🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Façam suas apostas: a China deixou o “pódio dos emergentes” e deu espaço para os seus vizinhos?

Bônus demográfico e reformas econômicas favorecem a Índia, mas há outras alternativas à China entre emergentes

11 de setembro de 2023
12:27 - atualizado às 15:28
mercados emergentes
Imagem: Shutterstock

É da natureza humana querer ganhar dinheiro facilmente e em pouco tempo. Ficar milionário sem precisar ralar ao menos 40 horas por semana (geralmente muito mais) é a definição de “zerar a vida” para muita gente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há quem se inscreva em reality shows (alô, Big Brother Brasil), há quem jogue na Mega-Sena e até players mais ousados, como os jogadores de caça-níquel (lógico, dentro da legalidade de cada país) e de apostas esportivas – fenômeno no Brasil nos últimos três anos.

Quando criança, eu acompanhava o meu pai na ida a casa lotérica mais próxima para apostarmos nos seis números capazes de nos levar aos famigerados sete dígitos na nossa conta bancária. 

Divertido? Muito. Mas, como é de se imaginar, nunca fomos agraciados com a chance de 0,000002% de acertar em cheio a sequência sorteada (nem mesmo uma quina, diga-se de passagem). 

Você – e todo mundo – já deve ter ouvido a frase: “é mais fácil ser atingido por um raio do que ganhar na Mega” e mesmo assim já percebeu o enorme interesse das pessoas em apostar, principalmente quando a bolada é grande. O alto número de jogadores na Mega da Virada é a prova disso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não coloque todos os ovos em uma cesta só

Já no universo dos investidores, encontramos comportamentos similares. Quantos aplicaram quantias bem maiores do que o recomendado em Magazine Luiza lá em 2020, acreditando no potencial infinito da ação em multiplicar o seu patrimônio? 

Leia Também

Ou quando muitos investiram pesado em criptomoedas totalmente desconhecidas, sem ao menos saber do que se tratavam?

É verdade quando dizem que não existe almoço grátis. Também pode acreditar quando falarem para você não colocar todos os ovos em uma cesta só.

Apostar em único ativo pode ser tão perigoso quanto uma noitada em um cassino. Isso também vale para a sua alocação geográfica, em um grau de risco menor (se estiver de fato diversificado entre classes).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investir em um só país coloca o seu dinheiro vulnerável a questões fiscais e políticas deste local, para dizer o mínimo. 

Ainda assim, segundo uma pesquisa feita pelo JP Morgan, cerca de 99,5% do dinheiro alocado de investidores brasileiros está exposto somente a ativos no Brasil, mesmo que o país seja representante de apenas 2,5% do PIB global.

Curioso, não? Até porque todos nós sabemos que não vivemos em uma nação-exemplo de estabilidade fiscal e política.

ONDE INVESTIR EM SETEMBRO? NOVO PROGRAMA MENSAL DO SD SELECT REVELA AS MELHORES APOSTAS PARA O MÊS; ASSISTA

Pois então, onde você deve investir?

O primeiro passo é alocar parte do seu dinheiro em economias desenvolvidas, mais estáveis por si só. Estados Unidos, Europa e Japão merecem um espaço no seu portfólio, ainda mais pela infinidade de investimentos e instrumentos disponíveis para você se expor a estes mercados e suas moedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra "caixinha” deve ser reservada para os investimentos em países emergentes além do Brasil. Por mais que não tenham uma economia no mesmo nível de estabilidade, essas regiões geralmente entregam um prêmio de risco mais interessante.

Quem sempre garantiu um “assento VIP” nessa categoria foi a China – mas, recentemente, ela vem sofrendo para manter seu lugar no pódio.

Há quatro décadas garantindo crescimento econômico acima das expectativas, a China foi a grande aposta de muitos gestores neste ano, quando o mercado acreditava em uma recuperação expressiva do país à medida que as restrições impostas pelo governo durante a pandemia fossem suspensas.

Contudo, em minha humilde opinião, essa foi de longe a maior decepção de 2023.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

China em apuros?

Como explicado brilhantemente na carta mensal da Kinea (gestora de renome brasileira) de agosto, para chegar onde chegou, a China usou um modelo de crescimento econômico baseado no uso dos recursos internos para se financiar. Contudo, esse modus operandi parou de produzir o mesmo efeito após a pandemia.

Para que o país asiático continue crescendo o seu PIB (Produto Interno Bruto), o governo precisará lidar, antes de tudo, com a desaceleração do mercado imobiliário, a perda de dinamismo dos projetos de infraestrutura, os altos níveis de desemprego de jovens e a confiança das famílias em baixa – o que, vamos combinar, não deve ser uma tarefa fácil.

Derrick Yee, gestor especialista em ações asiáticas da Manulife Investment, de Hong Kong, com seus mais de 20 anos de experiência em ativos da Ásia, complementou esse discurso comentando as mais de 30 políticas implantadas pelo governo chinês para resolver o problema. Ele explica que este é um processo longo para conseguirmos enxergar os benefícios das medidas, sem ser possível datar quando a economia do país irá retomar o seu crescimento.

Yee relata que ainda existem oportunidades na China, justamente pela relação risco/retorno dos ativos estar bem descontada, mas ressalta um aumento de atratividade de outras regiões ainda na Ásia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ademais, os recentes conflitos entre China e EUA reduziram as exportações de insumos para o grande mercado norte-americano, o que abriu espaço para os países próximos da China, tão bons quanto na produção da maioria dos insumos, passarem a exportar e, inevitavelmente, crescer ainda mais.

Leia também

A aposta de Ray Dalio

Outro nome de peso no mercado a favor de olhar para outros países orientais na busca por oportunidades, é Ray Dalio, gestor e fundador da Bridgewater.

Dalio se encontrou recentemente com Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, e demonstrou profundo interesse no mercado indiano que, segundo ele, está em um momento de crescimento econômico similar ao chinês em 1980, época de ouro da China.

Nas últimas semanas, também pude conversar com a estrategista global do JP Morgan, Gabriela Santos, que comentou sobre a atual preferência dos investidores estrangeiros em outros países asiáticos excluindo a China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alternativas à China

A Índia foi destaque nesse tema, devido à demografia favorável e às reformas econômicas em andamento, assim como a Coreia do Sul e Taiwan, pela produção de semicondutores, e o Sul da Ásia, pelo retorno do turismo.

Sintetizando, o seu portfólio ideal precisará estar exposto aos mais diferentes mercados, desde países desenvolvidos aos emergentes, para que você aproveite ao máximo das oportunidades existentes.

A mensagem final que deixo hoje é: não deixe as fronteiras geográficas ditarem onde você deve (ou não) investir o seu dinheiro – muito pelo contrário.

Podemos até ter um “cavalo da vez”, que lhe proporcionará retornos interessantes no curto prazo, mas isso não será eterno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você pode apostar uma quantia dispensável nele, que não irá te incomodar caso a sua tese não se concretize, mas você deve lembrar de estruturar a sua carteira pensando no longo prazo, com a devida diversificação geográfica, representando a maior parte do seu patrimônio.

Afinal, oportunidades não estão faltando. Você irá me agradecer lá na frente.

Grande abraço e até a próxima,

Rafaela Ribas

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar