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RESUMO DO DIA: Ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles seria a primeira escolha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em caso de vitória nas urnas, disseram as fontes da revista Veja. Mais tarde, Meirelles deu uma entrevista e respondeu sobre o possível convite. Confira o que ele falou.
O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Bento Gonçalves, rejeitou a tese de que a direção do PL não tenha participação na elaboração do documento em que a legenda questiona a credibilidade do processo eletrônico de votação.
O corregedor disse que não é possível atribuir o relatório exclusivamente à equipe técnica, uma vez que o PL contratou o projeto e validou seu conteúdo. Também apontou que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, aparece como “participante” do projeto e compõe a coordenação geral do relatório.
O despacho faz parte do processo administrativo aberto a mando do presidente do tribunal, Alexandre de Moraes, após a divulgação do documento “Resultado da auditoria de conformidade do PL no TSE”.
A manifestação de Gonçalves ocorre um dia após Costa Neto ter enviado ofício ao TSE atribuindo ao Instituto Voto Legal, contratado pela legenda para realizar o processo de fiscalização, toda a responsabilidade pelo conteúdo do documento.
O presidente do PL negou o uso de recursos públicos. (Estadão Conteúdo)
O diretório estadual do PT de São Paulo recebeu aval do Tribunal de Justiça do Estado para reunir apoiadores na Avenida Paulista no próximo domingo (2) a partir das 20h30.
De acordo com interlocutores da campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a ideia é que o ex-presidente compareça ao local para fazer um pronunciamento, mesmo que não vença no primeiro turno. A agenda, no entanto, ainda pode ser alterada.
Como o uso do espaço foi solicitado pelo PT e por grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), o caso foi levado à Justiça.
Manifestação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) indicou que havia acordo entre as lideranças para que, se houvesse vitória em primeiro turno, os apoiadores do vencedor pudessem ocupar a Paulista, mas os dois grupos ainda disputavam o espaço em caso de segundo turno.
Conforme documento do MP, o Comando da Polícia Militar havia informado que movimentos ligados a Bolsonaro teriam preferência de utilização do local em razão de um “rodízio estabelecido entre os grupos conflitantes para manifestações na Avenida Paulista”. A tese apontava que a oposição usou a região para se manifestar em 20 de março.
O PT alegou, no entanto, que apoiadores de Bolsonaro já haviam ocupado a Paulista nos atos de 7 de setembro, o que abriria espaço para a oposição se manifestar politicamente no local no dia 2.
Em ofício, o juiz Randolfo de Campo entendeu que o pedido feito por apoiadores do presidente viola a legislação eleitoral, por solicitar uso da Paulista em horários que coincidem com os da votação.
Manifestações políticas no horário das eleições são vedadas pela Lei Eleitoral. (Estadão Conteúdo)
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) elaborou um plano preventivo visando a divulgação de informações, caso haja alguma interrupção no suprimento de energia elétrica que possa afetar as seções eleitorais no dia de votação, domingo próximo (2).
Além de definir atribuições para diversos órgãos e agentes do sistema, o plano prevê garantias de fluxo de comunicação institucional entre ONS, Ministério de Minas e Energia (MME) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), bem como transmissoras, distribuidoras e Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A Aneel explicou que o plano foi aprovado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), de forma a chancelar as “ações de responsabilidade de todos os agentes do setor elétrico”, para “conferir grau adicional de segurança na operação do sistema elétrico” durante as eleições.
Procurado, o Ministério de Minas e Energia disse ter formalizado tanto às distribuidoras como ao ONS a necessidade de medidas preventivas para o fornecimento de energia durante as eleições. (Agência Brasil)
O pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL) para declarar a suspeição do ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na ação que o impediu de fazer lives eleitorais do Palácio da Alvorada foi negado nesta sexta-feira (30).
A campanha bolsonarista acionou o TSE alegando que Moraes foi parcial porque o ministro fez um gesto de degola durante o julgamento. O presidente do TSE esclareceu que o movimento não teve relação com a votação e foi uma brincadeira com um assessor que estava na plateia.
A decisão que mandou arquivar o pedido da campanha bolsonarista é do ministro Ricardo Lewandowski, que não viu “qualquer demonstração que indique descumprimento do dever de imparcialidade”.
“As causas de suspeição estão previstas em rol taxativo e não admitem interpretação extensiva”, escreveu. “O excipiente vem agora nesta exceção veicular alegações completamente destituídas de fundamentação jurídica.”
A campanha de Bolsonaro alegou que o gesto de Moraes indica “animosidade e interesse pessoal em desfavor” do presidente. (Estadão Conteúdo)
O ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que não recebeu oficialmente um convite para compor um possível governo caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições deste ano.
“Conversei rapidamente com o Lula, dei a ele meu telefone pessoal e eu mesmo achei que seria melhor conversar depois da eleição. Não temos nada de concreto ainda”, disse ele em entrevista à Rádio TC.
Mais cedo, a revista Veja informou que a primeira escolha de Lula para o posto de ministro da Fazenda em caso de vitória nas urnas é Meirelles. Entretanto, nenhum anúncio formal será feito antes da eleição.
“Eu sempre tive uma excelente relação com o presidente Lula, temos projetos sociais em conjunto. É uma relação produtiva e boa, certamente eu estaria disposto a conversar com ele [sobre o Ministério da Economia”, disse Meirelles.
Questionado se aceitaria o convite caso seja feito, ele disse que não trabalha com hipóteses.
“Não tomo decisão sobre hipótese e sim sobre fato concreto. Em 2002, eu recebi uma ligação para ficar disponível para ser presidente do banco central. Eu segui minha vida e disse que poderíamos conversar depois da eleição ou não. Lula venceu, me chamou e eu aceitei”, contou.
Segundo Meirelles, Lula está muito ocupado com a campanha e em garantir a vitória ainda em primeiro turno.
“Esse é um processo que demanda tempo e energia. Ainda não é a hora de discutir sobre a equipe econômica”, afirmou.
Levantamento feito pela Quaest sobre o debate presidencial da TV Globo aponta que frases ditas pela candidata Soraya Thronicke (União Brasil) sobre Padre Kelmon (PTB) ficaram entre os termos relacionados ao evento que mais tiveram destaque na internet.
As “nuvens de palavras” feitas pelo instituto mostram que expressões como “padre de festa junina”, “candidato padre” e “medo de ir para o inferno” ficaram em alta nas redes durante a exibição do programa, na noite desta quinta-feira (29). O relatório considera menções no Twitter, Instagram, Facebook, sites e blogs.
No segundo bloco do programa, a expressão mais destacada foi “padre de festa junina”. A candidata do União Brasil usou a expressão após afirmar que Padre Kelmon não concedeu nenhuma extrema-unção durante a pandemia.
Termos ditos por outros presidenciáveis sobre o candidato do PTB também ficaram em alta, como “fantasiado de padre” e “candidato laranja”, usado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os termos não relacionados ao petebista, se destacaram “direito de resposta”, “lei de cotas”, “William Bonner”, entre outros.
O levantamento mostra ainda que o evento rendeu 16,4 milhões de menções nas redes. Os candidatos mais citados foram Lula, com 40%, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 39%.
Ciro Gomes 9PDT) concentrou 12% das menções; Kelmon, 5%, Simone Tebet (MDB), 2%; Soraya e Felipe d’Avila (Novo), 1% cada.
Todos os candidatos foram citados mais de forma negativa do que positiva, segundo o levantamento. Ciro Gomes foi quem teve o desempenho mais equilibrado: 50,8% das menções falavam mal, 49,2%, bem. D’Avila foi o mais criticado, com 67,2% de comentários negativos.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evitado a todo o custo falar publicamente sobre quem chamaria para compor seu governo antes da eleição. Isso não impede membros da equipe de Lula de vazar informações para a imprensa.
Citando fontes na equipe econômica do candidato do PT à Presidência da República, a Veja informa que a primeira escolha de Lula para o posto de ministro da Fazenda em caso de vitória nas urnas é Henrique Meirelles. Entretanto, nenhum anúncio formal será feito antes da eleição.
Meirelles manifestou apoio a Lula na reta final de campanha. Foi ministro da Fazenda sob Michel Temer. Também foi presidente do Banco Central por quase oito anos, ao longo dos dois mandatos de Lula.
Muito se esperava do debate entre presidenciáveis transmitido no fim da noite de ontem pela Rede Globo, o último antes do primeiro turno das eleições.
O resultado, porém, foi frustrante. Assim como na canção de Djavan, os candidatos insistiram no 0 x 0, o público queria 1 x 1.
Repleto de direitos de resposta e carente de propostas, o debate pouco acrescentou a quem se deu ao trabalho de acompanhar as mais de 3 horas de duração do evento.
Ainda assim, houve um perdedor que pode definir o resultado da eleição. Confira!
Após debate na Globo, Padre Kelmon (PTB) se irrita com jornalistas e diz não ser ‘linha auxiliar’ de Jair Bolsonaro (PL).
A emissora estipulou que cada candidato teria cinco minutos para responder perguntas da imprensa que acompanhou o debate nos estúdios da Globo na noite de ontem.
Quando questionado por jornalistas se não seria mais lógico o PTB integrar a coligação de apoio à reeleição de Bolsonaro do que “fazer dobradinha” com o presidente, o candidato Padre Kelmon se exaltou.
“É você que está me acusando disso”, afirmou Kelmon a uma repórter.
“Na verdade eu fui atacado por um ex-presidente que se diz cristão. Ele é cristão de onde? Ele criou uma igreja, a dele? Hoje vemos padres atacados por políticos que se dizem cristãos. Quem entende de laranja é ele, eu entendo de evangelho”.
Um clima quente, digno de uma final de campeonato. Foi assim que começou o debate da Globo, o último antes do primeiro turno das eleições, marcado para 2 de outubro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto, foi a principal vidraça dos demais candidatos no primeiro bloco.
Lula encarou logo de cara o pedetista Ciro Gomes, que relembrou de forma crítica os anos de governos do PT. Em resposta, o petista lançou mão de uma estratégia que vem usando na TV: relembrar o aumento de renda, do salário mínimo, a diminuição do desemprego, a reforma agrária e os criou programas de inclusão.
Mas foi com Jair Bolsonaro (PL) que o debate pegou fogo.
O último debate entre os candidatos à presidência da República foi marcado pela troca de acusações, xingamentos e de direitos de resposta entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Mas a participação do Padre Kelmon (PTB) merece um capítulo à parte.
Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira, 30 de setembro.
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