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RESUMO DO DIA: Enquanto a vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o presidente Jair Bolsonaro diminuiu de 9 para 7 pontos na mais recente edição da pesquisa BTG/FSB, documentos revelam detalhes da autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para buscas contra oito empresários.
O ex-ministro Walter Braga Netto (PL) deve receber uma ajuda de peso nessas eleições: o Twitter.
O candidato a vice na chapa à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) criou nesta segunda-feira (29) um perfil na plataforma, onde ressaltou sua experiência militar e se disse defensor do liberalismo econômico e dos valores conservadores.
Agora estou oficialmente no Twitter. Sou Walter Souza Braga Netto, mineiro de Belo Horizonte, General do @exercitooficial, ex-Ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a Vice-Presidente ao lado do nosso Presidente @JairBolsonaro.
— Braga Netto (@BragaNetto_gen) August 29, 2022
Em uma série de posts, Braga Netto disse que está pronto para ajudar Bolsonaro e defender os interesses do Brasil no cenário internacional.
Estou pronto para auxiliar nosso Presidente a defender os interesses nacionais perante o mundo. Representei o Brasil como Observador Militar do @Exercitooficial, no Timor Leste, e como Adido Militar na Polônia, nos EUA e no Canadá.
— Braga Netto (@BragaNetto_gen) August 29, 2022
Ao se apresentar na rede social, o general também destacou o período em que comandou a intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro, em 2018, no governo Michel Temer.
Braga Netto ressaltou sua experiência como coordenador de área dos Jogos Olímpicos de 2016 e como chefe do Estado-Maior do Exército.
O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira (29) a suspensão do tempo do candidato do PDT à Presidência da República Roberto Jefferson no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
A medida foi tomada a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), que, no início deste mês, impugnou a candidatura de Jefferson.
De acordo com o órgão, Jefferson está inelegível até 24 de dezembro de 2023 em função da condenação na Ação Penal 470, o processo do mensalão, e não pode disputar as eleições deste ano. Pela Lei da Ficha Limpa, a inelegibilidade é de oito anos após o cumprimento da pena.
A decisão vale até o julgamento definitivo sobre a validade da candidatura de Jefferson.
No dia 19 deste mês, o TSE também determinou a suspensão dos repasses de recursos para a campanha do candidato.
Apesar das decisões, o nome do candidato continua no sistema DivulgaCand, que reúne os registros dos 12 candidatos à Presidência. (Agência Brasil)
Ao autorizar a Polícia Federal (PF) a fazer buscas contra empresários bolsonaristas, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ver indícios de uma “verdadeira organização criminosa” antidemocrática.
Moraes se baseou em uma representação da Polícia Federal, assinada pelo delegado Fábio Alvarez Shor, e em provas colhidas em outras investigações sobre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ministro também é relator dos inquéritos das fake news e das milícias digitais, que fecharam o cerco contra aliados do Planalto.
Um juiz instrutor que trabalha no gabinete de Moraes apontou “conexão probatória” entre as suspeitas que recaem sobre os empresários e as apurações que correm sob a relatoria do ministro.
Moraes deu sinal verde para a apreensão de celulares, quebra de sigilo bancário e telemático (de mensagem) e suspensão dos perfis dos empresários nas redes sociais.
A decisão diz que as garantias individuais não poderiam ser usadas como um “verdadeiro escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas”.
O ministro também manifestou preocupação com o potencial de financiamento de “atividades digitais ilícitas e incitação à prática de atos antidemocráticos” e defendeu uma “reação absolutamente proporcional do Estado” para “afastar a possível influência econômica na propagação de ideais e ações antidemocráticas”.
A operação foi deflagrada na última terça-feira (23), e fez buscas conta oito empresário:
Os empresários fazem parte de um grupo de WhatsApp e conversaram abertamente sobre um golpe caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja eleito. As mensagens foram reveladas pelo portal Metrópoles. (Estadão Conteúdo)
O candidato a vice-presidente na chapa de Lula, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) se manifestou contrário à privatização da Petrobras e do Banco do Brasil, nesta segunda-feira (29).
Alckmin, marcadamente conhecido por sua posição liberal, disse que o caminho para melhorar as contas públicas do País não é vender a Petrobras e o Banco do Brasil.
Sobre o BB, o vice de Lula considerou que já há poucos bancos no Brasil, o que limita a concorrência e que este problema se aprofundaria com a privatização do BB.
“O correto a se fazer é reduzir o custo do dinheiro. Temos bancos de menos no Brasil”, disse Alckmin.
Sobre a Petrobras, o ex-governador defendeu que a venda iria na contramão do que acontece no mundo, onde o Estado mantém participação de 85% nos setores de óleo e gás. (Estadão Conteúdo)
Ao que tudo indica, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai encarar o que classificou como ataques contra a sua reeleição.
Após especulações de que a presença de Bolsonaro nos próximos debates seria reavaliada, o ex-secretário especial de Comunicação do Palácio do Planalto, Fabio Wajngarten, anunciou no Twitter que o chefe do Palácio do Planalto estará em “diversos veículos de mídia” nesta semana.
??Aos desavisados:
Informo com muita alegria que estaremos em diversos veículos de mídia nessa semana. TVs, radios, lives etc.
Qualquer notícia diferente dessa é invenção. ??— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) August 29, 2022
Nesta segunda-feira (29), o jornal O Globo noticiou que o núcleo duro da campanha de Bolsonaro reavalia a presença do chefe do Executivo nos próximos debates depois da participação na Band.
A campanha do presidente avalia que, se for mantido o formato de garantir a presença de candidatos nanicos, Bolsonaro deve repensar sua participação já que candidatos com pontuação inexpressiva “não têm nada a perder e, portanto, partem para o ataque”.
A Europa está de olho nas eleições presidenciais brasileiras. Além de manifestarem apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eurodeputados de esquerda vão acompanhar de perto a votação.
Em encontro com o petista em São Paulo, os políticos europeus disseram monitorar a ofensiva do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, sobre o sistema eleitoral brasileiro.
O presidente dos Partidos Socialistas Europeus, Serguei Stanishev, mostrou preocupação no encontro com as suspeições sem provas ao sistema eleitoral apresentadas por Bolsonaro e com o crescimento da violência política no Brasil.
“A Europa vai acompanhar tudo com cuidado”, revelou. “Vamos defender a democracia e levar de volta a mensagem à Europa de que estamos preocupados com a violência nessa campanha.”
De acordo com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, há negociações para assinar um memorando de cooperação entre a sigla e partidos europeus de esquerda.
A presidente da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas da União Europeia, a eurodeputada Iratxe García, declarou no encontro que apoiar Lula nas eleições é “apoiar o povo brasileiro”.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Os dias que antecederam o primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2022 talvez tenham sido mais quentes que as mornas discussões vistas na noite de domingo (28). Isso por causa da dúvida, mantida até o sábado, quanto à participação dos dois principais candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
Como um condicionava a própria presença ao comparecimento do outro, o noticiário dos dias anteriores ao debate praticamente limitou-se ao vai-não-vai de Lula e Bolsonaro.
Se nenhum dos dois fosse, o desinteresse do público pelo debate provavelmente cobriria os eventuais prejuízos de um não-comparecimento.
Se apenas um deles fosse, estaria aberto o espaço para que o outro fosse rotulado como fujão.
Com a ida de ambos — e agora um saldo pouco animador —, as campanhas de Lula e Bolsonaro pretendem avaliar a participação dos candidatos em futuros debates no caso a caso.
Levantamento do Instituto Datafolha com eleitores indecisos que assistiram ao debate mostrou Bolsonaro como o pior debatedor da noite. Isso na opinião de 51% da audiência analisada.
E embora Lula tenha ficado bem atrás nesse quesito, o índice de 21% o posicionou como o segundo pior participante do debate.
Diante do inesperado cenário de perde-perde, a questão para os estrategistas de campanha passa a ser a qualidade das aparições de seus candidatos. Confira aqui nossa análise completa.
A lista de debates com candidatos à Presidência da República diminuiu após os líderes das pesquisas de intenção de voto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), indicarem que não compareceriam a todos os eventos.
Ambos participaram do encontro promovido pela Band neste domingo (28), em pool com TV Cultura, Folha de S. Paulo e UOL, mas não confirmaram presença nos que estão marcados para as próximas semanas.
A princípio, o candidato do PT sugeriu ir somente aos debates realizados em pool; contudo, ele não confirmou presença no evento organizado pelo pool do consórcio de veículos de imprensa, que incluía o Estadão, e a realização foi suspensa.
O Estadão ainda tem um debate marcado para o dia 24 de setembro, em parceria com o SBT, a CNN, a rádio Nova Brasil FM e a revista Veja. A CNN já cancelou o evento que faria individualmente devido à falta de confirmação de presença de Lula e Bolsonaro.
O debate da TV Aparecida com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que estava agendado para o início de setembro, foi cancelado pelo mesmo motivo. O mesmo ocorreu com a Rede TV!.
Vale destacar que o Estadão também fará sabatinas com os candidatos ao Planalto. Conforme sorteio, o presidente Jair Bolsonaro será o primeiro entrevistado, no dia 16 de setembro. No dia 19 será a vez de Simone Tebet; Luiz Inácio Lula da Silva tem sabatina prevista para o dia 20, e a série se encerra no dia 21, com Ciro Gomes.
Veja a lista dos próximos debates
*Com informações do Estadão Conteúdo
Apesar de Lula ter caído dentro da margem de erro, Bolsonaro permaneceu estável na rodada mais recente da pesquisa
O início do período de propaganda eleitoral e as sabatinas dos candidatos no Jornal Nacional vieram acompanhados de novidades nas pesquisas de intenção de voto para a presidência.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viu a vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) cair de nove para sete pontos porcentuais na mais recente edição da pesquisa do Instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual.
Mas quem cresceu na pesquisa não foi o atual presidente.
Enquanto Lula recuou dois pontos porcentuais, dentro da margem de erro da pesquisa, Ciro Gomes (PDT) avançou três pontos, já extrapolando a margem.
Como Lula e Ciro disputam o mesmo eleitorado, a dúvida é se a pesquisa aponta uma tendência ou apenas reflete oscilações comuns ao período eleitoral.
Esta é a agenda dos candidados à Presidência da República nesta segunda-feira (29).
Somente o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) apresenta agenda hoje. Ele participa, às 11h30, de encontro na Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).
Os demais candidatos à frente da pesquisa eleitoral como o presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Simone Tebet (MDB) não divulgaram agenda hoje.
Além deles, Constituinte Eymael (DC) e Léo Péricles (UP) também não tem eventos marcados.
O candidato Roberto Jefferson (PTB) está em prisão domiciliar e não tem agenda pública prevista.
*Com informações da Agência Brasil
A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o presidente Jair Bolsonaro diminuiu de 9 para 7 pontos na mais recente edição da pesquisa BTG/FSB.
Confira os números:
Decepcionou-se quem assistiu ao debate à espera de discussão de propostas ou de um eventual protagonismo dos dois candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Quem acompanhou o debate de pipoca na mão querendo ver algum barraco entre os presidenciáveis também fez o cálculo errado.
Sobre quem se saiu melhor no debate? De acordo com uma pesquisa qualitativa realizada com um grupo de eleitores indecisos pelo Instituto Datafolha, a resposta é Simone Tebet (MDB).
E quem se saiu pior? O Datafolha também também fez essa pergunta. Veja a resposta na nossa matéria sobre o debate.
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