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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa sobe 3% na semana, enquanto dólar cai 2% à espera de decisões sobre juros; Casas Bahia (VIIA3) despenca 15% e lidera quedas do índice

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15 de setembro de 2023
7:09 - atualizado às 14:51

RESUMO DO DIA: Pressionado pelas bolsas do exterior, o Ibovespa fechou o dia em queda hoje. Mas, considerando o resultado semanal, o principal índice acionário da B3 “sextou” com forte alta.

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Na performance de hoje, pesou o desempenho negativo das bolsas de Nova York. O apetite ao risco norte-americano diminuiu à medida em que se aproxima a data de mais uma decisão de juros do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que as taxas mantenham-se inalteradas na reunião da próxima quarta-feira, mas há dúvidas a respeito dos encontros seguintes.

Com indicadores importantes como os preços aos consumidores e o petróleo em alta — o que eleva os temores inflacionários — parte dos investidores especula até mesmo a chance de uma nova elevação dos juros no final do ano.

Por aqui, o compasso também é de espera pela próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que também se encerra na quarta-feira.

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A maior aposta é que o BC manterá o ritmo de cortes de 0,5 ponto percentual, conforme indicado pela última ata, e baixará a Selic para 12,75% ao ano.

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Outro fator de pressão para a bolsa foi a realização de lucros de dois nomes de peso, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) — que ignorou a elevação do petróleo hoje para o maior nível de fechamento desde novembro do ano passado.

Com isso, o Ibovespa fechou o dia em queda de 0,53%, aos 118.757. Já o acumulado semanal foi de alta de 2,99%.

O dólar à vista, que operou volátil ao longo da sessão enquanto os investidores aguardam dados importantes sobre a economia dos EUA e as decisões de política monetária, caiu apenas 0,03% hoje, cotado em R$ 4,8712.

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Na semana, a moeda registrou uma queda maior, de cerca de 2,2%, patrocinada pelo otimismo com os novos estímulos econômicos na China e a consolidação da expectativa de manutenção dos juros norte-americanos.

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (15):

MARKET MAKERS #62

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva ainda causa preocupação em parte do mercado financeiro. Mas, mesmo que a guinada à esquerda seja apontada como um fator negativo para a bolsa, a ação de um setor que já foi considerado um dos “patinhos feios” da bolsa pode se beneficiar: a construtora de baixa renda Tenda (TEND3).

Com mais de duas décadas de experiência no mercado, Mauricio Jonas, sócio fundador da CL4 Capital, revelou os motivos para o otimismo com a construtora durante o episódio #62 do Market Makers.

“Eu acho que as empresas podem sofrer com o governo e que, na média, vão sofrer. Mas esse segmento específico [construção civil] tem uma tendência de cauda absurda”, afirma Jonas, em entrevista aos apresentadores Thiago Salomão e Renato Santiago.

Na visão do gestor, a Tenda passou por uma verdadeira tormenta durante a pandemia e foi uma das incorporadoras que mais sentiram o ciclo de alta dos juros recente e de aquecimento da inflação no país.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Pelo segundo dia consecutivo as ações da Via (VIIA3), agora chamada de Grupo Casas Bahia, seguiram em movimento de forte queda e lideraram a ponta negativa do Ibovespa.

O forte recuo aconteceu após a companhia precificar a ação a R$ 0,80 em um follow-on. Com o grande desconto — cerca de 28% abaixo da cotação no fechamento anterior à operação — a oferta também movimentou menos dinheiro do que o esperado.

Confira as maiores quedas do índice hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 0,76-15,56%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 40,50-7,24%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,91-7,04%
EZTC3EZTEC ONR$ 21,30-3,92%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,48-3,88%
Fonte: B3

Já a lista de maiores altas foi dominada pelos papéis do setor elétrico, que subiram em bloco após uma decisão favorável do Ministério de Minas e Energia. Veja abaixo:

CÓDIGONOMEULTVAR
ENGI11Energisa unitsR$ 50,954,90%
AZUL4Azul PNR$ 13,543,36%
SMTO3São MartinhoR$ 40,543,00%
SUZB3Suzano ONR$ 52,532,54%
ENEV3Eneva ONR$ 12,331,99%
Fonte: B3
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão com uma queda de 0,53%, aos 118.757 pontos. No acumulado semanal, o principal índice acionário da B3 subiu 2,99%.

FECHAMENTO EM WALL STREET

As bolsas de Wall Street fecharam em forte queda hoje com a tensão sobre os investidores aumentando à medida em que se aproxima a data de mais uma decisão de juros do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que as taxas mantenham-se inalteradas na reunião da próxima quarta-feira, mas há dúvidas a respeito dos encontros seguintes.

Com indicadores importantes como os preços aos consumidores e o petróleo em alta — o que eleva os temores inflacionários — parte dos investidores especula até mesmo a chance de uma nova elevação dos juros no final do ano.

Confira o fechamento dos principais índices de Nova York:

  • Dow Jones: -0,83%
  • S&P 500: -1,22%
  • Nasdaq: -1,56%
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista encerrou o dia em leve queda de 0,03%, cotado a R$ 4,8712. Na semana, a moeda norte-americana recuou 2,24%.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os principais contratos de petróleo operaram voláteis nesta sexta-feira (15), invertendo o sinal algumas vezes ao longo do dia.

Mas a commodity firmou-se em terreno positivo próximo ao final da sessão, encerrando a semana com alta de mais de 3% e acima de US$ 90, nos maiores patamares de fechamento desde novembro de 2022.

O petróleo WTI para outubro fechou o dia com alta de 0,67%, a US$ 90,77 o barril. Já o Brent para novembro subiu 0,24%, para US$ 93,93 o barril.

CADE APROVA COMPRA DA AVENUE PELO ITAÚ EM TRANSAÇÃO DE R$ 1,4 BILHÃO

A Superintendência-Geral Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta sexta-feira (15) a aquisição de parte da Avenue, corretora focada em investimentos no exterior, pelo Itaú Unibanco (ITUB4). A decisão foi publicada no na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU). 

A transação — anunciada em julho do ano passado — corresponde a 35% da corretora e deve movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão.

Num primeiro momento, o Itaú pagará R$ 493 milhões pela fatia em questão e realizará um aporte de R$ 160 milhões na corretora; passados dois anos do fechamento, o banco brasileiro comprará outros 15,1% da empresa, atingindo o controle das operações.

Por fim, cinco anos após a conclusão da primeira etapa, o Itaú poderá comprar a porção restante do capital da Avenue, chegando aos 100% do capital social.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Pelo segundo dia consecutivo as ações da Via, agora chamada de Grupo Casas Bahia, seguem em movimento de forte queda e liderando a ponta negativa do Ibovespa. Por volta das 14h35, as ações VIIA3 operavam com um recuo de mais de 14%;

Confira as maiores quedas do índice:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 0,77-14,44%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 40,88-6,37%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 10,17-4,60%
CVCB3CVC ONR$ 2,28-4,60%
PCAR3GPA ONR$ 4,38-4,37%
Fonte: B3

Já a lista de maiores altas é dominada pelos papéis do setor elétrico, que sobem em bloco após uma decisão favorável do ministério de Minas e Energia. Veja abaixo:

CÓDIGONOMEULTVAR
EQTL3Equatorial ONR$ 34,262,61%
CPLE6Copel PNR$ 9,102,25%
DXCO3Dexco ONR$ 8,222,37%
SUZB3Suzano ONR$ 52,472,42%
KLBN11Klabin unitsR$ 23,211,75%
Fonte: B3
IBOVESPA AGORA

O Ibovespa opera em queda de 0,36%, aos 118.966 pontos.

A bolsa brasileira sente o peso do pregão em Nova York, com uma queda acentuada do Nasdaq. Confira:

  • Dow Jones: -0,51%
  • S&P-500: -0,80%
  • Nasdaq: -1,25%
ELÉTRICAS SOBEM EM BLOCO COM DECISÃO DE MINISTRO DE MINAS E ENERGIA

O ministério de Minas e Energia divulgou uma nota técnica nesta sexta-feira que fez o setor elétrico subir em bloco na bolsa brasileira.

O documento traz dois pontos positivos na visão dos analistas do JP Morgan. O primeiro deles foi a decisão do ministro Alexandre Silveira (PSD-MG) de não fazer uma captação extra para a extensão das linhas de transmissão.

O segundo ponto importante é de manter os incentivos fiscais da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) na nova proposta.

Confira o desempenho das elétricas hoje:

AtivoNomeUltVar
EQTL3Equatorial EnergiaR$ 34,192,40%
ENGI11EnergisaR$ 49,521,96%
CMIG4CemigR$ 12,831,02%
ELET3EletrobrasR$ 36,17-1,07%
CPFE3CPFLR$ 35,480,65%
CPLE6CPFLR$ 9,021,35%
NEOE3NeoenergiaR$ 19,492,58%
HCTR11 E FUNDOS IMOBILIÁRIOS DO CASO GRAMADO PARKS DESPENCAM ATÉ 70% NO ANO E SE TORNAM OS MAIS BARATOS DA B3, SEGUNDO RANKING DA ÓRAMA

No mercado de fundos imobiliários, há uma categoria particular que pode ser chamada de “caçadores de pechincha”, formada por investidores sempre em busca de oportunidades de comprar bons ativos a preços descontados.

E, dentro da indústria, ninguém está mais descontado do que os FIIs Tordesilhas EI (TORD11), Versalhes Recebíveis Imobiliários (VSLH11), Hectare CE (HCTR11), Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11) e XP Properties (XPPR11).

É o que indica a edição de setembro do "Quem tá barato?", ranking produzido pela Órama que elege os fundos mais descontados no mês.

Exceto pelo XPPR11, os fundos mais baratos da lista têm uma característica em comum: possuem exposição à Gramado Parks, grupo de turismo que deu calote e derrubou a distribuição de dividendos de vários FIIs que investiram em títulos de crédito da companhia.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Maiores altas do dia

A Dexco (DXCO) é a maior alta do dia após um relatório do Bradesco BBI elevar os papéis da empresa para compra e subir o preço-alvo das ações para R$ 11.

ATIVONomeUltVar
DXCO3DEXCO ON NMR$ 8,262,86%
RAIZ4RAIZEN PN N2R$ 4,082,77%
ENGI11ENERGISA UNT N2R$ 49,752,43%
EQTL3EQUATORIAL ON NMR$ 34,152,28%
SMTO3SAO MARTINHOON NMR$ 40,172,06%

Maiores quedas do dia

Do lado negativo, o destaque vai para Via (VIIA3) — que passa a se apresentar como Grupo Casas Bahia —, ainda em reação à captação menor do follow-on da empresa.

ATIVONomeUltVar
VIIA3VIA ON NMR$ 0,81-10,00%
IRBR3IRBBRASIL REON NMR$ 42,18-3,39%
PCAR3P.ACUCAR-CBDON NMR$ 4,43-3,28%
CRFB3CARREFOUR BRON NMR$ 10,35-2,91%
LREN3LOJAS RENNERON NMR$ 15,64-2,62%
PETRÓLEO AOS US$ 100 JÁ É "FICHINHA"?

Depois de dados positivos nos Estados Unidos, o petróleo entrou em rota de alta nesta semana e atingiu o nível mais elevado em quase um ano.

Mas o “gás” não deve acabar por aí. Para o Bank of America, a projeção da commodity aos US$ 100 é “fichinha”— e ganhos mais intensos podem estar à vista.

Na visão do BofA, os preços do petróleo poderão subir para além dos três dígitos ainda em 2023.

“Se a Opep+ mantiver os cortes de oferta [da commodity] até ao final do ano, frente ao cenário positivo da procura na Ásia, acreditamos agora que os preços do Brent poderão ultrapassar os 100 dólares por barril antes de 2024”, disseram os analistas, em relatório semanal.

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DÓLAR AGORA

O dólar à vista passou a subir 0,10%, negociado a R$ 4,8710.

IBOVESPA HOJE: PRIMEIRAS HORAS

O principal índice da bolsa brasileira começou o dia com alta volatilidade, mas ainda abaixo dos 120 mil pontos.

Pesa do lado negativo a abertura de Nova York. Por lá, as bolsas reagem à greve do sindicato dos trabalhadores das montadoras automotivas (UAW, em inglês).

Espera-se que a paralisação afete Ford, GM e Stellantis, também chamadas de Big Three do setor automotivo.

Confira as bolsas de Nova York agora:

  • Dow Jones: -0,19%
  • S&P-500: -0,50%
  • Nasdaq: -0,73%

Já do lado positivo, o forte desempenho da economia chinesa limita quedas mais abruptas.

O minério de ferro também impulsiona os negócios no Ibovespa. Em Dalian, na China, a commodity metálica encerrou negociada em alta de 2,33% a US$ 121,05 por tonelada.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em alta de 0,30%, aos 119.392 pontos.

VENDAS NO VAREJO SOBEM ACIMA DO ESPERADO

As vendas no varejo avançaram 0,7% em julho em relação ao mês anterior, acima da mediana das projeções do Broadcast de 0,5%.

As estimativas variavam entre queda de 0,5% e avanço de 1,2%.

Já o varejo ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, recuou 0,3% no mesmo intervalo de tempo. As projeções esperavam uma alta de 0,3%.

Com isso, o varejo restrito permanece 4,2% acima do nível pré-pandemia, enquanto o ampliado segue 4,6% acima.

Em relação a julho de 2022, as vendas do varejo sobem 2,4%, acima das projeções de 2,0%. Já o índice amplo avança 6,6% no mesmo intervalo de tempo. As estimativas esperavam alta de 7,4%.

Dessa forma, o varejo ampliado sobe 4,3% no ano e o restrito, 1,5%.

ABERTURA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,27%, aos 120.720 pontos. Já o dólar à vista é negociado em queda de 0,09%, a R$ 4,8683.

AGENDA DO DIA
HorárioLocalEvento/Indicador
7h30RússiaDecisão de política monetária
9hBrasilIBGE divulga vendas do varejo em julho
9h30Estados UnidosÍndice Empire State de atividade industrial
10h15Estados UnidosProdução industrial do Fed de agosto
11hEstados UnidosSentimento do Consumidor em setembro (preliminar)
COMMODITIES HOJE

O petróleo amanheceu em alta mais um dia, enquanto o minério de ferro também avança na manhã desta sexta-feira.

Começando pela principal commodity energética do mundo, o barril do Brent — utilizado como referência internacional — avançava 0,45% por volta das 8h15 da manhã, negociado a US$ 94,14. Na semana, a alta acumulada é de 5,18%.

Já o minério de ferro sobe 1,06%, negociado a US$ 123,45. Na semana, os preços subiram 5,87%.

A alta do dia é explicada pela melhora do desempenho da economia chinesa, com perspectiva de maior demanda do país.

BANCO CENTRAL CHINÊS INJETA LIQUIDEZ NO MERCADO

O banco central chinês injetou liquidez no mercado nesta sexta-feira. O Banco do Povo da China de 2,15% para 1,95% cortou a taxa de juros de contratos de recompra (repos) reversa de 14 dias.

A entidade também injetou 34 bilhões de yuans (US$ 4,67 bilhões) por meio desse instrumento no mercado monetário, com o objetivo de manter a liquidez. É a primeira vez que a autoridade monetária chinesa adota a medida desde janeiro.

Em outras decisões tomadas hoje, o banco central do gigante asiático manteve inalteradas as taxas de juros de sua linha de crédito de médio prazo e de contratos de recompra reversa de 7 dias.

As medidas vêm à tona em meio a uma série de ações tomadas com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico da China.

VENDAS NO VAREJO CHINÊS TAMBÉM CRESCEM MAIS DO QUE O ESPERADO

As vendas no varejo chinês também cresceram mais do que se esperava em agosto. O indicador avançou 4,6% na comparação anual.

Trata-se de uma aceleração em relação ao crescimento de 2,5% reportado em julho. Analistas previam avanço de 3,5%.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DA CHINA SOBE MAIS QUE O ESPERADO

A produção industrial da China cresceu mais do que se esperava em agosto. O indicador registrou alta de 4,5% na comparação com agosto de 2022.

Analistas esperavam alta de 4,1%. O resultado também representa uma aceleração em relação à alta de 3,7% registrada em julho, também na comparação anual.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM EM ALTA; NASDAQ DESTOA

Os índices futuros de Nova York pegam carona nos bons dados chineses e aproveitam para avançar nas primeiras horas da manhã.

Apenas os futuros de Nasdaq, a bolsa de tecnologia, destoa do tom positivo da manhã, em um movimento de ajuste.

Confira:

  • Dow Jones futuro: +0,23%
  • S&P-500 futuro: +0,12%
  • Nasdaq futuro: -0,07%
BOLSAS DA EUROPA AMANHECEM EM ALTA

Os principais índices europeus começaram o dia ampliando os ganhos do pregão anterior.

Por lá, as praças reagem à decisão do Banco Central Europeu (BCE) de que o mais recente aumento de 25 pontos-base poderá ser o último.

Também auxilia no bom sentimento do dia os dados mais fortes da economia chinesa.

Confira:

  • Londres: +0,64%
  • Frankfurt: +0,97%
  • Paris: +1,49%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

Os investidores asiáticos não deram um único tom às bolsas nesta sexta-feira e os índices fecharam sem sinal definido.

Do lado positivo, a indústria e o varejo vieram melhores do que o esperado. Porém, as vendas de moradia caíram e os investimentos em ativos fixos avançaram menos do que se esperava. O setor imobiliário chinês continua no radar dos investidores locais.

Confira:

  • Tóquio: +1,11%
  • Seul: +1,10%
  • Xangai: -0,28%
  • Hong Kong:+0,75%
  • Taiwan: +0,67%
QUEBRA DO LEHMAN BROTHERS COMPLETA 15 ANOS

O dia 15 de setembro de 2008 ainda será lembrado por muito tempo por quem trabalha no mercado financeiro — ou o acompanha mais de perto. Naquela segunda-feira, o banco Lehman Brothers enquadrou-se no capítulo 11 da lei de falências dos Estados Unidos.

Nas semanas anteriores, circulavam rumores quanto à exposição dos maiores bancos norte-americanos à crise do crédito subprime, um derivativo de dívidas hipotecárias de altíssimo risco.

O crédito subprime tinha todas as características de uma bomba-relógio. Os empréstimos que lastreiam a modalidade eram concedidos a pessoas sem renda, sem trabalho e sem patrimônio.

A quebra do Lehman Brothers transformou-se no epicentro de uma crise financeira que levou o governo norte-americano a colocar em prática o chamado Tarp, um trilionário programa de resgate a bancos e outras empresas afetadas.

Leia mais.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

Em mais um dia de agenda local esvaziada, o Ibovespa terminou a sessão em alta, pelo quarto pregão consecutivo, acompanhando o exterior e o desempenho positivo das commodities no mercado internacional.

As atenções do dia ficam concentradas no noticiário corporativo, com Via (VIIA3) sendo um dos destaques. As ações da varejista foram precificadas a R$ 0,80 na oferta pública (follow-on), com um desconto muito superior ao esperado, e a operação movimentou cerca de R$ 623 milhões.

Na China, o Banco Central reduziu a taxa de depósitos compulsórios em 0,25 ponto percentual, à taxa média de 7,4%. A medida, que é mais um estímulo para impulsionar segunda maior economia do mundo, deve entrar em vigor a partir de amanhã (15).

Nos Estados Unidos, os investidores reagiram a novos dados econômicos que vieram acima das expectativas do mercado. O índice de inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,7% em agosto ante julho e acumula avanço de 1,6% na comparação anual. Já as vendas cresceram 0,6% no período.

Apesar do avanço dos indicadores, os investidores aumentaram as apostas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na faixa atual de 5,25% a 5,50% ao ano, de olho na desaceleração dos núcleos do PPI e do CPI.

Na Europa, a decisão do Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros em 25 pontos-base, com a taxa referencial de depósito a 4% ao ano. Apesar da alta, os índices europeus fecharam em tom positivo, com as apostas de pausa no aperto monetário após declarações da presidente da autarquia, Christine Lagarde.

Por fim, o Ibovespa fechou o pregão em alta de 1,03%. aos 119,391 pontos. Já o dólar terminou a R$ 4,8727, em baixa de 0,91%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados na última quinta-feira (14).

Você venderia a sua galinha de ovos de ouro? Por que as melhores empresas nem sempre estão na bolsa

Há poucos dias comecei a analisar uma nova empresa, candidata a entrar em uma das carteiras da Empiricus.

O negócio parece legal e o cálculo do preço-alvo saiu sem grandes problemas, com um upside interessante, inclusive.

Mas tudo travou na parte de comparação com as pares, que é quando pegamos cinco ou seis empresas do mesmo setor para ver se a candidata em questão está negociando com múltiplos minimamente atraentes.

Isso porque praticamente não existem empresas do mesmo setor listadas em bolsa; nem no Brasil e nem lá fora.

Leia mais.

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Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

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