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A montadora de Elon Musk já possui uma unidade de fabricação de carros em Xangai. Agora, sua ideia é construir células para armazenamento de energia em escala de rede, um setor bem menor
Que o empresário Elon Musk adora uma provocação, isso todo mundo sabe bem. Mas agora ele deu um novo passo bem polêmico ao provocar Joe Biden, presidente dos Estados Unidos. Tudo porque decidiu instalar uma fábrica de baterias na China, apesar das tensões geopolíticas travadas entre os dois países.
Sem se importar com essa briga, a ideia de Musk acaba ajudando a China a se consolidar ainda mais como um destaque no topo da cadeia global de fornecimento e armazenamento de energia.
Essa nova fábrica de Elon Musk deve justamente armazenar energia em larga escala, nomeada como Megapack.
A empreitada de Elon Musk foi anunciada durante uma cerimônia no domingo, com a presença de Tom Zhu, vice-presidente sênior de automóveis da Tesla, e funcionários do governo de Xangai, além do vice-prefeito Wu Qing.
Se tudo correr como planejado, a construção da nova fábrica de Elon Musk deve começar no terceiro trimestre deste ano, com produção prevista para meados de 2024.
A China já possui mais de 1.400 gigawatts-hora de capacidade de fabricação de baterias, com outros 6 mil gigawatts-hora em construção ou anunciados.
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Já os Estados Unidos têm o segundo maior gasoduto que existe, com cerca de mil gigawatts-hora de capacidade, mas a grande maioria ainda não foi construída.
Vale dizer que, ao contrário do esperado, essa nova fábrica de Elon Musk não deve atender exclusivamente os carros elétricos feitos pela Tesla. Sua ideia é construir células para armazenamento de energia em escala de rede, um setor bem menor.
De acordo com a Agência Internacional de Energia, havia cerca de 19,3 gigawatts-hora de armazenamento deste tipo de energia instalada no final de 2020. Acredita-se que esse número cresça para mais de 150 gigawatts-hora até 2026.
A ambição de Musk — e ele não tem poucas — é que o armazenamento deste tipo chegue ao mesmo nível das demais fontes de energia renovável, auxiliando no trabalho de descarbonização da indústria.
O plano diretor da Tesla prevê que cerca de 46.200 gigwatts-hora de armazenamento de bateria estacionária precisam ser instalados nos próximos 20 anos.
Ainda segundo a Tesla, a Megapack é uma grande bateria que serve para ajudar a estabilizar as redes de energia. Cada unidade pode armazenar energia suficiente para abastecer uma média de 3.600 residências por uma hora.
A nova fábrica produzirá inicialmente 10.000 Megapacks por ano, algo equivalente a cerca de 40 gigawatts-hora de armazenamento de energia.
Na hora de fazer negócios, é muito provável que outras questões sejam deixadas de lado, mesmo que isso signifique ignorar brigas políticas. E foi assim que aconteceu esse encontro de Musk com os chineses.
Segundo a Bloomberg, as autoridades da China já negociavam com o executivo há anos — eles ajudaram Musk a colocar de pé a primeira fábrica da Tesla fora dos Estados Unidos no começo de 2019, além de terem dado aquela força para que a empresa retomasse sua produção rapidamente após as interrupções provocadas pela pandemia.
Pouco a pouco, a China foi se tornando um mercado extremamente importante para a Tesla, apesar de episódios conflituosos que envolvem o medo que os chineses têm sobre a coleta de seus dados por parte de uma empresa americana.
O grande problema é que essa união dê novos frutos justamente quando as relações entre Pequim e Washington estão estremecidas. Mas Musk parece não se importar e vem, inclusive, dando declarações públicas que exaltam a importância da China e suas montadoras no setor automotivo.
Enquanto isso, empresas como a Apple repensam a existência de sua produção no país asiático, especialmente após o episódio do misterioso balão chinês que teria invadido o espaço aéreo americano para espionar o país.
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