O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresas brasileiras clientes do banco americano correram para sacar seus recursos nos últimos dias, mas algumas pediram resgate antes da falência e não receberam
A quebra do banco americano Silicon Valley Bank (SVB), que fechou as portas ontem (10) após ter sua falência decretada, deve ter efeitos até mesmo em empresas de tecnologia brasileiras.
Focado em atender negócios da área de tecnologia, o SVB tinha entre seus clientes startups brasileiras que recebiam os investimentos de fundos de venture capital (capital de risco) por meio das suas contas no banco.
E, segundo apuração da Bloomberg Línea, algumas dessas startups não conseguiram retirar seus recursos da instituição a tempo. De acordo com o site, há empresas com mais de US$ 10 milhões depositados no SVB e que, embora tenham pedido resgate antes da quebra do banco, ainda não receberam os fundos.
O fato de as somas serem elevadas é um problema, uma vez que a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), equivalente ao nosso Fundo Garantidor de Créditos (FGC) nos EUA, só cobre depósitos de até US$ 250 mil por cliente.
Assim, quem tiver valores não cobertos a receber precisa entrar na fila de credores da massa falida, sem garantia de recebimento e podendo encarar um processo que se arraste por anos.
De forma a tranquilizar os seus acionistas, inclusive, o Nubank emitiu, neste sábado (11), um comunicado ao mercado afirmando que nem a Nu Holdings, sua controladora, nem nenhuma das suas subsidiárias têm qualquer exposição ao SVB.
Leia Também
O SVB sofreu uma corrida bancária nos últimos dias, depois que anunciou um plano de aumento de capital para cobrir um rombo de quase US$ 2 bilhões após a venda de títulos com prejuízo. Os papéis de renda fixa vêm passando por uma forte desvalorização nos Estados Unidos devido à escalada dos juros.
Seus clientes, então, passaram a pedir o resgate dos recursos depositados na instituição, o que precipitou a falência do banco, dada a sua incapacidade de honrar todos os saques de uma vez.
Segundo apuração do Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Estadão, startups brasileiras que tinham reservas no SVB começaram a pedir resgate ainda na quinta-feira (09), mas conforme mostrou a Bloomberg Línea, nem todas conseguiram receber.
Apenas dois dias após a crise no SVB se tornar pública, arrastando os preços de suas próprias ações e dos papéis de todo o setor bancário nas bolsas americanas, a FDIC decretou sua falência, temendo risco de contágio no sistema financeiro.
Em comunicado emitido ontem, o Banco da Inglaterra (BoE), banco central inglês, disse que também pretende entrar com um processo para colocar a subsidiária do SVB no país em insolvência.
Por lá, os depositantes serão ressarcidos em até 85 mil libras esterlinas cada, sendo o limite de 170 mil libras para contas conjuntas.
"O SVBUK tem uma presença limitada no Reino Unido e nenhuma função crítica apoiando o sistema financeiro. Nesse ínterim, a empresa deixará de fazer pagamentos ou aceitar depósitos", disse o BoE no comunicado.
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda