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As principais decisões dos formuladores de política econômica precisam ser tomadas sobre o improviso do palco, em contextos que escapam ao script do livro-texto
Não é só a Gleisi falando que a Selic está alta demais.
Nos últimos dias, acumulamos declarações embasadas de empresários e financistas - de Rubens Menin a Luis Stuhlberger - alertando para os efeitos colaterais dos juros salgados.
Relembrando: o juro básico no Brasil disparou em tempo recorde: de 2,00% em 17 de março de 2021 para 13,75% em 4 de agosto de 2022, sem cair desde então.
Esse aperto intenso e instantâneo comprovou a iniciativa do Bacen em um primeiro momento, mas acabou também escancarando os desequilíbrios naturais entre a economia real e a economia financeira - enquanto a primeira se move devagar, sujeita aos ciclos de negócio das cadeias de oferta, a segunda se move rapidamente.
Em termos práticos, isso significa que conquistamos uma desejada desinflação de 2021 para cá, mas aquém da (impossível) meta de IPCA e às custas de uma dura realavancagem financeira para as empresas e famílias brasileiras.
Em especial, dívidas corporativas até então gerenciáveis foram se tornando impagáveis, e o episódio da Americanas só complicou ainda mais as coisas.
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Embora o mandato do Copom seja focado em "uma ferramenta para um objetivo" - no caso, o uso da taxa básica de juros para controlar a inflação - não há mais como ignorar as ameaças de recessão e credit crunch.
Se Roberto Campos Neto for lembrado como aquele cidadão que foi absolutamente fiel ao regime de metas canônico, mas promoveu uma quebradeira geral e machucou o PIB, não será uma lembrança agradável para a posteridade.
Mais do que isso: RCN, assim como os futuros presidentes do BC, é responsável pela cristalização da independência do Banco Central do Brasil.
Erros graves na gestão da política monetária e financeira serão usados como subterfúgios perfeitos da extrema esquerda para criticar a independência, sob o risco de voltarmos atrás em um importante avanço institucional.
Por isso, falamos da arte da política econômica - uma ciência aplicada só pode ser exercida em plenitude se combinada à arte.
As principais decisões dos formuladores de política econômica precisam ser tomadas sobre o improviso do palco, em contextos que escapam ao script do livro-texto.
Com a ajuda de Haddad e da sociedade civil, RCN tem dois meses para solidificar uma narrativa técnica que abra espaço para um primeiro corte da Selic, ainda que simbólico.
Em grande medida, o (relativo) sucesso de 2023 depende disso.
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