O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Situação do motorista do aplicativo se assemelha à do trabalhador autônomo, de acordo com decisão do ministro do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou, em decisão monocrática, o vínculo de emprego entre a companhia de transporte por aplicativo Cabify e um motorista.
Ele derrubou uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, de Minas Gerais, que havia reconhecido o vínculo trabalhista.
Ao acolher o recurso da Cabify, Moraes afirmou que a Constituição permite formas de emprego alternativas à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a terceirização.
Para o ministro, a situação do motorista do aplicativo se assemelha à do trabalhador autônomo. A decisão foi assinada na última sexta-feira, 19, e publicada na terça-feira, 23.
"Realmente, a relação estabelecida entre o motorista de aplicativo e a plataforma reclamante mais se assemelha com a situação prevista na Lei 11.442/2007, do transportador autônomo, sendo aquele proprietário de vínculo próprio e que tem relação de natureza comercial", disse Moraes na decisão.
Aliás, vale destacar que o governo prepara uma regulação específica sobre o trabalho por aplicativos. No início do mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou um decreto para tratar do tema.
Leia Também
Seja como for, o formato de trabalho vigente pela CLT parece não interessar à maioria dos trabalhadores por aplicativo.
Uma pesquisa Datafolha a pedido de iFood e Uber revelou que três a cada quatro trabalhadores preferem o modelo atual a um emprego CLT.
Por outro lado, sete em cada dez contribuiriam para a Previdência caso as empresas empregadoras automatizassem o processo.
Ainda de acordo com o levantamento, 89% dos trabalhadores aprovam novos direitos. Mas isso desde que não percam a flexibilidade e possam, por exemplo, continuar a atuar em múltiplas plataformas e escolher quais horários fazer e quais viagens aceitar.
*Com informações do Estadão Conteúdo
FREIO NAS BOMBAS
IA DE GRAÇA?
O TESLA "AFOGOU"
LOTERIAS
ATENÇÃO COMPRADORES
GUERRA DO DELIVERY
MOVE BRASIL
NOSTALGIA
QUALIDADE DE VIDA
ESTRELA PAROU DE BRILHAR?
LEVANTAMENTO EXCLUSIVO
SÓ DEU LOTOFÁCIL
UMA HERANÇA INDESEJADA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
CUSTO DE VIDA
REALIDADE vs. EXPECTATIVA
VESTIBULAR
Toneladas e mais toneladas
SAÚDE