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Com os últimos dados da economia americana dando sinais de que o Federal Reserve recolocou o trem nos trilhos, boa parte dos investidores passou a acreditar com mais força na possibilidade de um fim para o aperto monetário e, quem sabe, até mesmo um corte nos juros.
Ao longo das últimas semanas, um ou outro dirigente do Fed emitiu falas que sustentavam essa visão mais otimista, mas de Jerome Powell, presidente da instituição, pouco se sabia. Até hoje.
Para aqueles que esperavam um ‘Powell paz e amor’, o dia foi de grande decepção. Já para aqueles que leram os dados econômicos com uma pitada de ceticismo, foi a vez de soltar um belo e sonoro “eu avisei”.
No primeiro dia de depoimentos no Congresso, o presidente do Federal Reserve arrastou as bolsas globais para o vermelho ao dizer que reconhecia a melhora dos indicadores, mas o BC americano não está convencido de que o ciclo de aperto monetário pode ser interrompido agora. E prosseguiu: a taxa de juros pode ir além do que se esperava inicialmente.
Com a pressão na curva de juros, Wall Street mergulhou para o campo negativo — e o Ibovespa acompanhou.
Apesar da melhora no ambiente político e da expectativa para a apresentação da nova âncora fiscal, seguem as preocupações com o crescimento mais lento da China — fator que pesa sobre a captura de receita de grandes exportadoras de commodities.
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O saldo do dia na B3 foi melhor do que o visto em Nova York, mas ainda assim negativo. O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,45%, aos 104.228 pontos. Já o dólar à vista avançou 0,44%, a R$ 5,1927.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
NOVOS VENTOS
A Petrobras (PETR4) já começou seu plano de transição energética, mas o custo disso pode ser um problema — e afetar seus dividendos. Em parceria com a Equinor, a estatal pretende construir sete projetos de geração eólica na costa brasileira.
DEVO, NÃO NEGO...
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CALOTE NA MIRA
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