alvo de R$ 6,50 para R$ 12 — o que representa um potencial de valorização de 17% em relação ao fechamento de hoje.
“Vemos o recente aumento de capital, possíveis desinvestimentos, iniciativas de corte de despesas e redução dos custos de ração colocando a alavancagem e a lucratividade da empresa de volta nos trilhos após alguns anos de fraco desempenho da lucratividade e consumo de fluxo de caixa”, diz o JP Morgan em relatório.
De acordo com o banco, a BRF é um caso de risco com avaliação atraente, negociando a 4,8x o valor da firma sobre o Ebitda (EV/EBITDA) em 2024 versus a média de cinco anos de 6,5x.
Hoje, as ações da BRF encerraram o dia com alta de 6,10%, cotadas a R$ 10,27. No ano, os papéis acumulam ganho de 23%.
O recente aumento de capital juntamente com potenciais desinvestimentos e as iniciativas de corte de custos devem colocar a BRF e sua alavancagem de volta nos trilhos, de acordo com JP Morgan.
Leia Também
No mês passado, a Marfrig (MRFG3) ampliou sua posição acionária na BRF em uma oferta subsequente de ações que movimentou R$ 5,4 bilhões. Com a operação, o grupo passa a ter uma influência ainda maior na dona da Sadia e Perdigão.
Na capitalização, aprovada pelos acionistas no início de julho, cada nova ação da companhia saiu por R$ 9,00.
O banco, no entanto, lembra que a capacidade da empresa de crescer mais rápido, inovar e gerar valor excedente ainda não foi testada.
“A nova equipe de gestão está no caminho para tornar a BRF mais enxuta e ágil. Eles estão focados no núcleo, de volta ao básico. Achamos que isso deve levar a uma alta material dos ganhos deprimidos vistos nos últimos anos”, diz o JP Morgan.
Segundo o banco, para ir além do básico, a empresa precisará mostrar como alavancar suas marcas e ativos sólidos para gerar retorno e fluxo de caixa.
O JP Morgan vê a BRF negociando com 47% de desconto para players globais de alimentos processados e acredita que parte disso é explicado pela falta de confiança dos investidores na capacidade da companhia de crescer e inovar de forma mais consistente.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço