O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Americanas está numa situação financeira crítica, mas outras empresas da bolsa, como a Oi, também estão em maus lençóis. O que explica?
A Americanas (AMER3) causou um tsunami no mercado: o rombo contábil, o salto da dívida para além dos R$ 40 bilhões e a recuperação judicial relâmpago pegaram os investidores de surpresa. E, ainda em meio à terra arrasada gerada pela varejista, outras ondas de endividamento começam a chegar à bolsa — com destaque para a Oi (OIBR3).
Pois é: a Oi, que acabou de sair de uma recuperação judicial que se arrastou por anos, está novamente às voltas com uma dívida astronômica. E, numa espécie de repeteco do roteiro da varejista, entrou com um pedido especial à Justiça para evitar a execução imediata de parte dos compromissos financeiros.
Mas se os holofotes estão voltados à Americanas e à Oi, dado o porte e a importância dessas empresas — e, no caso da tele, a reincidência no caso —, também é verdade que outras empresas estão enfrentando problemas parecidos. Light (LIGT3) e CVC (CVCB3) foram outras que aderiram à lista de companhias com a corda no pescoço.
A Oi não está oficialmente em recuperação judicial: na verdade, ela protocolou na Justiça um pedido de tutela cautelar, um mecanismo que a blinda dos credores no curtíssimo prazo. A Americanas fez o mesmo há algumas semanas — e, coincidência ou não, os mesmos escritórios de advocacia assinam as petições de ambas as companhias.
Mas, deixando os acasos de lado: o que explica essa onda de empresas endividadas e buscando algum tipo de saída para honrar seus compromissos financeiros?
Há muita coisa em jogo: a situação macroeconômica complexa, com perspectiva de Selic a 13,75% ao ano por um tempo prolongado, pesa sobre o saldo da dívida; dificuldades operacionais, incertezas quanto ao futuro, fraqueza na geração de receita — quem não estava com a lição de casa em dia está penando neste começo de ano.
Leia Também
O podcast Touros e Ursos desta semana, Vinícius Pinheiro e eu falamos sobre essa inesperada onda de companhias em dificuldade financeira no início de 2023; e também, como sempre, escolhemos os destaques positivos e negativos da semana — a queda do dólar, a alta do bitcoin e o balanço do Santander (SANB11) estão entre os temas discutidos.
Para acompanhar o bate-papo na íntegra, basta apertar o play, neste link.
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca