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Joe Biden ainda disse que o aumento de preços é a principal ameaça para a economia norte-americana

Se por um lado é animador que a inflação americana tenha registrado a primeira desaceleração em oito meses, por outro o CPI — índice oficial do país — segue “inaceitavelmente alto”. É mais ou menos assim que começa a nota da Casa Branca que trata da variação de preços ao consumidor em abril.
O indicador, divulgado hoje, revelou alta de 0,3% no mês. No acumulado de 12 meses, a alta é de 8,3%, muito distante da meta da autoridade monetária — que é de 2%.
Joe Biden aproveitou a ocasião para reiterar sua confiança no Federal Reserve, que, segundo ele, “desempenha um papel fundamental no combate à inflação no nosso país”.
E os acenos não pararam por aí: a Casa Branca também agradeceu ao Senado por aprovar a indicação de Lisa Cook para integrar a direção da autoridade monetária, mas não sem antes reafirmar a independência do Banco Central norte-americano.
Além disso, o diagnóstico da Casa Branca para a situação dos preços parece coincidir com o que pensa Jerome Powell, presidente do BC americano. Segundo Joe Biden, a economia norte-americana é forte e o mercado de trabalho também; contudo, a inflação alta representaria a maior ameaça para estas virtudes.
Joe Biden também tratou de outras frentes empregadas no combate à inflação, com ênfase na redução do custo de vida das famílias e na redução do déficit público.
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Segundo ele, depois de derrubar o déficit em US$ 1,5 trilhão nos sete primeiros meses do calendário fiscal, sua administração estaria em curso para bater o recorde de redução de déficit em um ano.
Além disso, o déficit no orçamento público já é menor do que o observado no mesmo período de 2019, ainda antes da pandemia.
Apesar de enxergar avanços, Joe Biden não perdeu a oportunidade de cutucar seus adversários.
O primeiro alvo foi o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a quem o presidente dos Estados Unidos atribuiu a responsabilidade por parte da escalada nos preços.
Depois, foi a vez dos republicanos. Segundo Biden, o único plano dos congressistas do partido adversário para combater os aumentos nos preços seria cobrar mais impostos de famílias, o que reduziria ainda mais seu poder aquisitivo.
Por fim, o presidente dos Estados Unidos também cobrou os oposicionistas pela aprovação de leis que permitam ao país reduzir impostos para as famílias, reduzir o déficit do orçamento público e fabricar mais itens internamente, gerando empregos e renda no país.
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