O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desaceleração do crescimento global, e principalmente da China, deve manter demanda pela commodity fraca, impactando a mineradora
A desaceleração projetada para o crescimento global - e mais especificamente da China - deve manter a demanda por commodities fraca no ano que vem, o que deve ser sentido nas ações das empresas produtoras de matérias-primas. É o caso da Vale (VALE3), produtora de minério de ferro, que teve seu preço-alvo para 2023 rebaixado pelo JP Morgan.
O banco revisou para baixo suas projeções para o preço do minério de ferro de US$ 136 para US$ 121 por tonelada em 2022 e de US$ 105 para US$ 94 por tonelada em 2023.
Hoje, a commodity é negociada perto de US$ 100 a tonelada, o que indica um potencial de alta de cerca de 20% até o fim deste ano, seguida de um recuo de cerca de 22% no ano que vem, de acordo com as novas projeções do JP Morgan.
Essa revisão motivou os analistas do banco americano a cortarem também as suas previsões para as ações das mineradoras, como a Vale. Segundo relatório publicado nesta segunda-feira (26), o JP Morgan cortou seu preço-alvo para as ações VALE3 de R$ 103 para R$ 95 em dezembro de 2023.
Ainda assim, a mineradora brasileira continua sendo a escolha preferida do JP Morgan no setor, com um potencial de ganho de 38,5% até o fim do ano que vem, considerando-se o preço de fechamento da última sexta (23). As ações VALE3 chegaram a subir mais cedo hoje, mas fecharam em queda de 0,83%, a R$ 68.
Para o JP Morgan, a produção global de aço em 2023 deve se manter estável em relação a 2022, não havendo, portanto, um crescimento na demanda de minério de ferro, sua matéria-prima.
Leia Também
Os analistas destacam que a produção chinesa de aço neste ano tem sido mais forte do que suas previsões iniciais, então eles elevaram suas projeções para 2022 de queda de 2% para estabilidade na produção (1.033Mt - toneladas métricas).
Já para 2023, o JP Morgan espera que a produção chinesa recue 1%, mas essa queda pode vir a ser maior, dada a fraqueza que vem sendo mostrada pelo mercado imobiliário do Gigante Asiático.
Além disso, a equipe econômica do JP reduziu, recentemente, a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) da China em 2023 de 5,1% para 4,6%, mas espera que ao menos a política de Covid zero do país tenha um fim na primavera.
No relatório de hoje, o time também reduziu as projeções para a produção de aço no resto do mundo.
Por outro lado, os analistas do JP estimam que a oferta de minério de ferro por parte dos principais produtores - como Vale e Rio Tinto - deve crescer cerca de 50Mt em 2023 e 53Mt em 2024. "Isso pressiona os produtores chineses, de menor porte, a cortar a produção", diz o relatório.
Com mais oferta e uma demanda estacionada, portanto, é de se esperar uma fraqueza nos preços do minério, além de um potencial de alta menor para as ações de mineradoras.
No entanto, no caso da Vale, a visão do JP Morgan ainda é bastante positiva. A ação VALE3 é top pick do banco no setor. Os analistas ainda projetam fortes retornos para o fluxo de caixa livre da companhia (19% em 2022 e 16% em 2023), que eles esperam que se traduza em um retorno mais alto para os acionistas.
"Embora vejamos espaço para dividendos extraordinários, no valuation atual nós esperamos que a administração foque no programa de recompra em curso (10% das ações em circulação)", diz o relatório.
A Vale está mais barata que seus pares, sendo negociada a um preço/lucro de 3,5 vezes, ante um P/L de 3,8 a 4,1 vezes dos concorrentes. "Com o desconto atual de 16% no NAV [valor patrimonial líquido], não preferimos nenhuma outra ação a Vale/Bradespar", dizem os analistas.
Eles dizem ainda que os investidores em geral, embora ainda estejam um pouco pessimistas em relação à Vale, voltaram a mostrar interesse no papel pela primeira vez em muito tempo.
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas