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PATRIMÔNIO EM QUEDA LIVRE

Fortuna de Luiza Trajano segue ações do Magazine Luiza (MGLU3) ladeira abaixo e empresária deixa lista de bilionários da Forbes

O patrimônio da presidente do conselho do Magalu encolheu US$ 1,6 bilhão apenas nos primeiros cinco meses deste ano

Luiza Helena Trajano Magazine Luiza (MGLU3)
Brasil, São Paulo, SP, 21/05/2018. Retrato de Luiza Helena Trajano - Imagem: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

A queda brusca das ações do Magazine Luiza (MGLU3) não afetou apenas a rentabilidade da carteira de muitos investidores, mas provocou também a saída de Luiza Trajano da lista global de bilionários da Forbes.

A presidente do conselho administrativo da varejista perdeu parte significativa de sua fortuna com o recuo, que já ultrapassa os 87% nos últimos 12 meses.

Segundo informações da revista, o ápice financeiro da empresária foi registrado em julho do ano passado. Na época, seu patrimônio era avaliado em US$ 5,6 bilhões (ou cerca de R$ 28,6 bilhões).

De lá para cá a fortuna de Luiza - que é sobrinha de Luiza Trajano Donato, a fundadora do Magalu, e também já foi presidente da empresa - acompanhou a queda das ações. Ainda de acordo com a Forbes, ela perdeu US$ 1,6 bilhão (R$ 8,1 bilhões) apenas entre janeiro e maio deste ano.

O que derruba as ações do Magazine Luiza (MGLU3) e a fortuna de Luiza Trajano?

A espiral descendente das ações do Magazine Luiza e da fortuna de Luiza Trajano está relacionada, em grande parte, ao cenário macroeconômico bastante desfavorável. Durante o auge da pandemia, a empresa cresceu de maneira robusta — o e-commerce ganhou força e os juros baixos estimulavam o consumo —, mas o cenário agora virou de cabeça para baixo.

A inflação persistentemente alta obriga os BCs a elevarem juros: por aqui, a Selic já está em 12,75% ao ano; nos EUA, os Fed Funds atingiram o patamar de 0,75% a 1%. E vem mais por aí: as duas instituições já indicaram que devem subir mais as taxas em reuniões marcadas para amanhã (15).

Associado a isso, há também a desaceleração econômica. Juros altos tendem a encarecer os financiamentos bancários e reduzir o ritmo de consumo — uma questão bastante relevante para as empresas mais expostas à dinâmica da atividade doméstica.

As compras on-line já não têm mais o mesmo apelo com a reabertura da economia; isso, no entanto, não se reverteu num aumento expressivo das vendas nas lojas físicas.

Em paralelo, há o aumento na competição estrangeira no já acirrado e-commerce brasileiro. Além de Mercado Livre e Amazon, empresas asiáticas como Shopee, Shein e Aliexpress passaram a investir pesadamente em publicidade, atraindo consumidores e vendedores para os seus próprios marketplaces.

Luiza Trajano conserva influência

Apesar do patrimônio menor, Luiza Trajano ainda é considerada uma das pessoas mais ricas e influentes do país. Ela foi eleita pela revista americana Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo no passado.

Vale destacar que a presidente do CA do Magazine Luiza (MGLU3) foi única brasileira na lista, formada por políticos, artistas, esportistas e representantes do setor privado do mundo todo.

O ranking é dividido em subcategorias, e Luiza Trajano está na classe "Titãs". Ao seu lado, aparecem nomes como o da ginasta Simone Biles; do CEO da Apple, Tim Cook; do jogador de futebol americano Tom Brady; e da roteirista Shonda Rhymes.

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