O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Produto Interno Bruto (PIB) do setor registrou queda de 3,8% no terceiro trimestre, segundo dados do IBGE

Apesar das mudanças no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) já terem impulsionado o desempenho operacional das construtoras e incorporadoras, a repaginada no programa habitacional ainda não se refletiu na construção como um todo.
O Produto Interno Bruto (PIB) do setor registrou queda de 3,8% no terceiro trimestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o terceiro trimestre de 2022, o indicador recuou ainda mais, 4,5%.
Para Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre, o resultado é “bem ruim” e frustra as projeções dos especialistas.
De acordo com Castelo, que participou de coletiva do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) nesta quarta-feira (6), o resultado reflete a queda no consumo das famílias e também um atraso nos ajustes do MCVC, que vieram “com certa demora ante às expectativas” do mercado.
Apesar do tropeço no terceiro trimestre, a pesquisadora revelou que a projeção do próximo ano é de crescimento. A FGV espera que o PIB da construção avance 2,9% em 2024, impulsionado principalmente pelo programa habitacional do governo e a queda dos juros — que deve ajudar a impulsionar a demanda por imóveis e beneficiar todo o setor.
Além disso, o segmento de infraestrutura pode ganhar mais participação no mercado no ano que vem. Com a aproximação das eleições municipais — o que costuma fazer com que as Prefeituras acelerem as obras —, os projetos já contratados indicam que haverá aumento nos investimentos.
Leia Também
Mas há ameaças para a construção. O presidente do Sinduscon-SP, Yorki Estefan, aponta que uma delas é a desoneração da folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam no Brasil, incluindo o setor.
A prorrogação da medida foi vetada integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no mês passado, em uma vitória para o ministro da Economia, Fernando Haddad.
Mas o Congresso se articula para derrubar o veto. Vale relembrar que, na Câmara, o texto foi aprovado em agosto, com 430 votos favoráveis e 17 contrários. Já no Senado, a aprovação se deu em votação simbólica, ou seja, sem a necessidade de identificação individual dos votos — o que ocorre quando há acordo para a votação.
Estefan explica que, no caso de contratos já em andamento — ou seja, de casas e apartamentos ainda em construção, mas já comercializados — o setor terá que custear a taxação adicional da mão de obra sem a possibilidade de repassar o custo extra.
Já os novos contratos deverão incorporar o potencial aumento de custos, o que encarecerá a conta final das moradias para o consumidor.
PRESIDENTE DO FED
GOLAÇO PARA O VAREJO
BENEFÍCIOS
NEYMAR, VINI JR, ENDRICK...
BOLETIM FOCUS
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM