🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Lucia Camargo Nunes

O SONHO DO CARRO PRÓPRIO

Por que um carro zero custa tão caro? E será que a ideia de um veículo popular a R$ 50 mil vai vingar?

Inúmeros fatores explicam a inflação no setor nos últimos anos; ainda assim, a produção de um carro popular a preços menores é difícil

Lucia Camargo Nunes
14 de maio de 2023
8:11 - atualizado às 8:56
Showroom da Volkswagen mostrando modelos de carro zero-km
Imagem: Volkswagen/Divulgação

O preço médio de um carro zero no Brasil está na casa dos R$ 140 mil. Os motivos para a escalada dos valores são inúmeros, com a inflação no setor acelerando desde a pandemia. Começou com a paralisação de fábricas, em 2020; depois, a escassez de componentes, que se estende até hoje com os semicondutores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso gerou uma crise de oferta: o mercado queria automóveis e não havia produção suficiente. Os estoques eram os mais baixos da história e, como resultado, os preços dispararam. Além da menor oferta e componentes em falta, o dólar mais alto também empurrou os preços para cima.

Sem volume, as montadoras miraram a rentabilidade e buscaram faturar em cima de veículos mais modernos, conectados e seguros — ou seja, mais caros. Ao mesmo tempo, a eletrificação começou a ganhar mercado, o que também deixou os carros menos acessíveis.

Nesse cenário, o governo federal já acenou que busca um modelo que custe de R$ 45 mil a R$ 50 mil. Na semana passada, durante o primeiro encontro do presidente Lula com o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável — o chamado Conselhão —, ele questionou:

“Qual pobre pode comprar carro popular por R$ 90 mil? Um carro de R$ 90 mil não é popular. É para classe média”, disse ele, complementando depois que o governo estuda formas de reduzir os preços dos carros zero-km no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dias depois, durante a viagem a Londres por ocasião da coroação do Rei Charles III, ele “corrigiu” o valor dos atuais carros mais acessíveis para R$ 70 mil.

Leia Também

A Anfavea repercutiu o discurso nesta segunda-feira (8). “Se pegarmos o preço do carro popular da época de Itamar Franco (1992-1995) hoje custaria R$ 80 mil, sem airbag, sem ABS, sem retrovisor do lado direito e outros itens de segurança que temos agora", explicou Márcio de Lima Leite, presidente da entidade, que faz parte do Conselhão.

Segundo o executivo, o valor corrigido leva em conta apenas a inflação. "O Brasil precisa encontrar um equilíbrio porque tivemos perda de renda ao longo dos anos”.

Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea. Fonte: Anfavea/Divulgação

Por que o carro encareceu

A preferência crescente pelos SUVs também explica o alto ticket médio: nas vendas dos quatro primeiros meses deste ano, o segmento representa 47% dos emplacamentos, enquanto os hatches pequenos têm 26% do mercado — só então aparecem os modelos de entrada (9%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas há outro ponto nessa questão toda que não foi levado em conta pelo presidente Lula: hoje, nem a classe média pode comprar veículos novos. Os dados de vendas mostram que essa faixa da população migrou para os usados, porque o carro zero tornou-se inacessível. 

E não se trata apenas de lucratividade das montadoras. Nos últimos dois anos, legislações obrigaram a indústria a entregar carros mais seguros e eficientes: além de novas regras para que os veículos tragam Isofix, cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça a todos ocupantes, todos os modelos vendidos no Brasil passaram a atender novos limites de emissões, com motores mais tecnológicos e na rota da descarbonização.

2023 se mostra um ano de inversão de tendência: juros altos com crédito restrito frearam as vendas, que passaram a ser 70% à vista. Ao voltar a produzir em maior volume, a indústria não consegue encontrar mais aquela demanda aquecida. E o que se vê são descontos e promoções como há muito não se via.

Diante desse cenário, alguns líderes do segmento automotivo defendem um programa multissetorial para discutir soluções, envolvendo montadoras, autopeças, concessionários e governo. Uma espécie de câmara setorial, para tratar desde o incentivo para determinados modelos até tornar o crédito mais acessível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

O principal assunto em pauta com as associações, federações e executivos é a volta de um modelo popular, que também vem sendo chamado de carro verde popular. Nem todas as montadoras apoiam, até porque apenas algumas possuem um automóvel de entrada — e projetar algo do zero seria inviável.

Os três mais acessíveis hoje no mercado são o Fiat Mobi (R$ 68.990), mesmo preço do Renault Kwid (R$ 68.990) e Citroën C3 (R$ 69.990).

De um lado, há uma parcela da população precisando trocar seu usado por um carro melhor; do outro, no entanto, não há benevolência: a indústria precisa voltar a ter escala, seja pelas vendas internas ou para exportar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um volume de 2 milhões de veículos, repetindo o desempenho dos últimos 2 anos, não sustenta um parque fabril que tem capacidade para quase 4 milhões de unidades. Grosso modo, estamos produzindo a metade, ou melhor dizendo, o Brasil tem uma capacidade ociosa perto de 50% na indústria automotiva.

Isso gera desemprego, incertezas e menos arrecadação por parte do governo.

Fiat Mobi, um dos modelos mais acessíveis do mercado — e que, ainda assim, custa quase R$ 70 mil. Fonte: Fiat/Divulgação

Propostas dos executivos

Um dos primeiros líderes a abordar o movimento em prol de uma câmara setorial foi Antonio Filosa, presidente da Stellantis América do Sul. Ele admite que o carro de entrada hoje, como um Fiat Mobi, é caro, mas vendê-lo mais barato seria perder dinheiro.

As tecnologias de segurança e emissões elevaram seu preço e, por isso, Filosa defende desonerar ainda mais, por exemplo, seu motor 1.0 aspirado, enquanto os 1.0 turbo hoje desfrutam dos mesmos benefícios. Até mesmo a flexibilização de itens obrigatórios entra em pauta, de forma polêmica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O executivo diz que não se refere a menos segurança e, sim, a uma nova categoria de um carro barato.

De fato, seria um retrocesso inadmissível perder itens de segurança para baratear carros; aceitar involuir nas normas de emissões em detrimento dos esforços pela descarbonização e a economia de combustível também está fora de pauta — são conquistas que não podem ser perdidas.

Algumas ideias nem sequer vingariam: Filosa citou um modelo da Citroën, marca do grupo Stellantis, comercializado na Europa. O minicarro elétrico leva duas pessoas, não passa dos 45 km/h e, por ter desempenho limitado, tem muito mais partes feitas de plástico. O próprio executivo admite que dificilmente esse modelo seria homologado para o Brasil.

Afinal, brasileiro gosta de carro versátil, econômico, 5 lugares e com bom porta-malas. E nem tudo que é pequeno custa menos: o Volkswagen Up esteve aí para provar isso. Um subcompacto bem construído, eficiente e de valor nada popular, uma receita que não deu certo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, disse que os carros ficaram mais caros porque possuem mais tecnologias. Um carro de entrada mais acessível, em sua opinião, pode surgir a partir de redução de impostos e de condições de crédito favoráveis.

“O carro verde já existe, e na Renault nosso Kwid é o carro mais econômico do Brasil, com eficiência energética igual à de um híbrido flex. Então, o Kwid já um carro de entrada verde", disse Bruno Hohmann, vice-presidente comercial da Renault do Brasil.

"Tem uma camada muito grande da população que, com o aumento dos juros, preços que subiram, pelas matérias-primas e pela evolução do produto, não consegue comprar. O consumidor migrou para o mercado de usado, que não gera arrecadação. Qualquer debate para dar mais acesso ao carro é bem-vindo”, completa Hohmann.

Mas se o carro mais acessível não perde componentes, porque nem poderia, de onde viria a redução de preço? A resposta pode estar na desoneração. Hoje, conforme o modelo e o estado onde é produzido, a carga tributária de um carro nacional é estimada entre 30% e 50%. Para um importado, chega a representar 79% do valor do veículo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fiat Uno Mille, lançado em 1990 e considerado um dos pais do carro popular: o modelo não tinha itens de segurança básicos, como o retrovisor direito. Fonte: Fiat/Divulgação

Carro 100% etanol: atraso

Outra possibilidade ventilada entre as discussões é a de que o carro verde popular deveria ser movido apenas a etanol (e não flex), solução encarada por muitos especialistas como ineficaz. A Anfavea é uma das defensoras do uso do etanol, por causa de seu apelo verde e tecnologia de baixo custo, mas não necessariamente de um carro só movido pelo combustível vegetal.

A experiência do passado, embora antiga, geraria incertezas: no final da década de 1980, 96% dos veículos novos à venda no Brasil eram movidos apenas a etanol. Naquela época, as usinas de álcool tiveram problemas de crédito, entraram em choque com o governo e a produção de combustível derivado da cana tornou-se irregular.

Donos de carros “a álcool” na época tiveram de se acostumar a enfrentar longas filas para abastecer e, com o preço da gasolina se estabilizando, o mercado passou a querer modelos movidos a petróleo. O etanol só voltou à tona com o advento do carro flex, em 2003, porque deu ao consumidor o poder de escolha. Então, retornar ao carro monocombustível soaria como atraso.

A Fenabrave, federação que representa as concessionárias, é uma das principais interlocutoras com o governo nas discussões do carro verde, informou que ter um carro 100% a etanol é apenas mais uma opção em pauta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Renovação de frota com incentivos para a troca do antigo por carros novos e seminovos e condições mais favoráveis de crédito também estão em discussão.

Renovação de frota e Rota 2030

Além do apoio do governo sobre o “carro verde”, um antigo projeto pode ser “desengavetado”. Há décadas que o mercado pede um programa consistente de renovação de frota. No segmento de caminhões, o programa Renovar está a um passo da regulamentação e deve ser anunciado nos próximos meses pelo governo federal.

Mas há conversas para que o projeto não se limite aos pesados. A questão é o tempo: a solução é complexa e caminha para algo a médio prazo. E uma renovação de frota não deverá ficar restrita apenas a veículos de entrada, mas a uma gama maior do mercado de automóveis. 

Importante citar também que o governo trabalha na nova fase do Rota 2030, cujo foco em inovação visa a descarbonização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este é um programa federal lançado em 2018 destinado à cadeia automotiva em apoio ao desenvolvimento tecnológico, competitividade, inovação, segurança veicular, proteção ao meio ambiente, eficiência energética e qualidade dos automóveis, tendo em contrapartida a redução do Imposto de Renda, do Imposto de Importação e do IPI.

A nova meta do programa é a busca pela eficiência desde a produção do veículo até as suas emissões, um ciclo chamado “do poço à roda”. Ou seja, a descarbonização será considerada em toda a cadeia automotiva.

Juros altos, mercado baixo

Se a ideia é oferecer um carro novo por R$ 50 mil, a equação ainda não fechou. Algumas montadoras teriam de fazer investimentos razoáveis para deixá-lo mais em conta, sem abrir mão dos itens obrigatórios. Outras, seriam contra, porque não possuem nenhum projeto de carro popular a toque de caixa.

José Andreta Jr., presidente da Fenabrave, acredita que todas as partes precisarão ceder um pouco para vender mais. Por outro lado, admite que atualmente os custos são maiores e as margens de lucro, espremidas. E acrescente mais estes objetivos: é preciso aumentar volumes e reduzir a inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A associação que representa as montadoras também repercutiu o tema. “O assunto com o governo não vem sendo conversado diretamente com a Anfavea porque temos aí uma questão de redução de preço, discutido diretamente com algumas montadoras e a Fenabrave", disse Márcio Leite.

"Para nós, tudo o que for com foco em questões ambientais, de segurança e para aquecer o mercado serão temas bem-vindos.  Em algum momento essa discussão será efetiva. Estamos em fase de coleta de dados e informações e a Anfavea tem fornecido tudo o que o governo solicita. Outras medidas poderiam impactar o mercado como um todo, e não só o de entrada, como uso de FGTS na compra do carro”.

O presidente da Anfavea defende a redução de juros. “Juros altos, mercado baixo. Todo esse esforço que temos feito pelo crescimento do mercado não vai acontecer sem uma redução de juros. O mercado continuará em retração. Continuaremos dando notícia de parada de fábricas por falta de demanda, ou as notícias serão piores se essa taxa de juros continuar elevada? Ela é incompatível com a expectativa de crescimento da indústria e geração de emprego. No Conselhão isso foi discutido, mas precisamos ter outras alternativas para que não gere desemprego e baixa de produção”, complementou Leite.

Talvez leve mais tempo do que gostaríamos para juntar as arestas (propostas de como será o carro) e equilibrar o cenário macroeconômico (frear os juros e a inflação). Enquanto isso, o consumidor precisa fazer contas para evitar se endividar na compra do carro, seja ele novo ou usado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PÁSCOA MAIS DOCE?

Cotação do cacau em queda: como a baixa vai afetar os preços dos ovos de Páscoa e chocolates

21 de fevereiro de 2026 - 14:15

Preços mundiais do cacau despencaram na última semana; veja como ficam os preços dos ovos de Páscoa

LOTERIAS

“Dividendo extraordinário”? Mega-Sena acumulada em R$ 105 milhões sorteia prêmio turbinado neste sábado

21 de fevereiro de 2026 - 13:30

O sorteio de hoje (21) paga mais; entenda o adicional de final cinco e como concorrer a essa bolada

PEGA NA MENTIRA

Universidade é expulsa de evento sobre global inteligência artificial depois de ser exposta por mentir sobre invenção de cientistas de outro país

20 de fevereiro de 2026 - 12:30

O India AI Impact Summit 2026 conta com a presença de CEOs de big techs e grandes figuras políticas de todo mundo

FUNDOS ESTRANGEIROS

Vitória para a Oi (OIBR3): Justiça determina apreensão de bens de ex-acionistas por abuso de poder

20 de fevereiro de 2026 - 9:15

A Oi entrou na Justiça contra as gestoras estrangeiras, sob a alegação de abuso de poder de controle e direito

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3616 tem 5 vencedores, mas só 2 vão receber todo o dinheiro; Mega-Sena acumula e prêmio passa dos R$ 100 milhões

20 de fevereiro de 2026 - 7:22

Lotofácil foi a única loteria da Caixa a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (19), mas os sortudos terão direito a valores diferentes.

FEIRÃO DE IMÓVEIS SANTANDER

Banco Santander (SANB11) leiloa mais de 1100 imóveis com lances a partir de R$ 69 mil; veja detalhes

19 de fevereiro de 2026 - 15:14

O destaque entre os imóveis do leilão do Santander é um apartamento no bairro Paraíso, bairro nobre de São Paulo

MARCO NA HISTÓRIA DA NFL

Apenas 10 dias depois de vencer o Super Bowl, time campeão anuncia processo de venda da franquia

19 de fevereiro de 2026 - 12:30

Processo do time vencedor do Super Bowl de 2026 tem o potencial de se transformar na maior venda da história da NFL

JOALHERIA DE INFLUENCIADORES

Brincos, anéis, colares e mais: o que foi levado por bandidos que roubaram joalheria em bairro nobre de São Paulo em pleno Carnaval

19 de fevereiro de 2026 - 11:09

Todas as joias furtadas eram de ouro com diamantes; joalheria não possui seguro das peças

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS VIRTUAL

Lotofácil volta do Carnaval com o samba no pé e deixa 2 vencedores a poucos meses do primeiro milhão de reais; Mega-Sena pode pagar R$ 72 milhões hoje

19 de fevereiro de 2026 - 7:01

Os ganhadores do concurso 3615 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.

LONGO CAMINHO

Como é a “Casa da Tesla”, que ganhou fama por causa de Elon Musk, mas ainda está longe chegar ao Brasil

18 de fevereiro de 2026 - 15:38

Até o momento, apenas 15 dos 50 estados dos Estados Unidos podem receber o módulo que ficou conhecido como a “casa da Tesla”

SEM QUERER, VIROU MILIONÁRIO

Menino de 10 anos faz investimento acidental em inteligência artificial e transforma cem dólares em US$ 70 milhões anos depois

18 de fevereiro de 2026 - 11:36

Menino da Malásia comprou domínio com as iniciais de seu nome em 1993; anos depois ganhou milhões com o investimento

QUEM RECEBE?

Rombo no FGC continua a escalar: fundo deve desembolsar quase R$ 5 bilhões após liquidação do Banco Pleno

18 de fevereiro de 2026 - 10:07

Segundo o FGC, cerca de 160 mil credores poderão ser ressarcidos após a liquidação do Banco Pleno; veja os próximos passos

LOTERIAS

Com R$ 72 milhões em jogo, Mega-Sena volta do Carnaval com prêmio mais alto da semana, mas destaque de hoje é a +Milionária

18 de fevereiro de 2026 - 8:40

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a +Milionária é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta quarta-feira (28), mas outras modalidades também prometem prêmios milionários hoje. Confira os valores.

MERCADO DE COMMODITIES

A alta do petróleo tem prazo de validade? Descubra o que pode mudar o cenário, segundo o Citi

17 de fevereiro de 2026 - 12:01

Sem acordo entre EUA e Irã, Brent pode seguir firme; com diplomacia, banco projeta queda e reação da Opep+

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Milionários discretos: aprenda a interpretar os sinais de que alguém tem muito mais dinheiro do que aparenta

17 de fevereiro de 2026 - 10:21

Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas

LEÃO À ESPREITA

IRPF 2026: estes são os documentos que você precisa reunir para a declaração de imposto de renda deste ano

16 de fevereiro de 2026 - 17:55

Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco

ALÍVIO NO CAIXA

Maior fôlego para o Banco do Brasil? BNDES aprova R$ 7,5 bilhões para renegociações de dívidas no agronegócio

16 de fevereiro de 2026 - 17:25

Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção

PLANTAS FALANTES

Que fertilizante é esse? Jardim permite que visitantes conversem com plantas que respondem perguntas

16 de fevereiro de 2026 - 10:27

Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]

BOMBOU NO SD

A conta do Master chega para o Banco do Brasil (BBAS3), o calendário do Pé-de-Meia em fevereiro e o brilho de um sol artificial: os destaques da semana

15 de fevereiro de 2026 - 15:12

A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias

LEÃO DE OLHO

IRPF 2026: gastos no cartão de crédito podem levar à malha fina — saiba como declarar no imposto de renda

15 de fevereiro de 2026 - 14:03

A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar