O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um juiz do Rio de Janeiro concedeu hoje uma tutela de urgência cautelar para impedir o bloqueio ou penhora de bens da empresa
Com escândalo contábil bilionário da Americanas (AMER3) revelado nesta semana, muitos analistas, gestores e investidores ficaram com uma pergunta na cabeça: há risco de a varejista falir?
Por enquanto não é possível afirmar que sim ou não, mas a última novidade do caso indica que a companhia está tão preocupada com o rombo no balanço que deve pedir para entrar em recuperação judicial nos próximos 30 dias.
Segundo documento obtido pelo Seu Dinheiro, o juiz Paulo Assed Estefan, da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, concedeu uma medida de tutela de urgência cautelar a pedido da empresa, etapa que antecede e é preparória para a recuperação judicial.
Essa decisão blinda a Americanas contra possíveis bloqueios ou penhoras de bens e adia o pagamento das dívidas, que, ainda de acordo com o documento, chegam a R$ 40 bilhões.
O valor é o dobro do estimado para as inconsistências contábeis descobertas na última quarta-feira (11). A varejista afirma na petição que a diferença da cifra deve-se a cláusulas de vencimento antecipado e imediato presentes em "praticamente todos os contratos".
O BTG Patual, por exemplo, já declarou o vencimento antecipado de obrigações em montante superior a R$ 1,2 bilhão, motivando a tutela de urgência do tema.
Leia Também
A suspensão dos pagamentos a credores valerá até que haja um pedido de recuperação judicial. A empresa tem 30 dias para avaliar a situação.
Na ação de hoje, há dados que mostram qual seria o impacto de uma possível recuperação judicial da Americanas. Tratar-se de um "grupo transnacional, com mais de 3,6 mil estabelecimentos comerciais espalhados pelo país, 146 mil acionistas e responsável pela geração de mais de cem mil empregos diretos e indiretos e recolhimento anual
de cerca de R$ 2 bilhões em tributos".
Vale relembrar que a Americanas comunicou nesta semana que foram detectadas inconsistências em lançamentos contábeis dos exercícios anteriores, incluindo o de 2022, da ordem de R$ 20 bilhões até 30 de setembro do ano passado.
Os problemas foram dectados na linha de lançamentos redutores da conta de fornecedores da Americananas. A área contábil identificou a existência de financiamentos de compras em cifras bilionários, o chamado "risco sacado".
Com isso, a companhia tornou-se devedora de instituições financeiras que "não se encontram adequadamente refletidas na conta de fornecedores" nas demonstrações financeiras do terceiro trimestre do ano passado.
Não há certeza sobre a extensão - o cálculo dos R$ 20 bilhões vem de uma análise preliminar da área contábil. Mas a varejista estima que o "efeito caixa das inconsistências seja imaterial".
Apesar de o tamanho do estrago ainda não ser claro, a descoberta levou Sergio Rial, CEO da companhia, e o diretor de Relações com Investidores da Americanas, André Covre, a pedirem para deixar a companhia.
Ambos haviam sido empossados no primeiro dia útil deste ano. Além disso, a chegada de Rial ao comando da Americanas havia sido muito aguarda por acionistas e analistas. Os mais otimistas acreditavam que a chegada do experiente executivo poderia levar a companhia a bater de frente com as rivais Magazine Luiza e Via.
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast
A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?
A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante
Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente
A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes